sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

E na 2ª feira, pelas 18h30, temos o lançamento do livrinho de Teatro nº110, A BATALHA DE NÃO SEI QUÊ e Outras Peças de Ricardo Neves-Neves. Esta semana continuamos com O GRANDE DIA DA BATALHA de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo no Teatro Nacional D. Maria II. E em cena no Teatro da Politécnica continua DÉDALO de Miguel Graça, só até sábado 27 de Janeiro.



LANÇAMENTO LIVRINHO DE TEATRO Nº110
A BATALHA DE NÃO SEI QUÊ E OUTRAS PEÇAS de Ricardo Neves-Neves


No Teatro da Politécnica, dia 22 de Janeiro, pelas 18h30.

Lançamento do livrinho nº110, A Batalha de Não Sei Quê e outras peças, de Ricardo Neves-Neves. Com leitura por Andreia Bento, Pedro Carraca, Rafael Gomes e José Leite.







O GRANDE DIA DA BATALHA variações sobre o ALBERGUE NOCTURNO de Máximo Gorki Com Vânia Rodrigues, Paula Mora, Rúben Gomes, Hugo Tourita, Figueira Cid, André Loubet, Gonçalo Carvalho, José Neves, Simon FrankelRicardo Aibéo, Inês Pereira, João Pedro Mamede, Pedro BaptistaTiago Matias, Gonçalo EgitoJoão Estima, Diana Narciso, Rita DelgadoMiguel Galamba e Sara Inês GiganteCenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Apoio Musical Rui Rebelo Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz CardosoEncenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos Coprodução TNDMII A classificar pela CCE

No Teatro Nacional D. Maria II de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro
4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h | Dom. às 16h

São "os tristes, os vis, os oprimidos", escreveu Gomes Leal quando ouvia "os passos da Canalha" anunciando "O grande dia da Batalha". E que foi feito deles, abandonados pela industrialização, abandonados pela pós-industrialização, morrendo de drogas como outrora de tuberculose? Usámo-los para comprar a boa consciência dos nossos salões burgueeses? E agora espantamo-nos ao vê-lo engrossar, como na Alemanha de 1933, as milícias de miseráveis que querem "restaurar a ordem", voltar atrás? "Pois foi, diz JSM, enxertei a minha perplexidade neste texto maior de Gorki, o que em 1901, assim abriu as cenas ao mundo colectivo, o que inventou o plano geral no teatro, o que fez soprar sobre os miseráveis um vento cálido de Primavera."

Luca Todos somos precisos para se fazer um mundo.
Jorge Silva Melo, O Grande Dia da Batalha


Fotografia © Jorge Gonçalves



DÉDALO de Miguel Graça Com David Esteves e Pedro Caeiro Desenho de Luz Daniel Worm d’Assumpção Criação David Esteves, Miguel Graça e Pedro Caeiro M/16

No Teatro da Politécnica de 17 a 27 de Janeiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h00

Como se constrói uma casa? É esta a pergunta que dois actores e um autor ausente tentam responder. A casa é uma metáfora para a família, para o amor e para o auto-conhecimento, e as três personagens vivem a impossibilidade de alcançarem cada uma dessas três coisas em diferentes momentos da vida.
Dédalo é a segunda parte de uma trilogia de Miguel Graça que se iniciou em 2016 com Minotauro e terminará em 2018 com Ariadne. Os textos têm em comum, para além da relação com as figuras mitológicas, a ilusão de que não existe uma realidade efabulada, sendo o dispositivo dramático do aqui e agora o motor da acção, o que leva a uma (aparente) ausência de personagens e a uma mistura entre realidade e ficção.

Fotografia © Alípio Padilha

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