segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

REI ÉDIPO


ESTREIA NA SALA GARRETT DO TEATRO NACIONAL D. MARIA II A 18 DE FEVEREIRO

Escrita por Sófocles por volta de 427 a. C., Rei Édipo foi considerada por Aristóteles o mais perfeito exemplo de trágedia. No mito de Édipo, confrontamo-nos com as nossas perguntas sobre a identidade do poder, a ascenção e queda dos vitoriosos, a incerteza da vida, a relação entre o público e o privado, o desígnio do destino em oposição ao livre arbítrio.


A peste atinge a cidade. E o Rei Édipo quer saber porquê. Juntam-se as gentes à porta do palácio.


E o Rei vem ter com a multidão e diz:


Nas ruas,
há gemidos, cantos fúnebres, lamentos.
Mas chora o quê a nossa cidade?
Que esperais?

De pergunta em pergunta, de resposta em resposta, os enigmas vão caindo. Édipo quer saber. Quer saber que maldição paira sobre a sua cidade, quer saber quem é. Vai descobrir uma verdade tremenda. Esta é a tragédia do saber.

Com Diogo Infante, Lia Gama, Virgílio Castelo, António Simão, Pedro Gil, Cândido Ferreira, José Neves, António Banha, Américo Silva, Daniel Pinto, David Pereira Bastos, Elmano Sancho, João Meireles, João Miguel Rodrigues, Joaquim Pedro, John Romão, Miguel Telmo, Pedro Lamas, Pedro Luzindro, Pedro Cardoso, Ruben Tiago, Tiago Matias, André Patrício, Bernardo de Almeida, Estêvão Antunes, Hugo Bettencourt, Hugo Samora, João Delgado, Manuel Sá Pessoa, Miguel Aguiar, Pedro Mendes, Ricardo Batista, Tiago Mateus e as crianças Beatriz Lourenço Inês Constantino Margarida Correia e Beatriz Monteiro Inês Antunes Neuza Campos Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Música original Pedro Carneiro Espacialização e Assistência musical André Sier Acompanhamento dramatúrgico José Pedro Serra Assistência de encenação Luís Filipe Costa, João Miguel Rodrigues, Pedro Lamas Assistência de produção João Meireles Versão e Encenação Jorge Silva Melo

Co-produção Teatro Nacional D. Maria II / Artistas Unidos em colaboração com a Orquestra de Câmara Portuguesa

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