segunda-feira, 25 de outubro de 2021

E terminamos este sábado a carreira de MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller. No sábado 30 de Outubro no Teatro Municipal da Guarda. E a 10 de Novembro, no Teatro da Politécnica, estreamos LUA AMARELA de David Greig. E já tem a sua assinatura dos Livrinhos de Teatro para 2022?

 


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

No Teatro Municipal da Guarda a 30 de Outubro
Sábado às 21h30

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



LUA AMARELA de David Greig Tradução Pedro Marques Com Gonçalo Norton, Rita Rocha Silva, Paulo Pinto e Inês Pereira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Música Rui Rebelo Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca M16

No Teatro da Politécnica de 10 de Novembro a 18 de Dezembro
3ª a Sáb. às 19h00

A polícia conhece-o, a segurança social, as crianças, o professor dos ATL da escola, o pessoal auxiliar, o médico, o conselho comunitário e os jovens trabalhadores do clube juvenil da Igreja, toda a gente conhece o Macho Lee.

David Greig, Lua Amarela

São dois adolescentes em fuga. Ela, Leila, é uma garota introvertida apaixonada por revistas de celebridades, ele o mais morto dos rapazes, sem  qualquer saída, numa cidade sem saída. E é uma balada, a balada de Lee e Leila.

Fotografia © Jorge Gonçalves



Assinaturas Livrinhos de Teatro 2022

E voltamos. Em 2022, vamos publicar mais  10 volumes dos Livrinhos. Estamos a ver se conseguimos mais um para oferta aos assinantes como já fizemos com Enda Walsh e Thornton Wilder...

Não quer assinar? Não renova a assinatura?
São 55 euros pelos 10 envios (quatro remessas durante o ano). 

E, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica  desse ano.

Pode assinar aqui.
Mais informações: asimao@artistasunidos.pt 

A sair em 2022

JANEIRO
Nº 153 - Dimítris Dimitriádis - Obstrução e Outras peças
Nº 154 - Matías Feldman – Reflexos Breve Relato Dominical

MARÇO
Nº 155 -Ödön Von Horváth O Dia do Juizo / Para Cá e Para Lá
Nº 156 - Keiran Hurley Gary McNair - Taco a Taco (oferta assinantes)
Nº 157 - Tennessee Williams – Comboio Madrugada

MAIO
Nº 158 - André Murraças – Cabaret Reporter X
Nº 159 - Ricardo Neves-Neves – A Reconquista de Olivença
Nº 160 - Béla Pintér - Os nossos segredos / A rainha dos Bolos

... e haverá mais três por Setembro...

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Este sábado, dia 23, estaremos em Évora com A CORAGEM DA MINHA MÃE de George Tabori. E no sábado seguinte, dia 30 de Outubro, apresentamos MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller no Teatro Municipal da Guarda. Continuamos a ler Manuel António Pina EM VOZ ALTA até 10 de Novembro, dia em que estreamos LUA AMARELA de David Greig no Teatro da Politécnica. E já pode assinar ou renovar a assinatura dos Livrinhos de Teatro de 2022!

 


A CORAGEM DA MINHA MÃE de George Tabori Tradução Antonio Conde Com Pedro Carraca, Antónia TerrinhaHélder Braz e vozes de Carla Bolito, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Jorge Silva Melo, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro Caeiro e Tiago Matias Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M12

Em Évora, no espaço d’A Bruxa Teatro, a 23 de Outubro, no Évora TEATRO Fest
Sábado às 21h30

Em Sines, no Centro de Artes, a 11 de Novembro

Em Vila Nova de Santo André, no Auditório da ESPAM, a 12 de Novembro
Em Santiago do Cacém, no Auditório Municipal António Chainho, a 13 de Novembro

Oficial Alemão Eu, pessoalmente, sou vegetariano. É extraordinário, mas só de imaginar comer carne morta, repugna-me.

George Tabori, A Coragem da Minha Mãe

A improvável salvação da mãe de Tabori, por ele contada, aquando da deportação de 4.000 judeus de Budapeste para Auschwitz em Julho de 1944.

Fotografia © Jorge Gonçalves



MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Rita Rocha Silva, Ana AmaralAntónio Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

No Teatro Municipal da Guarda a 30 de Outubro
Sábado às 21h30

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

 17 de Outubro a 10 de Novembro de 2021 – Manuel António Pina 

(à 4ª e ao Domingo)


Os Artistas Unidos retomam as leituras EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Maria João Luís, Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta. Os recitais são disponibilizados através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I.



LUA AMARELA de David Greig Tradução Pedro Marques Com Gonçalo Norton, Rita Rocha Silva, Paulo Pinto e Inês Pereira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Música Rui Rebelo Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca A Classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica de 10 de Novembro a 18 de Dezembro
3ª a Sáb. às 19h00

A polícia conhece-o, a segurança social, as crianças, o professor dos ATL da escola, o pessoal auxiliar, o médico, o conselho comunitário e os jovens trabalhadores do clube juvenil da Igreja, toda a gente conhece o Macho Lee.

David Greig, Lua Amarela

São dois adolescentes em fuga. Ela, Leila, é uma garota introvertida apaixonada por revistas de celebridades, ele o mais morto dos rapazes, sem  qualquer saída, numa cidade sem saída. E é uma balada, a balada de Lee e Leila.

Fotografia © Jorge Gonçalves




Assinaturas Livrinhos de Teatro 2022

E voltamos. Em 2022, vamos publicar mais  10 volumes dos Livrinhos. Estamos a ver se conseguimos mais um para oferta aos assinantes como já fizemos com Enda Walsh e Thornton Wilder...

Não quer assinar? Não renova a assinatura?
São 55 euros pelos 10 envios (quatro remessas durante o ano). 

E, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica  desse ano.

Pode assinar
 aqui.
Mais informações: asimao@artistasunidos.pt 

A sair em 2022

JANEIRO
Nº 153 - Dimítris Dimitriádis - Obstrução e Outras peças
Nº 154 - Matías Feldman – Reflexos Breve Relato Dominical

MARÇO
Nº 155 -Ödön Von Horváth O Dia do Juizo / Para Cá e Para Lá
Nº 156 - Keiran Hurley Gary McNair - Taco a Taco (oferta assinantes)
Nº 157 - Tennessee Williams – Comboio Madrugada

MAIO
Nº 158 - André Murraças – Cabaret Reporter X
Nº 159 - Ricardo Neves-Neves – A Reconquista de Olivença
Nº 160 - Béla Pintér - Os nossos segredos / A rainha dos Bolos

... e haverá mais três por Setembro...

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Última semana de EXERCÍCIO PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis no Teatro da Politécnica. Só até sábado, 16 de Outubro. No mesmo dia apresentamos MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller no TEMPO, Teatro Municipal de Portimão. E já neste domingo, lemos MANUEL ANTÓNIO PINA, EM VOZ ALTA. Disponível no site e redes sociais da Fundação Dom Luís I. E já fez a sua assinatura para os Livrinhos de Teatro de 2022?

 


EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis Tradução José António Costa Ideias Com Álvaro Correia, Carla Bolito, Rita Rocha, Vicente Wallenstein Desenho de Luz Daniel Worm Cenografia Marcello Urgeghe Figurinos Ricardo Preto Encenação Carla Bolito Produção, comunicação e gestão financeira Estado Zero Coprodução Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Sá de Miranda Apoio Artistas Unidos, ACCCA – Companhia Clara Andermatt, Cabeleireiro Ulisses Olimpo M16 

No Teatro da Politécnica de 29 de Setembro a 16 de Outubro
3ª a Sáb. às 19h00 

Rapariga Se quiseres, deixa-me grávida, não me importo. Se ficar grávida de ti, terei o meu trabalho garantido.

Andreas Flourakis, Exercícios para joelhos fortes

A directora de uma empresa decide demitir um dos seus dois funcionários. Para manter o emprego os funcionários sujeitam-se a todo o tipo de situações, onde vão precisar de nervos e joelhos fortes para sobreviver, num mundo baseado na competição e humilhação.

Uma encenação de Carla Bolito de um aclamado texto de Andreas Flourakis, um dos dramaturgos gregos contemporâneos que mais tem agitado a cena teatral grega e cuja obra ainda é pouco divulgada em Portugal.

Uma abordagem cruel e sarcástica da violência das relações laborais, ampliadas pelas crises económicas que abalam, uma e outra vez, a Europa ou uma ideia de Europa. O lema ‘salve-se quem puder’ tornou-se ponto pivot nas relações interpessoais, assoladas pelo medo dos despedimentos e do desemprego prolongado como ‘nova normalidade’. Nesta peça a catarse faz-se através do humor ácido e de jogos linguísticos: ganha quem consegue ajoelhar-se.

Carla Bolito

Fotografia © Alípio Padilha



MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Em Portimão, no TEMPO, Teatro Municipal de Portimão a 16 de Outubro
Sábado às 21h00

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

 17 de Outubro a 10 de Novembro de 2021 – Manuel António Pina 

(à 4ª e ao Domingo)


Os Artistas Unidos retomam as leituras EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores
 Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Maria João Luís, Nuno Gonçalo Rodrigues Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta. Os recitais são disponibilizados através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I. 



Assinaturas Livrinhos de Teatro 2022

E voltamos. Em 2022, vamos publicar mais  10 volumes dos Livrinhos. Estamos a ver se conseguimos mais um para oferta aos assinantes como já fizemos com Enda Walsh e Thornton Wilder...

Não quer assinar? Não renova a assinatura?
São 55 euros pelos 10 envios (quatro remessas durante o ano). 

E, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica  desse ano.

Pode assinar
 aqui.
Mais informações: asimao@artistasunidos.pt 

A sair em 2022

JANEIRO
Nº 153 - Dimítris Dimitriádis - Obstrução e Outras peças
Nº 154 - Matías Feldman – Reflexos Breve Relato Dominical

MARÇO
Nº 155 -Ödön Von Horváth O Dia do Juizo / Para Cá e Para Lá
Nº 156 - Keiran Hurley Gary McNair - Taco a Taco (oferta assinantes)
Nº 157 - Tennessee Williams – Comboio Madrugada

MAIO
Nº 158 - André Murraças – Cabaret Reporter X
Nº 159 - Ricardo Neves-Neves – A Reconquista de Olivença
Nº 160 - Béla Pintér - Os nossos segredos / A rainha dos Bolos

... e haverá mais três por Setembro...

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

E voltamos. Em 2022, vamos publicar mais 10 volumes dos Livrinhos de Teatro. Não quer assinar? Não renova a assinatura?


 Assinaturas Livrinhos de Teatro 2022


E voltamos. Em 2022, vamos publicar mais  10 volumes dos Livrinhos. Estamos a ver se conseguimos mais um para oferta aos assinantes como já fizemos com Enda Walsh e Thornton Wilder...

Não quer assinar? Não renova a assinatura?
São 55 euros pelos 10 envios (quatro remessas durante o ano). 

E, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica  desse ano.

Pode assinar aqui.
Mais informações: asimao@artistasunidos.pt 


A sair em 2022

JANEIRO
Nº 153 - Dimítris Dimitriádis - Obstrução e Outras peças
Nº 154 - Matías Feldman – Reflexos Breve Relato Dominical

MARÇO
Nº 155 - Ödön Von Horváth O Dia do Juízo / Para Cá e Para Lá
Nº 156 - Keiran Hurley Gary McNair - Taco a Taco (oferta assinantes)
Nº 157 - Tennessee Williams – Comboio Madrugada

MAIO
Nº 158 - André Murraças – Cabaret Repórter X
Nº 159 - Ricardo Neves-Neves – A Reconquista de Olivença
Nº 160 - Béla Pintér - Os nossos segredos / A rainha dos Bolos

... e haverá mais três por Setembro...

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

E continua em cena, no Teatro da Politécnica, EXERCÍCIO PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis. Até sábado 16 de Outubro. Também a 16 de Outubro estaremos no TEMPO, em Portimão, com MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller. Retomamos também as leituras EM VOZ ALTA, na sua versão online. Quartas e Domingos no website e redes sociais da Fundação Dom Luís I. E estão abertas as assinaturas para os Livrinhos de Teatro de 2022.

 


EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis Tradução José António Costa Ideias Com Álvaro Correia, Carla Bolito, Rita Rocha, Vicente Wallenstein Desenho de Luz Daniel Worm Cenografia Marcello Urgeghe Figurinos Ricardo Preto Encenação Carla Bolito Produção, comunicação e gestão financeira Estado Zero Coprodução Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Sá de Miranda Apoio Artistas Unidos, ACCCA – Companhia Clara Andermatt, Cabeleireiro Ulisses Olimpo M16 

No Teatro da Politécnica de 29 de Setembro a 16 de Outubro
3ª a Sáb. às 19h00 

Rapariga Se quiseres, deixa-me grávida, não me importo. Se ficar grávida de ti, terei o meu trabalho garantido.

Andreas Flourakis, Exercícios para joelhos fortes

A directora de uma empresa decide demitir um dos seus dois funcionários. Para manter o emprego os funcionários sujeitam-se a todo o tipo de situações, onde vão precisar de nervos e joelhos fortes para sobreviver, num mundo baseado na competição e humilhação.

Uma encenação de Carla Bolito de um aclamado texto de Andreas Flourakis, um dos dramaturgos gregos contemporâneos que mais tem agitado a cena teatral grega e cuja obra ainda é pouco divulgada em Portugal.

Uma abordagem cruel e sarcástica da violência das relações laborais, ampliadas pelas crises económicas que abalam, uma e outra vez, a Europa ou uma ideia de Europa. O lema ‘salve-se quem puder’ tornou-se ponto pivot nas relações interpessoais, assoladas pelo medo dos despedimentos e do desemprego prolongado como ‘nova normalidade’. Nesta peça a catarse faz-se através do humor ácido e de jogos linguísticos: ganha quem consegue ajoelhar-se.

Carla Bolito

Fotografia © Alípio Padilha



MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Em Portimão, no Teatro Municipal de Portimão a 16 de Outubro

Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 30 de Outubro



Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

 17 de Outubro a 10 de Novembro de 2021 – Manuel António Pina 

(à 4ª e ao Domingo)


Os Artistas Unidos retomam as leituras 
EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores
 Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Maria João Luís, Nuno Gonçalo Rodrigues e Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz AltaOs recitais são disponibilizados através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I.



Assinaturas Livrinhos de Teatro 2022

E voltamos. Em 2022, vamos publicar mais  10 volumes dos Livrinhos. Estamos a ver se conseguimos mais um para oferta aos assinantes como já fizemos com Enda Walsh e Thornton Wilder...

Não quer assinar? Não renova a assinatura?
São 55 euros pelos 10 envios (quatro remessas durante o ano). 

E, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica  desse ano.

Mais informações:
 asimao@artistasunidos.pt 

A sair em 2022

JANEIRO
Nº 153 - Dimítris Dimitriádis - Obstrução e Outras peças
Nº 154 - Matías Feldman – Reflexos Breve Relato Dominical

MARÇO
Nº 155 -Ödön Von Horváth O Dia do Juizo / Para Cá e Para Lá
Nº 156 - Keiran Hurley Gary McNair - Taco a Taco (oferta assinantes)
Nº 157 - Tennessee Williams – Comboio Madrugada

MAIO
Nº 158 - André Murraças – Cabaret Reporter X
Nº 159 - Ricardo Neves-Neves – A Reconquista de Olivença
Nº 160 - Béla Pintér - Os nossos segredos / A rainha dos Bolos

... e haverá mais três por Setembro...


segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Reabrimos esta 4ª 29 o Teatro da Politécnica com EXERCÍCIO PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis. E na 5ª 30 de Setembro estaremos na Casa da Cultura de Setúbal, Manuel Wiborg lerá Antero de Quental EM VOZ ALTA. MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE continua a sua digressão e estará na 6ª 1 de Outubro no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima.

 


EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis Tradução José António Costa Ideias Com Álvaro Correia, Carla Bolito, Rita Rocha, Vicente Wallenstein Desenho de Luz Daniel Worm Cenografia Marcello Urgeghe Figurinos Ricardo Preto Encenação Carla Bolito Produção, comunicação e gestão financeira Estado Zero Coprodução Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Sá de Miranda Apoio Artistas Unidos, ACCCA – Companhia Clara Andermatt, Cabeleireiro Ulisses Olimpo M16 

No Teatro da Politécnica de 29 de Setembro a 16 de Outubro
3ª a Sáb. às 19h00 

Rapariga Se quiseres, deixa-me grávida, não me importo. Se ficar grávida de ti, terei o meu trabalho garantido.

Andreas Flourakis, Exercícios para joelhos fortes

A directora de uma empresa decide demitir um dos seus dois funcionários. Para manter o emprego os funcionários sujeitam-se a todo o tipo de situações, onde vão precisar de nervos e joelhos fortes para sobreviver, num mundo baseado na competição e humilhação.

Uma encenação de Carla Bolito de um aclamado texto de Andreas Flourakis, um dos dramaturgos gregos contemporâneos que mais tem agitado a cena teatral grega e cuja obra ainda é pouco divulgada em Portugal.

Uma abordagem cruel e sarcástica da violência das relações laborais, ampliadas pelas crises económicas que abalam, uma e outra vez, a Europa ou uma ideia de Europa. O lema ‘salve-se quem puder’ tornou-se ponto pivot nas relações interpessoais, assoladas pelo medo dos despedimentos e do desemprego prolongado como ‘nova normalidade’. Nesta peça a catarse faz-se através do humor ácido e de jogos linguísticos: ganha quem consegue ajoelhar-se.

Carla Bolito

Fotografia © Alípio Padilha



EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Na Casa da Cultura, em Setúbal:
5ª feira, 30 de Setembro - Antero de Quental
 por
 Manuel Wiborg.



MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 1 de Outubro
6ª feira às 22h00

Em Portimão, no Teatro Municipal de Portimão a 16 de Outubro
Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 30 de Outubro



Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Celebramos o centenário de Carlos de Oliveira com uma sessão de EM VOZ ALTA em Cascais, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Cascais, na 6a feira, 24 de Setembro às 21h30. Com leituras de Lia Gama, Luís Lucas, Jorge Silva Melo e Pedro Caeiro.

 


EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Centenário do Nascimento de Carlos de Oliveira 
no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Cascais:

6ª feira, 24 de Setembro - Carlos de Oliveira
por
 Lia Gama, Luís Lucas, Jorge Silva Melo e Pedro Caeiro.