segunda-feira, 18 de junho de 2018

Começa a feira do livro SNOB NA POLITÉCNICA: 4ª 20 de Abril às 17h00. Ainda no Teatro da Politécnica, a 22 de Junho, às 21h00, acolhemos a leitura de DAVE QUEDA-LIVRE de Tiago Lima e a partir de 5ª 28 de Junho PROSOPOPEIA de Pedro Baptista. E em Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda, estreamos NADA DE MIM de Arne Lygre.


SNOB NA POLITÉCNICA - Feira do Livro

Nascida em Guimarães em 2013, a Snob sempre esteve ligada ao teatro, seja com a Oficina ou a Licenciatura de Teatro da Uminho. Mudando de paradigma e tornando-se mais móvel, vem agora ao Teatro da Politécnica com uma boa selecção teatro, poesia, editores independentes, raridades e promoções, para que em vez de feira o encontro com os leitores seja uma festa.

Organização da Livraria Snob e Artistas Unidos

No Teatro da Politécnica de 20 a 29 de Junho
4ª, 5ª e 6ª das 17h00 às 21h00


4ª 20 de Junho
19h | Alexandre O'Neill por
 João Meireles e António Simão

5ª 21 de Junho
19h | NOÉ e ILHA DO DESPORTO de
 Ricardo Neves-Neves por Andreia Bento e Pedro Carraca

6ª 22 de Junho
19h | HISTÓRIAS DE SENHOR KEUNER de
 Bertolt Brecht por João Meireles

4ª 27 de Junho
19h | A BOCA ENORME e outras histórias de
 José Gomes Ferreira por Andreia Bento

5ª 28 de Junho
19h | O NARIZ de
 Gogol por Jorge Silva Melo

6ª 29 de Junho
19h | GREGUERÍAS de
 Gomes de la Serna por João Meireles, Andreia BentoAntónio Simão Pedro Carraca



Leitura de DAVE QUEDA-LIVRE de Tiago Lima Com Ana Rita Monteiro, Beatriz Batarda, Bruno Ambrósio, Carolina Passos Sousa, David Esteves, Guilherme Moura, Isabel Costa, João Pedro Mamede, Miguel Loureiro e Rodolfo Major Dramaturgia e revisão Daniel Gamito Marques Direcção Tiago Lima A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica a 22 de Junho às 21h00

Dave está à beira do colapso. A vertigem entre algo grandioso e um fracasso, nessa lógica de competição em que ser o melhor é deixar de ser humano, e ser humano é aceitar perder e desaparecer no meio de toda a multidão.

Inspirado na obra de David Foster Wallace, Dave, Queda-Livre tem como fio condutor o universo familiar e a questão do indivíduo na condição de sujeito no mundo.

Quem somos? Qual é a nossa história? Dave vive num futuro próximo, tal como o concebeu o escritor Foster Wallace na sua obra A Piada Infinita, onde as vidas dos americanos de hoje parecem imitar as que ele criou em 1996. Hoje, a América actual parece imitar o modelo por ele elaborado. Não estaremos nós a seguir o mesmo caminho? O seu livro não previu este tempo muito diferente do que ele é realmente hoje.

Quando a era digital dava os primeiros passos, a ficção de Foster Wallace falava de um domínio do entretenimento, do prazer total, do totalitarismo do consumo, da dependência de substâncias, de gadgets, patologias mentais, da solidão, do vazio, do suicídio e de uma imensa tristeza de cada um e do colectivo.

Ilustração © Alex Gozblau


PROSOPOPEIA de Pedro Baptista Com Ana Valente, Elena Rudakova, Francisco Sousa e Mário Coelho Luz Manuel Abrantes Encenação Pedro Baptista A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica de 28 a 30 de Junho
5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

prosopopeia: figura em que o orador atribui o dom da palavra, o sentimento ou a acção a seres inanimados ou irracionais, aos mortos ou aos ausentes.
Composição a quatro corpos. Pode ser uma melodia, um rizoma, um movimento, uma oratória. Uma sequência de monólogos, na qual cada corpo que se presta a ser individualmente observado, ouvido, detectado, interpretado, percepcionado, disserta sobre as mesmas ideias - como num ciclo ao qual não poderá inevitavelmente escapar.
Fotografia © Alípio Padilha


NADA DE MIM de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Carla BolitoPedro CaeiroElisabete Pinto e Tiago Matias Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação e espaço cénico Pedro Jordão Uma produção Artistas Unidos Co-produção Teatro do Noroeste - CDV M16

Em Viana do Castelo, no Café Concerto do Teatro Municipal Sá de Miranda a 21 de Junho às 21h30
Integrado no FITEI VIANA

RESERVAS: 258 823 259 / 967 552 988 / geral@centrodramaticodeviana.com

No Teatro da Politécnica de 4 a 21 de JulhoIntegrado no Festival de Almada
4ª 4, 3ª 17, 4ª 18 às 19h00; 
5ª 5 e 5ª 12 às 18h00 e às 21h00; 
6ª, 6, sáb. 7, 4ª 11, 6ª 13, sáb. 14, 5ª 19, 6ª 20 e sáb. 21 às 21h00; 
3ª 10 às 18h00
RESERVAS: 961960281 | 21391 67 50 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

ELE Quartos vazios. Quase sem móveis. Tu e eu.
EU Sim.
ELE É isto mesmo.
Arne Lygre, Nada de Mim
Uma mulher, um homem. Pensaram amar-se para sempre. Mas a felicidade não será a última palavra. Uma peça íntima, secreta, obsessiva, poética, crua, de Arne Lygre, o autor norueguês de quem só agora conseguimos fazer uma peça. Uma escrita singular. Uma autópsia.

Fotografia © Jorge Gonçalves


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Na próxima 4ª, 13 de Junho, pelas 15h00, apresentamos FERNANDO LEMOS – Como, não é retrato? na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva. E no sábado, 16, António Simão, Manuel Wiborg e João Meireles lêem ALEXANDRE O’NEILL na Casa Sommer, em Cascais. E é já na próxima semana, na 4ª 20, que reabre o Teatro da Politécnica com SNOB na Politécnica, DAVE QUEDA-LIVRE de Tiago Lima e PROSOPOPEIA de Pedro Baptista. Entretanto, preparamo-nos para estrear NADA DE MIM de Arne Lygre, na 5ª 21 de Junho, em Viana do Castelo, no Teatro Sá de Miranda.


FERNANDO LEMOS - Como, não é retrato? de Jorge Silva Melo Com João Pedro Mamede Som Armanda Carvalho Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de Imagem César Casaca Misturas Nuno Carvalho Montagem Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Produção Manuel João Águas/ Pedro Jordão Uma Produção Artistas Unidos/RTP Com o apoio da Fundação Gulbenkian

Na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, 13 de Junho às 15h00
Programa VIEIRA DA SILVA EM FESTA 2018
(Entrada Livre)


Começámos este filme em 2008... terminamos agora, entre Lisboa e São Paulo.

"Fui estudante, serralheiro, marceneiro, estofador, impressor de litografia, desenhador, publicitário, professor, pintor, fotógrafo, tocador de gaita, emigrante, exilado, director de museu, assessor de ministros, pesquisador, jornalista, poeta, júri de concursos....

.....conselheiro de pinacotecas, comissário de eventos internacionais, designer de feiras industriais, cenógrafo, pai de filhos, bolseiro, e tenho duas pátrias, uma que me fez e outra que me ajudo a fazer. Como se vê, sou mais um português à procura de coisa melhor." diz Fernando Lemos, artista que em 1953 deixou Lisboa rumo ao Brasil.



EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Em Cascais, na Casa Sommer, 16 de Junho às 18h30
ALEXANDRE O'NEILL
 por António Simão, João Meireles e Manuel Wiborg

Fotografia © Jorge Gonçalves


SNOB NA POLITÉCNICA - Feira do Livro

Nascida em Guimarães em 2013, a Snob sempre esteve ligada ao teatro, seja com a Oficina ou a Licenciatura de Teatro da Uminho. Mudando de paradigma e tornando-se mais móvel, vem agora ao Teatro da Politécnica com uma boa selecção teatro, poesia, editores independentes, raridades e promoções, para que em vez de feira o encontro com os leitores seja uma festa.
Organização da Livraria Snob e Artistas Unidos

No Teatro da Politécnica de 20 a 29 de Junho
4ª, 5ª e 6ª das 17h00 às 21h00

4ª 20 de Junho
19h | Alexandre O'Neill por João Meireles e António Simão
5ª 21 de Junho
19h | NOÉ e ILHA DO DESPORTO de Ricardo Neves-Neves por Andreia Bento Pedro Carraca
6ª 22 de Junho
19h | HISTÓRIAS DE SENHOR KEUNER de Bertolt Brecht por João Meireles
4ª 27 de Junho
19h | A BOCA ENORME e outras histórias de José Gomes Ferreira por Andreia Bento
5ª 28 de Junho
19h | O NARIZ de Gogol por Jorge Silva Melo
6ª 29 de Junho
19h | GREGUERÍAS de Gomes de la Serna por João Meireles, Andreia BentoAntónio Simão Pedro Carraca


Leitura de DAVE QUEDA-LIVRE de Tiago Lima Com Ana Rita Monteiro, Beatriz Batarda, Bruno Ambrósio, Carolina Passos Sousa, David Esteves, Guilherme Moura, Isabel Costa, João Pedro Mamede, Miguel Loureiro e Rodolfo Major Dramaturgia e revisão Daniel Gamito Marques Direcção Tiago Lima A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica a 22 de Junho às 21h00

Dave está à beira do colapso. A vertigem entre algo grandioso e um fracasso, nessa lógica de competição em que ser o melhor é deixar de ser humano, e ser humano é aceitar perder e desaparecer no meio de toda a multidão.

Inspirado na obra de David Foster Wallace, Dave, Queda-Livre tem como fio condutor o universo familiar e a questão do indivíduo na condição de sujeito no mundo.

Quem somos? Qual é a nossa história? Dave vive num futuro próximo, tal como o concebeu o escritor Foster Wallace na sua obra A Piada Infinita, onde as vidas dos americanos de hoje parecem imitar as que ele criou em 1996. Hoje, a América actual parece imitar o modelo por ele elaborado. Não estaremos nós a seguir o mesmo caminho? O seu livro não previu este tempo muito diferente do que ele é realmente hoje.

Quando a era digital dava os primeiros passos, a ficção de Foster Wallace falava de um domínio do entretenimento, do prazer total, do totalitarismo do consumo, da dependência de substâncias, de gadgets, patologias mentais, da solidão, do vazio, do suicídio e de uma imensa tristeza de cada um e do colectivo.

Ilustração © Alex Gozblau


PROSOPOPEIA de Pedro Baptista Com Ana Valente, Elena Rudakova, Francisco Sousa e Mário Coelho Luz Manuel Abrantes Encenação Pedro Baptista A classificar pela CCE

No Teatro da Politécnica de 28 a 30 de Junho
5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

prosopopeia: figura em que o orador atribui o dom da palavra, o sentimento ou a acção a seres inanimados ou irracionais, aos mortos ou aos ausentes.
Composição a quatro corpos. Pode ser uma melodia, um rizoma, um movimento, uma oratória. Uma sequência de monólogos, na qual cada corpo que se presta a ser individualmente observado, ouvido, detectado, interpretado, percepcionado, disserta sobre as mesmas ideias - como num ciclo ao qual não poderá inevitavelmente escapar.

Fotografia © Alípio Padilha


NADA DE MIM de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Carla Bolito, Pedro Caeiro, Elisabete Pinto e Tiago Matias Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação e espaço cénico Pedro Jordão Uma produção Artistas Unidos Co-produção Teatro do Noroeste - CDV M16
Em Viana do Castelo, no Café Concerto do Teatro Municipal Sá de Miranda a 21 de Junho às 21h30
Integrado no FITEI VIANA

RESERVAS: 258 823 259 / 967 552 988 /
 geral@centrodramaticodeviana.com

No Teatro da Politécnica de 4 a 21 de JulhoIntegrado no Festival de Almada
4ª 4, 3ª 17, 4ª 18 às 19h00; 
5ª 5 e 5ª 12 às 18h00 e às 21h00; 
6ª, 6, sáb. 7, 4ª 11, 6ª 13, sáb. 14, 5ª 19, 6ª 20 e sáb. 21 às 21h00; 
3ª 10 às 18h00
RESERVAS: 961960281 | 21391 67 50 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

ELE Quartos vazios. Quase sem móveis. Tu e eu.
EU Sim.
ELE É isto mesmo.
Arne Lygre, Nada de Mim
Uma mulher, um homem. Pensaram amar-se para sempre. Mas a felicidade não será a última palavra. Uma peça íntima, secreta, obsessiva, poética, crua, de Arne Lygre, o autor norueguês de quem só agora conseguimos fazer uma peça. Uma escrita singular. Uma autópsia.

Fotografia © Jorge Gonçalves

segunda-feira, 4 de junho de 2018

E vamos a Aveiro, ao Gretua com FRÁGIL de David Greig. Na sexta-feira 8 de Junho, António Simão, Manuel Wiborg e João Meireles lêem ALEXANDRE O’NEILL, na Oficina Municipal do Teatro, em Coimbra e, na 2ª 16 de Junho, na Casa Sommer, em Cascais. Na FASVS, exibição de FERNANDO LEMOS – Como, não é retrato?, na 4ª 13 de Junho, às 15h00. E está quase a reabrir o Teatro da Politécnica: feira do livro, leituras, espectáculos. A partir de 4ª 20 de Junho.


FRÁGIL de David Greig Tradução Pedro Marques Com Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

Em Aveiro, no Teatro Gretua a 8 e 9 de Junho, 21h30

Adoro ir ao centro. – Se alguma coisa me aborrece no sábado, no domingo ou na segunda – penso – não te preocupes – na terça vais ao centro.

David Greig, Frágil

Frágil alista os espectadores numa comunidade de participantes, colocando-os cara a cara e responsabilizando-os por uma inflexível exigência ética perante o Outro. Através de Jack, a precariedade é colocada em primeiro plano. De facto, a peça termina com o seu destino ainda incerto, pois não abandonou o isqueiro. Através do seu comprometimento coral e colectivo no espectáculo, os membros da audiência podem vir a assumir a necessidade de responder ao “outro vulnerável”, e tomar responsabilidade pelas suas acções e compromissos políticos, como um passo para o alcance da mudança social.

 

Fotografia © Jorge Gonçalves


EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Em Coimbra, na Oficina Municipal do Teatro, 8 de Junho às 21h30
Em Cascais, na Casa Sommer, 16 de Junho às 18h30
ALEXANDRE O'NEILL por António Simão, João Meireles e Manuel Wiborg

Fotografia © Jorge Gonçalves


FERNANDO LEMOS - Como, não é retrato? de Jorge Silva Melo Com João Pedro Mamede Som Armanda Carvalho Imagem José Luís Carvalhosa Assistente de Imagem César Casaca Misturas Nuno Carvalho Montagem Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Produção Manuel João Águas/ Pedro Jordão Uma Produção Artistas Unidos/RTP Com o apoio da Fundação Gulbenkian

Na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, 13 de Junho às 15h00
VIEIRA DA SILVA EM FESTA 2018
(Entrada livre)

Começámos este filme em 2008... terminamos agora, entre Lisboa e São Paulo.
"Fui estudante, serralheiro, marceneiro, estofador, impressor de litografia, desenhador, publicitário, professor, pintor, fotógrafo, tocador de gaita, emigrante, exilado, director de museu, assessor de ministros, pesquisador, jornalista, poeta, júri de concursos....
.....conselheiro de pinacotecas, comissário de eventos internacionais, designer de feiras industriais, cenógrafo, pai de filhos, bolseiro, e tenho duas pátrias, uma que me fez e outra que me ajudo a fazer. Como se vê, sou mais um português à procura de coisa melhor." diz Fernando Lemos, artista que em 1953 deixou Lisboa rumo ao Brasil.

Fotografia © Jorge Gonçalves

SNOB NA POLITÉCNICA - Feira do Livro


Nascida em Guimarães em 2013, a Snob sempre esteve ligada ao teatro, seja com a Oficina ou a Licenciatura de Teatro da Uminho. Mudando de paradigma e tornando-se mais móvel, vem agora ao Teatro da Politécnica com uma boa selecção teatro, poesia, editores independentes, raridades e promoções, para que em vez de feira o encontro com os leitores seja uma festa.
Organização da Livraria Snob e Artistas Unidos

No Teatro da Politécnica de 20 a 29 de Junho
4ª, 5ª e 6ª das 17h00 às 21h00

4ª 20 de Junho
19h | Alexandre O'Neill por
 João Meireles e António Simão
5ª 21 de Junho
19h | NOÉ e ILHA DO DESPORTO de
 Ricardo Neves-Neves por Andreia Bento e Pedro Carraca
6ª 22 de Junho
19h | HISTÓRIAS DE SENHOR KEUNER de
 Bertolt Brecht por João Meireles
4ª 27 de Junho
19h | A BOCA ENORME e outras histórias de 
José Gomes Ferreira por Andreia Bento
5ª 28 de Junho
19h | O NARIZ de
 Gogol por Jorge Silva Melo
6ª 29 de Junho
19h | GREGUERÍAS de
 Gomes de la Serna por João Meireles, Andreia Bento, António Simão e Pedro Carraca




sexta-feira, 1 de junho de 2018

FERNANDO LEMOS - Como, não é retrato? de Jorge Silva Melo | Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva


FERNANDO LEMOS - Como, não é retrato? de Jorge Silva Melo Com João Pedro Mamede Som Armanda Carvalho Assistente de Imagem César Casaca Misturas Nuno Carvalho Montagem Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Produção Manuel João Águas/ Pedro Jordão Uma Produção Artistas Unidos/RTP Com o apoio da Fundação Gulbenkian
Na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva

7 de Junho às 18h00
Sessão com a presença do artista Fernando Lemos
(Entrada livre)

13 de Junho às 15h00
VIEIRA DA SILVA EM FESTA 2018
(Entrada livre)

Começámos este filme em 2008... terminamos agora, entre Lisboa e São Paulo.
"Fui estudante, serralheiro, marceneiro, estofador, impressor de litografia, desenhador, publicitário, professor, pintor, fotógrafo, tocador de gaita, emigrante, exilado, director de museu, assessor de ministros, pesquisador, jornalista, poeta, júri de concursos....
.....conselheiro de pinacotecas, comissário de eventos internacionais, designer de feiras industriais, cenógrafo, pai de filhos, bolseiro, e tenho duas pátrias, uma que me fez e outra que me ajudo a fazer. Como se vê, sou mais um português à procura de coisa melhor." diz Fernando Lemos, artista que em 1953 deixou Lisboa rumo ao Brasil.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

E na próxima semana, em Aveiro, no Gretua, FRÁGIL de David Greig. E a 31 de Maio, na Casa da Cultura de Setúbal, Luís Lucas e Jorge Silva Melo lêem GASTÃO CRUZ. A 8 de Junho, na Oficina Municipal do Teatro, em Coimbra: ALEXANDRE O’NEILL por António Simão, Manuel Wiborg e João Meireles.


FRÁGIL de David Greig Tradução Pedro Marques Com Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Aveiro, no Gretua a 8 e 9 de Junho, 21h30

Adoro ir ao centro. – Se alguma coisa me aborrece no sábado, no domingo ou na segunda – penso – não te preocupes – na terça vais ao centro.
David Greig, Frágil
Frágil alista os espectadores numa comunidade de participantes, colocando-os cara a cara e responsabilizando-os por uma inflexível exigência ética perante o Outro. Através de Jack, a precariedade é colocada em primeiro plano. De facto, a peça termina com o seu destino ainda incerto, pois não abandonou o isqueiro. Através do seu comprometimento coral e colectivo no espectáculo, os membros da audiência podem vir a assumir a necessidade de responder ao “outro vulnerável”, e tomar responsabilidade pelas suas acções e compromissos políticos, como um passo para o alcance da mudança social.




EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Na Casa da Cultura de Setúbal, 31 de Maio às 21h30
GASTÃO CRUZ
 por Luís Lucas e Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos
Em Coimbra, na Oficina Municipal do Teatro, 8 de Junho, 21h30


segunda-feira, 21 de maio de 2018

No sábado 26, O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras estará no Teatro Estúdio Ildefonso Valério, em Alverca. E a 31 de Maio, em Setúbal, Luís Lucas e Jorge Silva Melo lêem GASTÃO CRUZ.


O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras Tradução Luís Francisco Rebello Com Isabel Muñoz Cardoso, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

Em Alverca, no Teatro Estúdio Ildefonso Valério a 26 de Maio

Quem foi esta mulher que assassinou a prima e dispersou os pedaços do cadáver pelo viadutos do caminho de ferro? A notícia tocou Marguerite Duras. E o facto de a criminosa nunca ter parado de fazer perguntas sobre o que fizera e porquê. "Quem é esta mulher?" chamou-se a primeira versão feita em Portugal deste texto seco, duro e frio.

O Interrogador Confessou ser a autora da morte da sua prima Marie-Thérèse Bousquet?
Claire É verdade.

Marguerite Duras, O Teatro da Amante Inglesa




EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Na Casa da Cultura de Setúbal, 31 de Maio às 21h30GASTÃO CRUZ por Luís Lucas e Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves

segunda-feira, 14 de maio de 2018

O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras estará em Alverca, no Teatro Estúdio Ildefonso Valério. No sábado, 26 de Maio.



O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras Tradução Luís Francisco Rebello Com Isabel Muñoz Cardoso, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

Em Alverca, no Teatro Estúdio Ildefonso Valério a 26 de Maio

Quem foi esta mulher que assassinou a prima e dispersou os pedaços do cadáver pelo viadutos do caminho de ferro? A notícia tocou Marguerite Duras. E o facto de a criminosa nunca ter parado de fazer perguntas sobre o que fizera e porquê. "Quem é esta mulher?" chamou-se a primeira versão feita em Portugal deste texto seco, duro e frio.

O Interrogador Confessou ser a autora da morte da sua prima Marie-Thérèse Bousquet?
Claire É verdade.

Marguerite Duras, O Teatro da Amante Inglesa

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Hoje, na Biblioteca da INCM, Manuel Wiborg e Jorge Silva Melo lêem GOMES LEAL, é A VOZ DOS POETAS. Na RTP2, 4ª 9 de Maio, às 23h15, passa o filme FERNANDO LEMOS - como, não é retrato? de Jorge Silva Melo. E O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras está quase a chegar a Évora. A 11 e 12 de Maio n’A Bruxa Teatro. E continuamos as leituras EM VOZ ALTA. HERBERTO HELDER por Lia Gama e Maria João Luís. A 12 de Maio na Casa Sommer, em Cascais.


A VOZ DOS POETAS
INCM/AU

E na Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica, 135) vamos ler poesias de alguns poetas 
editados pela INCM. Porque gostamos de dar a voz aos poetas, voz alta.

Na Biblioteca da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 7 de Maio às 18h30
Gomes Leal por Jorge Silva Melo e Manuel Wiborg


FERNANDO LEMOS - Como? Não é retrato? de Jorge Silva Melo Com João Pedro Mamede Som Armanda Carvalho Assistente de Imagem Pedro Menezes Misturas Nuno Carvalho Montagem Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Produção Manuel João Águas/ Pedro Jordão Uma Produção Artistas Unidos/RTP Com o apoio da Fundação Gulbenkian
Na RTP2, 9 de Maio às 23h15

Começámos este filme em 2008... terminamos agora, entre Lisboa e São Paulo.
"Fui estudante, serralheiro, marceneiro, estofador, impressor de litografia, desenhador, publicitário, professor, pintor, fotógrafo, tocador de gaita, emigrante, exilado, director de museu, assessor de ministros, pesquisador, jornalista, poeta, júri de concursos....
.....conselheiro de pinacotecas, comissário de eventos internacionais, designer de feiras industriais, cenógrafo, pai de filhos, bolseiro, e tenho duas pátrias, uma que me fez e outra que me ajudo a fazer. Como se vê, sou mais um português à procura de coisa melhor." diz Fernando Lemos, artista que em 1953 deixou Lisboa rumo ao Brasil.



O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras Tradução Luís Francisco Rebello Com Isabel Muñoz Cardoso, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

Em Évora, n’A Bruxa Teatro a 11 e 12 de Maio
Em Alverca, no Teatro Estúdio Ildefonso Valério a 26 de Maio

Quem foi esta mulher que assassinou a prima e dispersou os pedaços do cadáver pelo viadutos do caminho de ferro? A notícia tocou Marguerite Duras. E o facto de a criminosa nunca ter parado de fazer perguntas sobre o que fizera e porquê. "Quem é esta mulher?" chamou-se a primeira versão feita em Portugal deste texto seco, duro e frio.

O Interrogador Confessou ser a autora da morte da sua prima Marie-Thérèse Bousquet?
Claire É verdade.

Marguerite Duras, O Teatro da Amante Inglesa



EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.

Em Cascais, na Casa Sommer, 12 de Maio às 18h30
HERBERTO HELDER por Lia Gama e Maria João Luís

Fotografia © Jorge Gonçalves