quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Amanhã, pelas 19h00, no Teatro da Politécnica, Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo lerão MORRO COMO UM PAÍS de Dimitriádis (entrada livre, integrado no Bairro das Artes). E está aberta a exposição LABIRINTO X001. De Xana. E, depois, pelas 21h00, A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E já estão abertas as assinaturas para os Livrinhos de Teatro 2018. 10 livros, 50 euros.


MORRO COMO PAÍS de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo

No Teatro da Politécnica a 21 de Setembro às 19h00
(integrado no Bairro das Artes)

MORRO COMO PAÍS fala da morte de um território devastado pela guerra civil,pela corrupção política e pela subversão moral. Ampla discussão sobre temas como as violações dos direitos humanos, as ditaduras militares e civis.
Curto texto que, numa apoteose orgástica da palavra, nos dá a ler a morte física e espiritual de um país vencido (a Grécia da "ditadura dos coronéis"), figuração trágica (numa espécie de amálgama de todas as perversões e subversões) de uma outra morte muito mais radical, a de todos os valores da Humanidade e do próprio Homem.

Entrada Livre
Os bilhetes são distribuídos a partir das 17h00, por ordem de chegada.

Fotografia © Jorge Gonçalves



No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.

Xana, Primavera 2017
Fotografia © Jorge Gonçalves

 



JOGADORES de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, António Simão, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de imagem Lisa Persson Som Armanda Carvalho Assistente de som Miguel Gaspar, Bernardo Theriaga e Tomé Palmeirim Montagem Miguel Aguiar e Eduardo Breda Misturas Nuno Carvalho Construções Thomas Karhel Assistente de plateau João Delgado Produção Pedro Carraca Realização Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Produção Artistas Unidos/RTP 

Na RTP2, 23 de Setembro às 22h00

Numa casa antiga, ao redor de uma mesa, debaixo de uma lâmpada, quatro homens jogam uma partida de cartas. Esta casa é um refúgio onde se aceitam todos os fracassos, onde todos são permitidos. O fracasso é a regra, não a excepção. O dinheiro desapareceu, assim como desapareceu qualquer possibilidade de sucesso pessoal. Ao ponto de bater no fundo, as quatro personagens decidem arriscar. O jogo torna-se perigoso.

É como se estas personagens se tivessem esquecido do texto e estivessem à espera que voltasse. Perderam o pulsar do mundo, e só têm uma maneira de o recuperar, talvez demasiado arriscada, seguramente demasiado perigosa. E louca. E também desesperada. Ao fim e ao cabo, no entanto, a única maneira.

Pau Miró

Personagens sem esperança, à deriva, sem trabalho, perdidos num mundo que já não é o seu, aparentemente "normais" mas com um fundo de mistério e turbulência que vão mostrando pouco a pouco. Jogadores trata dos páramos da meia-idade e do vício do risco, do colocar-se em perigo: a vertigem como forma de escape de uma realidade opaca.

Marcos Ordóñez

Fotografia © Jorge Gonçalves


Vamos continuar com os Livrinhos de Teatro. Em 2018, queremos editar 10 volumes. Enviaremos 3 a 4 remessas durante o ano. Sem portes de correio. Mas, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica em 2018.
Quanto tem de pagar? 50 euros no acto da assinatura.
Por cheque para Rua Campo de Ourique, 120 – 1250-062 Lisboa ou por transferência bancária IBAN PT50 0007 0018 00257 880006 19

JANEIRO Nº 111 – Claudio Tolcachir – A Omissão da Família Coleman/ Terceiro Corpo Nº 112 – Daniel Veronese – Mulheres Sonharam Cavalos/ De Carro Nº 113 – Matías Del Federico – Em Terapia/ Somos Childfree Nº 114 – Owen McCafferty – Sem Alarde

MARÇO
Nº 115 – Marguerite Duras – O Teatro da Amante Inglesa


SETEMBRO
Nº 116
– Dimítris Dimitriádis –  A Circularidade do Quadrado
Nº 117 – Jean Cocteau – Os Pais Terríveis/ A Águia das Duas Cabeças

NOVEMBRO
Nº 118 – Juan Mayorga – O Cartógrafo
Nº 119 – título a indicar Nº 120 – título a indicar

Informações: abento@artistasunidos.pt e aqui.

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