terça-feira, 7 de agosto de 2018

Na 4ª, 29 de Agosto vamos a Setúbal com O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras. E entretanto ensaiamos, sim. O VENTO NUM VIOLINO de Claudio Tolcachir estreia no Teatro da Politécnica a 5 de Setembro.



O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras Tradução Luís Francisco Rebello Com Isabel Muñoz CardosoJoão Meireles Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

Em Setúbal, no Fórum Luísa Todi a 29 de Agosto

Quem foi esta mulher que assassinou a prima e dispersou os pedaços do cadáver pelo viadutos do caminho de ferro? A notícia tocou Marguerite Duras. E o facto de a criminosa nunca ter parado de fazer perguntas sobre o que fizera e porquê. "Quem é esta mulher?" chamou-se a primeira versão feita em Portugal deste texto seco, duro e frio.
O Interrogador Confessou ser a autora da morte da sua prima Marie-Thérèse Bousquet?
Claire É verdade.

Marguerite Duras, O Teatro da Amante Inglesa



O VENTO NUM VIOLINO de Claudio Tolcachir Tradução Antónia Terrinha e Rita Bueno Maia Com Andreia Bento, Isabel Muñoz Cardoso, Margarida CorreiaPedro Baptista, Pedro Carraca Sara Inês Gigante Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos M18

No Teatro da Politécnica de 5 de Setembro a 13 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

CELESTE Tudo o que vejo está nos teus olhos. Olha... Olha...
Mulheres que se amam, procuram desesperadamente um filho. Mães com filhos, desesperadas por assegurar-lhes a felicidade. Filhos desorientados. E o amor que atravessa tudo.

Fotografias © Jorge Gonçalves

segunda-feira, 30 de julho de 2018

A 5 de Setembro abrimos o Teatro da Politécnica com O VENTO NUM VIOLINO de Claudio Tolcachir e uma exposição de desenhos de Catarina Lopes Vicente. Mas logo na semana seguinte estreamos em Viseu DO ALTO DA PONTE de Arthur Miller.




O VENTO NUM VIOLINO de Claudio Tolcachir Tradução Antónia Terrinha e Rita Bueno Maia Com Andreia Bento, Isabel Muñoz Cardoso, Margarida Correia, Pedro Baptista, Pedro Carraca e Sara Inês Gigante Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos M18

No Teatro da Politécnica de 5 de Setembro a 13 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

CELESTE Tudo o que vejo está nos teus olhos. Olha… Olha…
Mulheres que se amam, procuram desesperadamente um filho. Mães com filhos, desesperadas por assegurar-lhes a felicidade. Filhos desorientados. E o amor que atravessa tudo.

Fotografia © Jorge Gonçalves


DESENHOS de Catarina Lopes Vicente
No Teatro da Politécnica de 5 de Setembro a 13 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

Catarina Lopes Vicente mostra um conjunto de trabalhos recentes, que se caracterizam por um processo de inscrições mediadas pelo corpo, que resultam de uma relação direta e imediata entre a sua produção e o seu resultado visível. São desenhos que por um lado anunciam produção de forma, e outros que resultam da produção de gestos operativos sobre a superfície do papel. Estes constituem dois tempos do processo e anunciam tipologias de trabalho diferentes. No conjunto de desenhos onde se adivinha produção de forma, muitas vezes recorro a referentes visuais pré-existentes com origem no meu vasto arquivo pessoal. Estes são sujeitos, no decorrer o processo de construção dos desenhos, a uma espécie de tratamento de subtracção das suas características representacionais. Por outro lado, há desenhos que resultam de inúmeros gestos operativos e acções sobre a superfície do papel. Estes são agora imagens que se vão construindo a si próprias, através desses gestos operativos que ao longo da sua produção deixam adivinhar a sua visibilidade.

Apoio Fundação Calouste Gulbenkian



DO ALTO DA PONTE 
de Arthur Miller Tradução Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho 
Com Américo Silva (Eddie), Joana Bárcia(Beatrice), Vânia Rodrigues (Catherine), António Simão (Alfieri),  Bruno Vicente (Marco), André Loubet (Rodolpho) Tiago Matias (Primeiro Agente), Hugo Tourita (Louis), Gonçalo Carvalho (Segundo Agente), João Estima (Mike), Hélder Braz (Sr. Lipari), Inês Pereira / Sara Inês Gigante (Sra. Lipari), Romeu Vala (Tony e Clandestino) e Miguel Galamba (Clandestino) Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Produção João Meireles Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Inês Pereira Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Viseu, no Teatro Viriato a 14 e 15 de Setembro
No Teatro Municipal da Guarda a 21 de Setembro
Em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva a 28 de Setembro
No Centro Cultural Município do Cartaxo a 6 de Outubro
No Teatro Municipal de Vila Real a 19 de Outubro
No Teatro Municipal de Bragança a 27 de Outubro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 3 de Novembro
No Porto, no Teatro Nacional São João de 8 a 25 de Novembro
No São Luiz Teatro Municipal de 10 a 27 de Janeiro de 2019

Catherine Diz-me uma coisa. Quer dizer, diz-me só isto, Rodolpho - ainda quererias casar comigo se afinal tivéssemos que ir viver para itália? Se tivesse que ser.
Rodolpho Quem está a perguntar. Tu ou ele?
Arthur Miller, Do Alto da Ponte

Um drama passional, um dilema moral, uma tragédia contemporânea? Nos portos de Nova Iorque, entre emigrantes italianos. A suspeição, o ciúme, a delação, a traição numa altura em que arranca a caça às bruxas do MacCarthismo. Que lei é esta que não respeita a lei de cada um? Quem são os vitoriosos, quem os derrotados? Depois de Harold Pinter, Pirandello e Tennessee Williams, os Artistas Unidos entregam-se ao teatro de Arthur Miller, descobrindo personagens “escritos” para eles. Traições, contradições, cegueira, leis antigas, leis e morte, sangue de gente pobre. Em palco, falar-se-á de emigrantes, de escolhas difíceis, dos anos 50, dos dias de hoje.

Fotografia © Jorge Gonçalves

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Parte da equipa a terminar férias, outros a partirem daqui a dias. E a 5 de Setembro abrimos o Teatro da Politécnica para a temporada 2018/2019. Com O VENTO NUM VIOLINO de Claudio Tolcachir e uma exposição de desenhos de Catarina Lopes Vicente. Mas continuamos a ensaiar DO ALTO DA PONTE de Arthur Miller com estreia em Viseu. No Teatro Viriato a 14 e 15 de Setembro.


O VENTO NUM VIOLINO de Claudio Tolcachir Tradução Antónia Terrinha e Rita Bueno Maia Com Andreia Bento, Isabel Muñoz Cardoso, Margarida Correia, Pedro Baptista, Pedro Carraca e Sara Inês Gigante Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos M18
No Teatro da Politécnica de 5 de Setembro a 13 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

CELESTE Tudo o que vejo está nos teus olhos. Olha… Olha…

Mulheres que se amam, procuram desesperadamente um filho. Mães com filhos, desesperadas por assegurar-lhes a felicidade. Filhos desorientados. E o amor que atravessa tudo.
 Fotografia © Jorge Gonçalves


DESENHOS de Catarina Lopes Vicente

No Teatro da Politécnica de 5 de Setembro a 13 de Outubro3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo



Catarina Lopes Vicente mostra um conjunto de trabalhos recentes, que se caracterizam por um processo de inscrições mediadas pelo corpo, que resultam de uma relação direta e imediata entre a sua produção e o seu resultado visível. São desenhos que por um lado anunciam produção de forma, e outros que resultam da produção de gestos operativos sobre a superfície do papel. Estes constituem dois tempos do processo e anunciam tipologias de trabalho diferentes. No conjunto de desenhos onde se adivinha produção de forma, muitas vezes recorro a referentes visuais pré-existentes com origem no meu vasto arquivo pessoal. Estes são sujeitos, no decorrer o processo de construção dos desenhos, a uma espécie de tratamento de subtracção das suas características representacionais. Por outro lado, há desenhos que resultam de inúmeros gestos operativos e acções sobre a superfície do papel. Estes são agora imagens que se vão construindo a si próprias, através desses gestos operativos que ao longo da sua produção deixam adivinhar a sua visibilidade.


Apoio 
Fundação Calouste Gulbenkian




DO ALTO DA PONTE de Arthur Miller
Tradução 
Ana Raquel Fernandes e Rui Pina Coelho Com
 Américo Silva (Eddie), Joana Bárcia (Beatrice), Vânia Rodrigues (Catherine), António Simão (Alfieri),  Bruno Vicente (Marco), André Loubet (Rodolpho) Tiago Matias (Primeiro Agente), Hugo Tourita (Louis), Gonçalo Carvalho (Segundo Agente) João Estima (Mike), Hélder Braz (Sr. Lipari), Inês Pereira/Sara Inês Gigante (Sra. Lipari), Romeu Vala (Tony e Clandestino) e Miguel Galamba (Clandestino) Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Produção João Meireles Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Inês Pereira Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Viseu, no Teatro Viriato a 14 e 15 de SetembroNo Teatro Municipal da Guarda a 21 de SetembroEm Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva a 28 de SetembroNo Centro Cultural Município do Cartaxo a 6 de OutubroNo Teatro Municipal de Vila Real a 19 de OutubroNo Teatro Municipal de Bragança a 27 de OutubroEm Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 3 de NovembroNo Porto, no Teatro Nacional São João de 8 a 25 de NovembroNo Teatro Aveirense a 1 de DezembroNo São Luiz Teatro Municipal de 10 a 27 de Janeiro

CATHERINE Diz-me uma coisa. Quer dizer, diz-me só isto, Rodolpho - ainda quererias casar comigo se afinal tivéssemos que ir viver para itália? Se tivesse que ser.
RODOLPHO Quem está a perguntar. Tu ou ele?
Arthur Miller, Do Alto da Ponte

Um estivador, Eddie Carbone, confiante do seu lugar na classe trabalhadora do bairro a que chama casa. Essa vida que muda quando concorda em receber os seus primos emigrantes. Um caso amoroso expõe um negro segredo desta família e a suspeição, o ciúme e a traição rapidamente se seguem neste drama passional de um Arthur Miller já mais desiludido, numa altura em que a caça às bruxas do MacCarthismo está com uma força redobrada.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Mesmo a acabar a carreira de NADA DE MIM de Arne Lygre. Só até sábado no Teatro da Politécnica. E a seguir, é como se fossemos de férias.


NADA DE MIM de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Carla Bolito, Pedro Caeiro, Elisabete Pinto e Tiago Matias Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação e espaço cénico Pedro Jordão Uma produção Artistas Unidos Co-produção Teatro do Noroeste - CDV M16
No Teatro da Politécnica de 4 a 21 de Julho
Integrado no Festival de Almada
3ª 17, 4ª 18 às 19h00;
5ª 19, 6ª 20 e sáb. 21 às 21h00

RESERVAS: 
961960281 | 21391 67 50 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

ELE Quartos vazios. Quase sem móveis. Tu e eu.
EU Sim.
ELE É isto mesmo.
Arne Lygre, Nada de Mim

Uma mulher, um homem. Pensaram amar-se para sempre. Mas a felicidade não será a última palavra. Uma peça íntima, secreta, obsessiva, poética, crua, de Arne Lygre, o autor norueguês de quem só agora conseguimos fazer uma peça. Uma escrita singular. Uma autópsia.

Fotografia 
© Jorge Gonçalves

segunda-feira, 9 de julho de 2018

No Teatro da Politécnica continua NADA DE MIM de Arne Lygre, integrado no Festival de Almada. Até 21 de Julho. Atenção aos horários.


NADA DE MIM de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Carla Bolito, Pedro Caeiro, Elisabete Pinto e Tiago Matias Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação e espaço cénico Pedro Jordão Uma produção Artistas Unidos Co-produção Teatro do Noroeste - CDV M16
No Teatro da Politécnica de 4 a 21 de JulhoIntegrado no Festival de Almada

3ª 17, 4ª 18 às 19h00;
5ª 12 às 18h00 e às 21h00;
4ª 11, 6ª 13, sáb. 14, 5ª 19, 6ª 20 e sáb. 21 às 21h00; 
3ª 10 às 18h00

RESERVAS: 
961960281 | 21391 67 50 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

ELE Quartos vazios. Quase sem móveis. Tu e eu.
EU Sim.
ELE É isto mesmo.
Arne Lygre, Nada de Mim

Uma mulher, um homem. Pensaram amar-se para sempre. Mas a felicidade não será a última palavra. Uma peça íntima, secreta, obsessiva, poética, crua, de Arne Lygre, o autor norueguês de quem só agora conseguimos fazer uma peça. Uma escrita singular. Uma autópsia.
   

Fotografia © Jorge Gonçalves

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Estreia no Teatro da Politécnica NADA DE MIM de Arne Lygre, integrado no Festival de Almada. Atenção aos horários.


NADA DE MIM de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Carla Bolito, Pedro Caeiro, Elisabete Pinto e Tiago Matias Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação e espaço cénico Pedro Jordão Uma produção Artistas Unidos Co-produção Teatro do Noroeste - CDV M16
No Teatro da Politécnica de 4 a 21 de JulhoIntegrado no Festival de Almada

4ª 4, 3ª 17, 4ª 18 às 19h00;
5ª 5 e 5ª 12 às 18h00 e às 21h00;
6ª, 6, sáb. 7, 4ª 11, 6ª 13, sáb. 14, 5ª 19, 6ª 20 e sáb. 21 às 21h00; 
3ª 10 às 18h00

RESERVAS: 
961960281 | 21391 67 50 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

ELE Quartos vazios. Quase sem móveis. Tu e eu.
EU Sim.
ELE É isto mesmo.
Arne Lygre, Nada de Mim

Uma mulher, um homem. Pensaram amar-se para sempre. Mas a felicidade não será a última palavra. Uma peça íntima, secreta, obsessiva, poética, crua, de Arne Lygre, o autor norueguês de quem só agora conseguimos fazer uma peça. Uma escrita singular. Uma autópsia.
   

Fotografia © Jorge Gonçalves

terça-feira, 26 de junho de 2018

SNOB NA POLITÉCNICA - Feira do Livro - Lançamento do livro "100 Aforismos" de Delfim Lopes, 28 de Junho às 19h00.


Lançamento do livro 100 Desaforismos de Delfim Lopes


No Teatro da Politécnica 28 de Junho às 19h00

Integrado na Feira do Livro SNOB NA POLITÉCNICA

O livro dá pelo título de "100 Desaforismos", sendo apresentado por Helena Rafael e Rui Caeiro, e dele constam, além de uma Intro e uma coda, 100 aforismos no qual (a)tentei subverter a fórmula grega - na qual, geralmente se chegava pela verdade à beleza - escrevendo-os de forma inversa, para através de jogos de língua (bem como da beleza da mesma) atingir um resultado axiomático. 

Delfim Lopes

segunda-feira, 25 de junho de 2018

No Teatro da Politécnica, continua a Feira do Livro SNOB NA POLITÉCNICA. De 4ª a 6ª das 17h00 às 21h00. E dentro de dias, na 5ª 28, estreia PROSOPOPEIA de Pedro Baptista. Até sábado 30 de Junho. Também na 5ª 28, na Casa da Cultura de Setúbal, leitura EM VOZ ALTA. João Meireles, Manuel Wiborg e Pedro Carraca lêem ALEXANDRE O’NEILL. No Teatro da Politécnica, NADA DE MIM de Arne Lygre, integrado no Festival de Almada de 4 a 21 de Julho.


SNOB NA POLITÉCNICA - Feira do Livro

Nascida em Guimarães em 2013, a Snob sempre esteve ligada ao teatro, seja com a Oficina ou a Licenciatura de Teatro da Uminho. Mudando de paradigma e tornando-se mais móvel, vem agora ao Teatro da Politécnica com uma boa selecção teatro, poesia, editores independentes, raridades e promoções, para que em vez de feira o encontro com os leitores seja uma festa.

Organização da Livraria Snob e Artistas Unidos

No Teatro da Politécnica de 20 a 29 de Junho
4ª, 5ª e 6ª das 17h00 às 21h00

4ª 27 de Junho19h | A BOCA ENORME e outras histórias de José Gomes Ferreira por Andreia Bento

5ª 28 de Junho19h | O NARIZ de Gogol por Jorge Silva Melo

6ª 29 de Junho19h | GREGUERÍAS de Gomes de la Serna por João MeirelesAndreia BentoAntónio Simão e Pedro Carraca



PROSOPOPEIA de Pedro Baptista Com Ana Valente, Elena Rudakova, Francisco Sousa e Mário Coelho Luz Manuel Abrantes Encenação Pedro Baptista A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica de 28 a 30 de Junho
5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

prosopopeia: figura em que o orador atribui o dom da palavra, o sentimento ou a acção a seres inanimados ou irracionais, aos mortos ou aos ausentes.
Composição a quatro corpos. Pode ser uma melodia, um rizoma, um movimento, uma oratória. Uma sequência de monólogos, na qual cada corpo que se presta a ser individualmente observado, ouvido, detectado, interpretado, percepcionado, disserta sobre as mesmas ideias - como num ciclo ao qual não poderá inevitavelmente escapar.
Fotografia © Alípio Padilha




os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.
Na Casa da Cultura de Setúbal, 28 de Junho às 18h30
ALEXANDRE O'NEILL
 por  João Meireles, Manuel Wiborg Pedro Carraca

Fotografia © Jorge Gonçalves



NADA DE MIM de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Carla Bolito, Pedro Caeiro, Elisabete Pinto e Tiago Matias Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação e espaço cénico Pedro Jordão Uma produção Artistas Unidos Co-produção Teatro do Noroeste - CDV M16

No Teatro da Politécnica de 4 a 21 de JulhoIntegrado no Festival de Almada
4ª 4, 3ª 17, 4ª 18 às 19h00;
5ª 5 e 5ª 12 às 18h00 e às 21h00;
6ª, 6, sáb. 7, 4ª 11, 6ª 13, sáb. 14, 5ª 19, 6ª 20 e sáb. 21 às 21h00; 
3ª 10 às 18h00

RESERVAS: 
961960281 | 21391 67 50 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

ELE Quartos vazios. Quase sem móveis. Tu e eu.
EU Sim.
ELE É isto mesmo.

Arne Lygre, Nada de Mim

Uma mulher, um homem. Pensaram amar-se para sempre. Mas a felicidade não será a última palavra. Uma peça íntima, secreta, obsessiva, poética, crua, de Arne Lygre, o autor norueguês de quem só agora conseguimos fazer uma peça. Uma escrita singular. Uma autópsia.

Fotografia © Jorge Gonçalves






segunda-feira, 18 de junho de 2018

Começa a feira do livro SNOB NA POLITÉCNICA: 4ª 20 de Abril às 17h00. Ainda no Teatro da Politécnica, a 22 de Junho, às 21h00, acolhemos a leitura de DAVE QUEDA-LIVRE de Tiago Lima e a partir de 5ª 28 de Junho PROSOPOPEIA de Pedro Baptista. E em Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda, estreamos NADA DE MIM de Arne Lygre.


SNOB NA POLITÉCNICA - Feira do Livro

Nascida em Guimarães em 2013, a Snob sempre esteve ligada ao teatro, seja com a Oficina ou a Licenciatura de Teatro da Uminho. Mudando de paradigma e tornando-se mais móvel, vem agora ao Teatro da Politécnica com uma boa selecção teatro, poesia, editores independentes, raridades e promoções, para que em vez de feira o encontro com os leitores seja uma festa.

Organização da Livraria Snob e Artistas Unidos

No Teatro da Politécnica de 20 a 29 de Junho
4ª, 5ª e 6ª das 17h00 às 21h00


4ª 20 de Junho
19h | Alexandre O'Neill por
 João Meireles e António Simão

5ª 21 de Junho
19h | NOÉ e ILHA DO DESPORTO de
 Ricardo Neves-Neves por Andreia Bento e Pedro Carraca

6ª 22 de Junho
19h | HISTÓRIAS DE SENHOR KEUNER de
 Bertolt Brecht por João Meireles

4ª 27 de Junho
19h | A BOCA ENORME e outras histórias de
 José Gomes Ferreira por Andreia Bento

5ª 28 de Junho
19h | O NARIZ de
 Gogol por Jorge Silva Melo

6ª 29 de Junho
19h | GREGUERÍAS de
 Gomes de la Serna por João Meireles, Andreia BentoAntónio Simão Pedro Carraca



Leitura de DAVE QUEDA-LIVRE de Tiago Lima Com Ana Rita Monteiro, Beatriz Batarda, Bruno Ambrósio, Carolina Passos Sousa, David Esteves, Guilherme Moura, Isabel Costa, João Pedro Mamede, Miguel Loureiro e Rodolfo Major Dramaturgia e revisão Daniel Gamito Marques Direcção Tiago Lima A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica a 22 de Junho às 21h00

Dave está à beira do colapso. A vertigem entre algo grandioso e um fracasso, nessa lógica de competição em que ser o melhor é deixar de ser humano, e ser humano é aceitar perder e desaparecer no meio de toda a multidão.

Inspirado na obra de David Foster Wallace, Dave, Queda-Livre tem como fio condutor o universo familiar e a questão do indivíduo na condição de sujeito no mundo.

Quem somos? Qual é a nossa história? Dave vive num futuro próximo, tal como o concebeu o escritor Foster Wallace na sua obra A Piada Infinita, onde as vidas dos americanos de hoje parecem imitar as que ele criou em 1996. Hoje, a América actual parece imitar o modelo por ele elaborado. Não estaremos nós a seguir o mesmo caminho? O seu livro não previu este tempo muito diferente do que ele é realmente hoje.

Quando a era digital dava os primeiros passos, a ficção de Foster Wallace falava de um domínio do entretenimento, do prazer total, do totalitarismo do consumo, da dependência de substâncias, de gadgets, patologias mentais, da solidão, do vazio, do suicídio e de uma imensa tristeza de cada um e do colectivo.

Ilustração © Alex Gozblau


PROSOPOPEIA de Pedro Baptista Com Ana Valente, Elena Rudakova, Francisco Sousa e Mário Coelho Luz Manuel Abrantes Encenação Pedro Baptista A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica de 28 a 30 de Junho
5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

prosopopeia: figura em que o orador atribui o dom da palavra, o sentimento ou a acção a seres inanimados ou irracionais, aos mortos ou aos ausentes.
Composição a quatro corpos. Pode ser uma melodia, um rizoma, um movimento, uma oratória. Uma sequência de monólogos, na qual cada corpo que se presta a ser individualmente observado, ouvido, detectado, interpretado, percepcionado, disserta sobre as mesmas ideias - como num ciclo ao qual não poderá inevitavelmente escapar.
Fotografia © Alípio Padilha


NADA DE MIM de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Carla BolitoPedro CaeiroElisabete Pinto e Tiago Matias Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação e espaço cénico Pedro Jordão Uma produção Artistas Unidos Co-produção Teatro do Noroeste - CDV M16

Em Viana do Castelo, no Café Concerto do Teatro Municipal Sá de Miranda a 21 de Junho às 21h30
Integrado no FITEI VIANA

RESERVAS: 258 823 259 / 967 552 988 / geral@centrodramaticodeviana.com

No Teatro da Politécnica de 4 a 21 de JulhoIntegrado no Festival de Almada
4ª 4, 3ª 17, 4ª 18 às 19h00; 
5ª 5 e 5ª 12 às 18h00 e às 21h00; 
6ª, 6, sáb. 7, 4ª 11, 6ª 13, sáb. 14, 5ª 19, 6ª 20 e sáb. 21 às 21h00; 
3ª 10 às 18h00
RESERVAS: 961960281 | 21391 67 50 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

ELE Quartos vazios. Quase sem móveis. Tu e eu.
EU Sim.
ELE É isto mesmo.
Arne Lygre, Nada de Mim
Uma mulher, um homem. Pensaram amar-se para sempre. Mas a felicidade não será a última palavra. Uma peça íntima, secreta, obsessiva, poética, crua, de Arne Lygre, o autor norueguês de quem só agora conseguimos fazer uma peça. Uma escrita singular. Uma autópsia.

Fotografia © Jorge Gonçalves