segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

É já nesta 5ª dia 18 que estreamos O GRANDE DIA DA BATALHA de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo no Teatro Nacional D.Maria II. E no Teatro da Politécnica temos DÉDALO de Miguel Graça na 4ª 17. Há ainda, na 2ª 22 o lançamento do Livrinho de Teatro número 110, A BATALHA DE NÃO SEI QUÊ e outras peças de Ricardo Neves- Neves. E estão prestes a fechar as assinaturas para os Livrinhos de Teatro 2018. São 10 livros = 50€. Já assinou?


O GRANDE DIA DA BATALHA variações sobre o ALBERGUE NOCTURNO de Máximo Gorki Com Vânia Rodrigues, Paula MoraRúben Gomes, Hugo Tourita, Figueira Cid, André LoubetGonçalo Carvalho, José Neves, Simon Frankel, Ricardo Aibéo, Inês Pereira, João Pedro MamedePedro Baptista, Tiago Matias, Gonçalo Egito, João Estima, Diana NarcisoRita Delgado, Miguel Galamba e Sara Inês GiganteCenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Apoio Musical Rui Rebelo Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz CardosoEncenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos Coprodução TNDMII A classificar pela CCE

No Teatro Nacional D. Maria II de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro
4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h | Dom. às 16h

São "os tristes, os vis, os oprimidos", escreveu Gomes Leal quando ouvia "os passos da Canalha" anunciando "O grande dia da Batalha". E que foi feito deles, abandonados pela industrialização, abandonados pela pós-industrialização, morrendo de drogas como outrora de tuberculose? Usámo-los para comprar a boa consciência dos nossos salões burgueeses? E agora espantamo-nos ao vê-lo engrossar, como na Alemanha de 1933, as milícias de miseráveis que querem "restaurar a ordem", voltar atrás? "Pois foi, diz JSM, enxertei a minha perplexidade neste texto maior de Gorki, o que em 1901, assim abriu as cenas ao mundo colectivo, o que inventou o plano geral no teatro, o que fez soprar sobre os miseráveis um vento cálido de Primavera."

Luca Todos somos precisos para se fazer um mundo.
Jorge Silva Melo, O Grande Dia da Batalha

Fotografia © Jorge Gonçalves



DÉDALO de Miguel Graça Com David Esteves e Pedro Caeiro Desenho de Luz Daniel Worm d’Assumpção Criação David Esteves, Miguel Graça e Pedro Caeiro M/16

No Teatro da Politécnica de 17 a 27 de Janeiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h00

Como se constrói uma casa? É esta a pergunta que dois actores e um autor ausente tentam responder. A casa é uma metáfora para a família, para o amor e para o auto-conhecimento, e as três personagens vivem a impossibilidade de alcançarem cada uma dessas três coisas em diferentes momentos da vida.
Dédalo é a segunda parte de uma trilogia de Miguel Graça que se iniciou em 2016 com Minotauro e terminará em 2018 com Ariadne. Os textos têm em comum, para além da relação com as figuras mitológicas, a ilusão de que não existe uma realidade efabulada, sendo o dispositivo dramático do aqui e agora o motor da acção, o que leva a uma (aparente) ausência de personagens e a uma mistura entre realidade e ficção.




LANÇAMENTO LIVRINHO DE TEATRO Nº110
A BATALHA DE NÃO SEI QUÊ E OUTRAS PEÇAS de Ricardo Neves-Neves


No Teatro da Politécnica, dia 22 de Janeiro, pelas 18h30.

Lançamento do livrinho nº110, A Batalha de Não Sei Quê e outras peças, de Ricardo Neves-Neves. Com leitura por Andreia Bento, Pedro Carraca, António Simão e José Leite.




Vamos continuar com os Livrinhos de Teatro. Em 2018, queremos editar 10 volumes. Enviaremos 3 a 4 remessas durante o ano. Sem portes de correio. Mas, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica em 2018.
Quanto tem de pagar? 50 euros no acto da assinatura.
Por cheque para Rua Campo de Ourique, 120 – 1250-062 Lisboa ou por transferência bancária IBAN PT50 0007 0018 00257 880006 19

Janeiro
Nº 111 - Claudio Tolcachir - A Omissão da Família Coleman/ Terceiro Corpo
Nº 112 - Daniel Veronese - Mulheres Sonharam Cavalos/ De Carro
Nº 113 - Matías Del Federico - Em Terapia/ Somos Childfree
Nº 114– Owen McCafferty – Sem Alarde

Fevereiro
Nº 115 - Marguerite Duras - O Teatro da Amante Inglesa

Setembro
Nº 116 - Pascal Rambert - inédito
Nº 117 - Dimítris Dimitriádis -  A Circularidade do Quadrado
Nº 118 - Jean Cocteau - Os Pais Terríveis/ A Águia das Duas Cabeças 

Novembro
Nº 119 - Juan Mayorga- O Crítico/ Reikiavik/ O Cartógrafo
Nº 120 - André Murraças - Orlando, Ouve e outras peças

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