segunda-feira, 20 de setembro de 2021

E na próxima semana reabrimos o Teatro da Politécnica com EXERCÍCIO PARA JOELHOS FORTES de Andeeas Flourakis. Na 4ª 29 de Setembro. Em Cascais, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Cascais, a 24 de Setembro, assinalamos o centenário de Carlos de Oliveira com uma sessão de EM VOZ ALTA com leituras de Lia Gama, Luís Lucas, Jorge Silva Melo e Pedro Caeiro. E na 5ª 30 de Setembro estaremos na Casa da Cultura de Setúbal. Jorge Silva Melo lerá Antero de Quental. E continuamos a mostrar MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE. Na 6ª 1 de Outubro no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima.

 


EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis Tradução José António Costa Ideias Com Álvaro Correia, Carla Bolito, Rita Rocha, Vicente Wallenstein Desenho de Luz Daniel Worm Cenografia Marcello Urgeghe Figurinos Ricardo Preto Encenação Carla Bolito Produção, comunicação e gestão financeira Estado Zero Coprodução Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Sá de Miranda Apoio Artistas Unidos, ACCCA – Companhia Clara Andermatt, Cabeleireiro Ulisses Olimpo M16 

No Teatro da Politécnica de 29 de Setembro a 16 de Outubro
3ª a Sáb. às 19h00 

4ª 29, 5ª 30 de Setembro e 6ª 1 de Outubro
Entrada livre (sujeita a reserva e à lotação da sala)

Rapariga Se quiseres, deixa-me grávida, não me importo. Se ficar grávida de ti, terei o meu trabalho garantido.

Andreas Flourakis, Exercícios para joelhos fortes

A directora de uma empresa decide demitir um dos seus dois funcionários. Para manter o emprego os funcionários sujeitam-se a todo o tipo de situações, onde vão precisar de nervos e joelhos fortes para sobreviver, num mundo baseado na competição e humilhação.

Uma encenação de Carla Bolito de um aclamado texto de Andreas Flourakis, um dos dramaturgos gregos contemporâneos que mais tem agitado a cena teatral grega e cuja obra ainda é pouco divulgada em Portugal.

Uma abordagem cruel e sarcástica da violência das relações laborais, ampliadas pelas crises económicas que abalam, uma e outra vez, a Europa ou uma ideia de Europa. O lema ‘salve-se quem puder’ tornou-se ponto pivot nas relações interpessoais, assoladas pelo medo dos despedimentos e do desemprego prolongado como ‘nova normalidade’. Nesta peça a catarse faz-se através do humor ácido e de jogos linguísticos: ganha quem consegue ajoelhar-se.

Carla Bolito

Fotografia © Alípio Padilha



EM VOZ ALTA os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Centenário do Nascimento de Carlos de Oliveira no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Cascais:
6ª feira, 24 de Setembro - Carlos de Oliveira por
 Lia Gama, Luís LucasJorge Silva Melo e Pedro Caeiro.

Na Casa da Cultura, em Setúbal:
5ª feira, 30 de Setembro - Antero de Quental por 
Jorge Silva Melo.




MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 1 de Outubro

Em Portimão, no Teatro Municipal de Portimão a 16 de Outubro
Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 30 de Outubro



Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


segunda-feira, 13 de setembro de 2021

E esta semana estaremos no Teatro Municipal de Bragança com MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller, na 5ª 16 de Setembro. E em breve reabrimos o Teatro da Politécnica com EXERCÍCIO PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis, uma produção da Estado Zero.

 


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro CaeiroPedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António SimãoHélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

No Teatro Municipal de Bragança a 16 de Setembro
5ª às 21h00
Bilheteira e Informações:  273 302 744 | 
bilheteira@cm-braganca.pt

Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 1 de Outubro
Em Portimão, no Teatro Municipal de Portimão a 16 de Outubro
Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 30 de Outubro



Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © 
Jorge Gonçalves




EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis Tradução José António Costa Ideias Com Álvaro Correia, Carla Bolito, Rita Rocha, Vicente Wallenstein Desenho de Luz Daniel Worm Cenografia Marcello Urgeghe Figurinos Ricardo Preto Encenação Carla Bolito Produção, comunicação e gestão financeira Estado Zero Coprodução Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Sá de Miranda Apoio Artistas Unidos, ACCCA – Companhia Clara Andermatt, Cabeleireiro Ulisses Olimpo M16 

No Teatro da Politécnica de 29 de Setembro a 16 de Outubro
3ª a Sáb. às 19h00 

4ª 29, 5ª 30 de Setembro e 6ª 1 de Outubro
Entrada livre (sujeita a reserva e à lotação da sala)

Rapariga Se quiseres, deixa-me grávida, não me importo. Se ficar grávida de ti, terei o meu trabalho garantido.

Andreas Flourakis, Exercícios para joelhos fortes

A directora de uma empresa decide demitir um dos seus dois funcionários. Para manter o emprego os funcionários sujeitam-se a todo o tipo de situações, onde vão precisar de nervos e joelhos fortes para sobreviver, num mundo baseado na competição e humilhação.

Uma encenação de Carla Bolito de um aclamado texto de Andreas Flourakis, um dos dramaturgos gregos contemporâneos que mais tem agitado a cena teatral grega e cuja obra ainda é pouco divulgada em Portugal.

Uma abordagem cruel e sarcástica da violência das relações laborais, ampliadas pelas crises económicas que abalam, uma e outra vez, a Europa ou uma ideia de Europa. O lema ‘salve-se quem puder’ tornou-se ponto pivot nas relações interpessoais, assoladas pelo medo dos despedimentos e do desemprego prolongado como ‘nova normalidade’. Nesta peça a catarse faz-se através do humor ácido e de jogos linguísticos: ganha quem consegue ajoelhar-se.

Carla Bolito

Fotografia © Alípio Padilha

terça-feira, 7 de setembro de 2021

Reabrimos o Teatro da Politécnica com EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis, com encenação de Carla Bolito, em cena a partir de 4ª 29 de Setembro. E para a semana, estaremos no Teatro Municipal de Bragança com MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller na 5ª feira, dia 16.

 


EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis Tradução José António Costa Ideias Com Álvaro Correia, Carla Bolito, Rita Rocha, Vicente Wallenstein Desenho de Luz Daniel Worm Cenografia Marcello Urgeghe Figurinos Ricardo Preto Encenação Carla Bolito Produção, comunicação e gestão financeira Estado Zero Coprodução Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Sá de Miranda Apoio Artistas Unidos, ACCCA – Companhia Clara Andermatt, Cabeleireiro Ulisses Olimpo M16 

No Teatro da Politécnica de 29 de Setembro a 16 de Outubro
3ª a Sáb. às 19h00 

Rapariga Se quiseres, deixa-me grávida, não me importo. Se ficar grávida de ti, terei o meu trabalho garantido.

Andreas Flourakis, Exercícios para joelhos fortes

A directora de uma empresa decide demitir um dos seus dois funcionários. Para manter o emprego os funcionários sujeitam-se a todo o tipo de situações, onde vão precisar de nervos e joelhos fortes para sobreviver, num mundo baseado na competição e humilhação.

Uma encenação de Carla Bolito de um aclamado texto de Andreas Flourakis, um dos dramaturgos gregos contemporâneos que mais tem agitado a cena teatral grega e cuja obra ainda é pouco divulgada em Portugal.

Uma abordagem cruel e sarcástica da violência das relações laborais, ampliadas pelas crises económicas que abalam, uma e outra vez, a Europa ou uma ideia de Europa. O lema ‘salve-se quem puder’ tornou-se ponto pivot nas relações interpessoais, assoladas pelo medo dos despedimentos e do desemprego prolongado como ‘nova normalidade’. Nesta peça a catarse faz-se através do humor ácido e de jogos linguísticos: ganha quem consegue ajoelhar-se.

Carla Bolito

Fotografia © Alípio Padilha




MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo SilvaJoana BárciaAndré Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

No Teatro Municipal de Bragança a 16 de Setembro
5ª às 21h00
 
Bilheteira e Informações:  273 302 744 | bilheteira@cm-braganca.pt


Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Este Sábado, estaremos no Centro Cultural do Cartaxo com MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller, no dia 4. No Teatro da Politécnica, recebemos EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis, com encenação de Carla Bolito. De 29 de Setembro a 16 de Outubro.

 


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante / Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

No Cartaxo, no Centro Cultural do Cartaxo a 4 de Setembro
Sábado às 21h30

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



EXERCÍCIOS PARA JOELHOS FORTES de Andreas Flourakis Tradução José António Costa Ideias Com Álvaro Correia, Carla Bolito, Rita Rocha, Vicente Wallenstein Desenho de Luz Daniel Worm Cenografia Marcello Urgeghe Figurinos Ricardo Preto Encenação Carla Bolito Produção, comunicação e gestão financeira Estado Zero Coprodução Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Sá de Miranda Apoio Artistas Unidos, ACCCA – Companhia Clara Andermatt, Cabeleireiro Ulisses Olimpo M16 

No Teatro da Politécnica de 29 de Setembro a 16 de Outubro
3ª a Sáb. às 19h00 

Rapariga Se quiseres, deixa-me grávida, não me importo. Se ficar grávida de ti, terei o meu trabalho garantido.

Andreas Flourakis, Exercícios para joelhos fortes

A directora de uma empresa decide demitir um dos seus dois funcionários. Para manter o emprego os funcionários sujeitam-se a todo o tipo de situações, onde vão precisar de nervos e joelhos fortes para sobreviver, num mundo baseado na competição e humilhação.

Uma encenação de Carla Bolito de um aclamado texto de Andreas Flourakis, um dos dramaturgos gregos contemporâneos que mais tem agitado a cena teatral grega e cuja obra ainda é pouco divulgada em Portugal.

Uma abordagem cruel e sarcástica da violência das relações laborais, ampliadas pelas crises económicas que abalam, uma e outra vez, a Europa ou uma ideia de Europa. O lema ‘salve-se quem puder’ tornou-se ponto pivot nas relações interpessoais, assoladas pelo medo dos despedimentos e do desemprego prolongado como ‘nova normalidade’. Nesta peça a catarse faz-se através do humor ácido e de jogos linguísticos: ganha quem consegue ajoelhar-se.

Carla Bolito

Fotografia © Alípio Padilha


segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Estaremos no Cartaxo com MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller. A 4 de Setembro, Sábado, às 21h30 no Centro Cultural do Cartaxo.

 


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante / Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

No Cartaxo, no Centro Cultural do Cartaxo a 4 de Setembro
Sábado
às 21h30

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves

RESERVAS | 243 701 600 | ccultural@cm-cartaxo.pt 
Bilhetes à venda em Ticketline.pt:
 
https://bit.ly/3jTIg8l

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Quase Setembro!


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

No Cartaxo, no Centro Cultural do Cartaxo a 4 de Setembro

Em Bragança, no Teatro Municipal de Bragança a 16 de Setembro


Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Última semana para ver em Lisboa MORTE DE UM CAIXEIRO-VIAJANTE de Arthur Miller. Só até domingo, 15 de Agosto, no CCB. E a partir de Setembro, voltaremos ao Cartaxo, a Bragança, a Ponte de Lima, a Portimão, à Guarda...

 


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante / Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Em Lisboa, no CCB de 6 a 15 de Agosto
4ª a Sáb. às 19h00 | Dom. às 16h00

No Cartaxo, no Centro Cultural do Cartaxo a 4 de Setembro
Em Bragança, no Teatro Municipal de Bragança a 16 de Setembro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 1 de Outubro
Em Portimão, no Teatro Municipal de Portimão a 16 de Outubro
Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 30 de Outubro

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Na 6ª, 6 de Agosto, às 19h00, estreamos em Lisboa MORTE DE UM CAIXEIRO-VIAJANTE de Arthur Miller. O espectáculo estará em cena até 15 de Agosto, às 19h00 e aos domingos às 16h00, no Centro Cultural de Belém.

 


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula MoraTiago Matias, Sara Inês Gigante Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Em Lisboa, no CCB de 6 a 15 de Agosto
4ª a Sáb. às19h00 | Dom. às 16h00

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves

segunda-feira, 26 de julho de 2021

E é já na próxima semana que MORTE DE UM CAIXEIRO-VIAJANTE de Arthur Miller chegará ao CCB. De 6 a 15 de Agosto, de 4ª a sábado às 19h00, domingos às 16h00. E não se esqueça de visitar a nossa Livraria On-line!

 


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Em Lisboa, no CCB de 6 a 15 de Agosto
4ª a Sáb. às19h00 | Dom. às 16h00

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



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segunda-feira, 19 de julho de 2021

E estamos quase a apresentar MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller em Lisboa, no CCB. De 6 a 15 de Agosto. E não se esqueça de espreitar a nossa Livraria On-line!

 


MORTE DE UM CAIXEIRO VIAJANTE de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com Américo Silva, Joana Bárcia, André Loubet, Pedro Caeiro, Pedro Baptista, José Neves, Paula Mora, Tiago Matias, Sara Inês Gigante / Rita Rocha Silva, Ana Amaral, António Simão, Hélder Braz e Joana Resende Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Luz Pedro Domingos Assistentes Nuno Gonçalo Rodrigues e Joana Resende Encenação Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos, TNDM, TNSJ M12

Em Lisboa, no CCB de 6 a 15 de Agosto

No Cartaxo, no Centro Cultural do Cartaxo a 4 de Setembro
Em Bragança, no Teatro Municipal de Bragança a 16 de Setembro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 1 de Outubro
Em Portimão, no Teatro Municipal de Portimão a 16 de Outubro
Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 30 de Outubro

Happy  Tudo bem, miúdo. Vou mostrar-te a ti e a toda a gente que Willy Loman não morreu em vão. Ele tinha um sonho bom. O único sonho que vale a pena ter — ser o número um. Lutou muito, e agora hei-de consegui-lo por ele.

Arthur Miller, Morte de um Caixeiro Viajante

Estados Unidos, anos 40. Como pano de fundo o sonho americano, o ideal de self made man e o mito do sucesso. Willy Loman quer dar o mundo aos seus filhos, quer que o conquistem. Depois de 34 anos a trabalhar como caixeiro viajante, vê os seus sonhos, esperanças e ilusões desvanecerem-se, perdendo o chão e, consequentemente, a noção de realidade. Uma tragédia moderna do cidadão comum, que encontra na impotência e inutilidade do fracasso a derradeira violência.

É tão bom voltar àqueles autores que foram abrindo caminhos inesperados ao teatro. Fizemo-lo com Harold Pinter, fizemo-lo com Pirandello, fizemo-lo recentemente com Tennessee Williams. Tão bom passar uns tempos, uns anos, com o mesmo autor, ver-lhe os recursos, as obsessões, os segredos. E mostrar aos espectadores que o teatro se vai fazendo. Sim, somos herdeiros. Herdeiros daqueles que não se subjugaram a uma lógica do entretenimento nem se resumem a “eventos” e que obrigaram o palco a ser um lugar de conflito e pensamento. Agora, com Arthur Miller.

Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



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