segunda-feira, 10 de maio de 2021

Recomeçamos a carreira de BIRDLAND de Simon Stephens. Até Sábado 29 de Maio, de 2ª a Sábado às 19h00. Continuam as sessões EM VOZ ALTA, às quartas e domingos no site e redes sociais da Fundação D. Luís I. Até 4ª 12 de Maio, lemos Luís Miguel Nava. Segue-se Luís Quintais. E em breve estaremos na Casa da Cultura de Setúbal. Lia Gama e Jorge Silva Melo lêem Luís Castro Mendes.

 


BIRDLAND de Simon Stephens Tradução Eduardo Calheiros Figueiredo Com João Pedro Mamede, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro Carraca, Rita Rocha Silva, Nídia Roque, Ana Amaral Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca e Jorge Silva Melo M14

No Teatro da Politécnica de 10 a 29 de Maio
2ª a Sáb. às 19h00

PAUL Eu às vezes tipo penso que sou um cancro. Não contes a ninguém, está bem?

Simon Stephens, Birdland

A última semana de uma enorme digressão mundial e Paul está no pico da sua carreira. Toda a gente sabe o seu nome. Pode ter o que e quem quiser, fazer o que quiser, ir a qualquer parte. Mas, à medida que se aproxima o regresso a casa a realidade torna-se vertigem.

Uma peça sobre empatia, loucura e moralidade, sobre a fama e dinheiro, num mundo de culto à celebridade.

Voltar a Simon Stephens depois de
 Punk Rock e de Um Precipício no Mar. Por trás de um texto aparentemente simples, uma meditação dolorosa sobre o capitalismo, o poder e a destruição de vidas pelo consumo: um pesadelo.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Os Artistas Unidos contnuam as leituras EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores 
Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia GamaLuís Lucas, Manuel WiborgRúben Gomes e Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta.

Com um novo formato, os recitais serão disponibilizados às quartas-feiras e domingos, através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I.

De 18 de Abril a 12 de Maio - Luís Miguel Nava

De 15 de Maio a 9 de Junho - Luís Quintais

São pequenos spots de poucos minutos com poemas do respetivo Autor e também de poetas que lhe estão próximos. Pois um poeta existe com aquilo que leu e aquilo que se lhe seguiu. Será assim que, em torno destes poetas, ouviremos os Artistas Unidos ler Camões, Camilo Pessanha, Nemésio, Mário Dionísio, Afonso Duarte, O'Neill, Mario Cesariny, Nuno Júdice, Garrett, Antero, Herberto, Manuel António Pina, Gastão Cruz...



EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Na Casa da Cultura, em Setúbal:
5ª feira, 27 de Maio - Luís Filipe Castro Mendes, por
 Lia Gama e Jorge Silva Melo.

segunda-feira, 3 de maio de 2021

O Teatro da Politécnica estará fechado de 3 a 8 de Maio. Retomamos a carreira de BIRDLAND de Simon Stephens na 2ª 10 de Maio, no Teatro da Politécnica. E, às quartas e domingos, temos poemas EM VOZ ALTA. Até 12 de Maio estaremos com Luís Miguel Nava.

 


Neste ano de permanentes engarrafamentos de programação, com espectáculos remarcados, cancelados, anulados, vamos ter de estar com o Teatro da Politécnica fechado esta semana, de 3 a 8 de Maio. Mas pode telefonar-nos para o 961960281 ou passar por lá entre as 18h e as 19h30 (haverá bilheteira a essas horas).


BIRDLAND de Simon Stephens Tradução Eduardo Calheiros Figueiredo Com João Pedro Mamede, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro CarracaRita Rocha Silva, Nídia Roque, Ana Amaral Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca e Jorge Silva Melo M14

No Teatro da Politécnica de 10 a 29 de Maio
2ª a Sáb. às 19h00

PAUL Eu às vezes tipo penso que sou um cancro. Não contes a ninguém, está bem?

Simon Stephens, Birdland

A última semana de uma enorme digressão mundial e Paul está no pico da sua carreira. Toda a gente sabe o seu nome. Pode ter o que e quem quiser, fazer o que quiser, ir a qualquer parte. Mas, à medida que se aproxima o regresso a casa a realidade torna-se vertigem.

Uma peça sobre empatia, loucura e moralidade, sobre a fama e dinheiro, num mundo de culto à celebridade.

Voltar a Simon Stephens depois de
 Punk Rock e de Um Precipício no Mar. Por trás de um texto aparentemente simples, uma meditação dolorosa sobre o capitalismo, o poder e a destruição de vidas pelo consumo: um pesadelo.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Os Artistas Unidos contnuam as leituras EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores
 Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Rúben Gomes Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta.

Com um novo formato, os recitais serão disponibilizados às quartas-feiras e domingos, através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I.

De 18 de Abril a 12 de Maio - Luís Miguel Nava

São pequenos spots de poucos minutos com poemas do respetivo Autor e também de poetas que lhe estão próximos. Pois um poeta existe com aquilo que leu e aquilo que se lhe seguiu. Será assim que, em torno destes poetas, ouviremos os Artistas Unidos ler Camões, Camilo Pessanha, Nemésio, Mário Dionísio, Afonso Duarte, O'Neill, Mario Cesariny, Nuno Júdice, Garrett, Antero, Herberto, Manuel António Pina, Gastão Cruz...

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Em cena, no Teatro da Politécnica, de 2ª a 6ª às 19h00: BIRDLAND de Simon Stephens e estaremos até 6ª 30 de Abril. Retomamos a carreira na 2ª 10 de Maio e até 6ª 28 de Maio. E MORTE DE UM CAIXEIRO-VIAJANTE de Arthur Miller irá ao Teatro Municipal da Guarda, na 6ª 14 de Maio. E não se esqueça, às quartas e domingos, temos novos poemas ditos EM VOZ ALTA. Até 12 de Maio estaremos com Luís Miguel Nava.

 


BIRDLAND de Simon Stephens Tradução Eduardo Calheiros Figueiredo Com João Pedro Mamede, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro Carraca, Rita Rocha Silva, Nídia Roque, Ana Amaral Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca Jorge Silva Melo M14

No Teatro da Politécnica de 19 a 30 de Abril e 10 a 28 de Maio
2ª a 6ª às 19h00

PAUL Eu às vezes tipo penso que sou um cancro. Não contes a ninguém, está bem?

Simon Stephens, Birdland

A última semana de uma enorme digressão mundial e Paul está no pico da sua carreira. Toda a gente sabe o seu nome. Pode ter o que e quem quiser, fazer o que quiser, ir a qualquer parte. Mas, à medida que se aproxima o regresso a casa a realidade torna-se vertigem.

Uma peça sobre empatia, loucura e moralidade, sobre a fama e dinheiro, num mundo de culto à celebridade.

Voltar a Simon Stephens depois de
 Punk Rock e de Um Precipício no Mar. Por trás de um texto aparentemente simples, uma meditação dolorosa sobre o capitalismo, o poder e a destruição de vidas pelo consumo: um pesadelo.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante, Vânia Rodrigues, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 14 de Maio

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves




EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Os Artistas Unidos contnuam as leituras EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores
 Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Rúben Gomes e Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta.

Com um novo formato, os recitais serão disponibilizados às quartas-feiras e domingos, através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I.

De 18 de Abril a 12 de Maio - Luís Miguel Nava

São pequenos spots de poucos minutos com poemas do respetivo Autor e também de poetas que lhe estão próximos. Pois um poeta existe com aquilo que leu e aquilo que se lhe seguiu. Será assim que, em torno destes poetas, ouviremos os Artistas Unidos ler Camões, Camilo Pessanha, Nemésio, Mário Dionísio, Afonso Duarte, O'Neill, Mario Cesariny, Nuno Júdice, Garrett, Antero, Herberto, Manuel António Pina, Gastão Cruz...


segunda-feira, 19 de abril de 2021

Reabrimos hoje o Teatro da Politécnica para a estreia de BIRDLAND de Simon Stephens, às 19h00. Pode visitar-nos de 2ª a 6ª, sempre no mesmo horário. E na sexta-feira estaremos em Portalegre para estrear MORTE DE UM CAIXEIRO-VIAJANTE de Arthur Miller, também às 19h00. Continuamos também a ler poesia EM VOZ ALTA, com a Fundação Dom Luís I. Até 12 de Maio estaremos com Luís Miguel Nava.

 


BIRDLAND de Simon Stephens Tradução Eduardo Calheiros Figueiredo Com João Pedro Mamede, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro Carraca, Rita Rocha Silva, Nídia Roque, Ana Amaral Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca e Jorge Silva Melo A Classificar pela CCE

Estreia a 19 de Abril no Teatro da Politécnica às 19h00
2ª a 6ª às 19h00

PAUL Eu às vezes tipo penso que sou um cancro. Não contes a ninguém, está bem?

Simon Stephens, Birdland

A última semana de uma enorme digressão mundial e Paul está no pico da sua carreira. Toda a gente sabe o seu nome. Pode ter o que e quem quiser, fazer o que quiser, ir a qualquer parte. Mas, à medida que se aproxima o regresso a casa a realidade torna-se vertigem.

Uma peça sobre empatia, loucura e moralidade, sobre a fama e dinheiro, num mundo de culto à celebridade.

Voltar a Simon Stephens depois de Punk Rock e de Um Precipício no Mar. Por trás de um texto aparentemente simples, uma meditação dolorosa sobre o capitalismo, o poder e a destruição de vidas pelo consumo: um pesadelo.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula MoraTiago MatiasSara Inês Gigante, Vânia Rodrigues, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12


Em Portalegre, no Centro de Artes do Espectáculo a 23 de Abril 

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia ©
 Jorge Gonçalves




EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Os Artistas Unidos contnuam as leituras EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores 
Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Rúben Gomes Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta.

Com um novo formato, os recitais serão disponibilizados às quartas-feiras e domingos, através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I.

De 18 de Abril a 9 de Maio - Luís Miguel Nava

São pequenos spots de poucos minutos com poemas do respetivo Autor e também de poetas que lhe estão próximos. Pois um poeta existe com aquilo que leu e aquilo que se lhe seguiu. Será assim que, em torno destes poetas, ouviremos os Artistas Unidos ler Camões, Camilo Pessanha, Nemésio, Mário Dionísio, Afonso Duarte, O'Neill, Mario Cesariny, Nuno Júdice, Garrett, Antero, Herberto, Manuel António Pina, Gastão Cruz...

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Na próxima 2ª, 19 de Abril, estreamos BIRDLAND de Simon Stephens, no Teatro da Politécnica, às 19h00. E logo de seguida, na 6ª 23 de Abril, estreamos MORTE DE UM CAIXEIRO-VIAJANTE de Arthur Miller, no CAE de Portalegre, às 19h00. Até esta 4ª 14 de Abril, continuamos a ler António Ramos Rosa EM VOZ ALTA. E no domingo 18, começamos um novo ciclo: Luís Miguel Nava.

 


BIRDLAND de Simon Stephens Tradução Eduardo Calheiros Figueiredo Com João Pedro Mamede, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro Carraca, Rita Rocha Silva, Nídia Roque, Ana Amaral Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca e Jorge Silva Melo A Classificar pela CCE

Estreia a 19 de Abril no Teatro da Politécnica às 19h00
2ª a 6ª às 19h00

PAUL Eu às vezes tipo penso que sou um cancro. Não contes a ninguém, está bem?

Simon Stephens, Birdland

A última semana de uma enorme digressão mundial e Paul está no pico da sua carreira. Toda a gente sabe o seu nome. Pode ter o que e quem quiser, fazer o que quiser, ir a qualquer parte. Mas, à medida que se aproxima o regresso a casa a realidade torna-se vertigem.

Uma peça sobre empatia, loucura e moralidade, sobre a fama e dinheiro, num mundo de culto à celebridade.

Voltar a Simon Stephens depois de Punk Rock e de Um Precipício no Mar. Por trás de um texto aparentemente simples, uma meditação dolorosa sobre o capitalismo, o poder e a destruição de vidas pelo consumo: um pesadelo.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante, Vânia Rodrigues, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12


Em Portalegre, no Centro de Artes do Espectáculo a 23 de Abril 

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

 

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Os Artistas Unidos contnuam as leituras EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores
 Catarina Wallenstein, João Meireles, Lia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Rúben Gomes Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta.

Com um novo formato, os recitais serão disponibilizados às quartas-feiras e domingos, através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I.

De 21 de Março a 14 de Abril – António Ramos Rosa

De 18 de Abril a 9 de Maio - Luís Miguel Nava

São pequenos spots de poucos minutos com poemas do respetivo Autor e também de poetas que lhe estão próximos. Pois um poeta existe com aquilo que leu e aquilo que se lhe seguiu. Será assim que, em torno destes poetas, ouviremos os Artistas Unidos ler Camões, Camilo Pessanha, Nemésio, Mário Dionísio, Afonso Duarte, O'Neill, Mario Cesariny, Nuno Júdice, Garrett, Antero, Herberto, Manuel António Pina, Gastão Cruz...


segunda-feira, 5 de abril de 2021

E estamos quase a reabrir o Teatro da Politécnica com de BIRDLAND de Simon Stephens. Já na 2ª 19 de Abril, às 19h00. E estreia também MORTE DE UM CAIXEIRO-VIAJANTE de Arthur Miller, em Portalegre na 6ª 23 de Abril, às 19h00. E continuamos, todas as quartas e domingos, a ler António Ramos Rosa EM VOZ ALTA, com a Fundação Dom Luís I.

 


BIRDLAND de Simon Stephens Tradução Eduardo Calheiros Figueiredo Com João Pedro Mamede, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro Carraca, Rita Rocha Silva, Nídia RoqueAna Amaral Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca e Jorge Silva Melo A Classificar pela CCE

Estreia a 19 de Abril no Teatro da Politécnica às 19h00
2ª a 6ª às 19h00

PAUL Eu às vezes tipo penso que sou um cancro. Não contes a ninguém, está bem?

Simon Stephens, Birdland

A última semana de uma enorme digressão mundial e Paul está no pico da sua carreira. Toda a gente sabe o seu nome. Pode ter o que e quem quiser, fazer o que quiser, ir a qualquer parte. Mas, à medida que se aproxima o regresso a casa a realidade torna-se vertigem.

Uma peça sobre empatia, loucura e moralidade, sobre a fama e dinheiro, num mundo de culto à celebridade.

Voltar a Simon Stephens depois de Punk Rock e de Um Precipício no Mar. Por trás de um texto aparentemente simples, uma meditação dolorosa sobre o capitalismo, o poder e a destruição de vidas pelo consumo: um pesadelo.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves




MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante, Vânia Rodrigues, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12


Em Portalegre, no Centro de Artes do Espectáculo a 23 de Abril 

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves




EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos



Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Os Artistas Unidos contnuam as leituras EM VOZ ALTA, os Nossos Poetas em parceria com a Fundação D. Luís I e a Câmara Municipal de Cascais. Os actores
 Catarina Wallenstein, João MeirelesLia Gama, Luís Lucas, Manuel Wiborg, Rúben Gomes e Jorge Silva Melo lêem poetas portugueses Em Voz Alta.

Com um novo formato, os recitais serão disponibilizados às quartas-feiras e domingos, através das páginas de Facebook do Bairro dos Museus e da Fundação D. Luís e do canal de Youtube da Fundação D. Luís I.

De 21 de Março a 14 de Abril – António Ramos Rosa

São pequenos spots de poucos minutos com poemas do respetivo Autor e também de poetas que lhe estão próximos. Pois um poeta existe com aquilo que leu e aquilo que se lhe seguiu. Será assim que, em torno destes poetas, ouviremos os Artistas Unidos ler Camões, Camilo Pessanha, Nemésio, Mário Dionísio, Afonso Duarte, O'Neill, Mario Cesariny, Nuno Júdice, Garrett, Antero, Herberto, Manuel António Pina, Gastão Cruz...