sexta-feira, 27 de março de 2015

E estreamos hoje. No Teatro da Politécnica, II - A MENTIRA – às 21h. E o Pedro Chorão inaugura às 19h uma exposição de pintura recente



Um espectáculo d'OS POSSESSOS
a partir da trilogia romanesca de Agota Kristof


Com Ana Amaral, André Pardal, Catarina Rôlo Salgueiro, Francis Seleck, Guilherme Gomes, João Vicente, Marco Mendonça, Maria Jorge, Nuno Gonçalo Rodrigues e Teresa Coutinho Texto e Encenação João Pedro Mamede Cenografia Ângela Rocha Colaboração Gonçalo Quirino, Mia Tomé e Rafael Gomes Luz Francis Seleck Produção Executiva Nuno Gonçalo Rodrigues Fotografia Alípio Padilha Co-Produção Artistas Unidos M18

No Teatro da Politécnica de 27 de Março a 18 de Abril
3ªf e 4ªf às 19h00 | 5ªf a Sáb. às 21h00
Reservas | 961960281

- Quantos são?
- Dois. Dois rapazes. Dois gémeos.
- Onde é que estão os outros?
- Somos só nós.
em II – A Mentira

Acabamos de chegar à cidade e rapidamente percebemos que é absolutamente necessário sintetizar a nossa experiência da forma mais rigorosa. A nossa experiência consiste em perceber que liberdade temos e que liberdade podemos inventar. E é absolutamente necessário sobreviver a esta contradição para sobreviver à guerra.

Fotografias ©Alípio Padilha



No Teatro da Politécnica de 27 de Março a 18 de Abril
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

...como se nada de opaco alguma vez pudesse afastar-nos do sol, tudo é translúcido, transparente, o instante é supremo, luminoso, mesmo quando é cinzento o quadro, mesmo quando se obscurece o horizonte, não há nunca noite em Pedro Chorão, nunca a luz se vai...

Jorge Silva Melo

quinta-feira, 26 de março de 2015

Convite | Inauguração da exposição de Pintura de PEDRO CHORÃO | Teatro da Politécnica


Os Artistas Unidos têm o prazer de a/o convidar para a inauguração da exposição 
PEDRO CHORÃO | PINTURA

que terá lugar no Teatro da Politécnica
27 de Março, pelas 19.00 horas.

Artistas Unidos no Teatro da Politécnica
Rua da Escola Politécnica, 541250-068 Lisboa
Tel: 213876078 | 213916750

segunda-feira, 23 de março de 2015

E esta semana no Teatro da Politécnica, os Possessos estreiam II - A MENTIRA - a 27 de Março. E o Pedro Chorão inaugura uma exposição de pintura recente. E nós continuamos a ensaiar DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE de Tennessee Williams com estreia a 10 de Abril no SLTM

II – A MENTIRA

Um espectáculo d'OS POSSESSOS
a partir da trilogia romanesca de Agota Kristof

Com Ana Amaral, André Pardal, Catarina Rôlo Salgueiro, Francis Seleck, Guilherme Gomes, João Vicente, Marco Mendonça, Maria Jorge, Nuno Gonçalo Rodrigues e Teresa Coutinho Texto e Encenação João Pedro Mamede Cenografia Ângela Rocha Colaboração Gonçalo Quirino, Mia Tomé e Rafael Gomes Luz Francis Seleck Produção Executiva Nuno Gonçalo Rodrigues Fotografia Alípio Padilha Co-Produção Artistas Unidos M16

No Teatro da Politécnica de 27 de Março a 18 de Abril
3ªf e 4ªf às 19h00 | 5ªf a Sáb. às 21h00
Reservas | 961960281

- Quantos são?
- Dois. Dois rapazes. Dois gémeos.
- Onde é que estão os outros?
- Somos só nós.
em II – A Mentira
 

Acabamos de chegar à cidade e rapidamente percebemos que é absolutamente necessário sintetizar a nossa experiência da forma mais rigorosa. A nossa experiência consiste em perceber que liberdade temos e que liberdade podemos inventar. E é absolutamente necessário sobreviver a esta contradição para sobreviver à guerra.

Fotografias ©Alípio Padilha

  
PEDRO CHORÃO | PINTURA
No Teatro da Politécnica de 27 de Março a 18 de Abril
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

...como se nada de opaco alguma vez pudesse afastar-nos do sol, tudo é translúcido, transparente, o instante é supremo, luminoso, mesmo quando é cinzento o quadro, mesmo quando se obscurece o horizonte, não há nunca noite em Pedro Chorão, nunca a luz se vai...

Jorge Silva Melo



Tradução José Agostinho Baptista Com Maria João Luís, Rúben Gomes, Américo Silva, Catarina Wallenstein, Isabel Muñoz Cardoso, Mauro Hermínio, Nuno Pardal, Pedro Carraca, Pedro Gabriel Marques, Rui Rebelo, Simon Frankel, Tiago Matias, Vânia Rodrigues, Eugeniu Ilco, Alexandra Pato, André Loubet, Francisco Lobo Faria, João Estima, Mia Tomé, Tiago Filipe e a participação de João Vaz Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos  Som André Pires Assistência de encenação Leonor Carpinteiro e Nuno Gonçalo Rodrigues Produção Executiva João Meireles Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos/S. Luiz Teatro Municipal/Teatro Nacional S. João M14

No S. Luiz Teatro Municipal de 10 a 26 de Abril
De 4ª a Sáb. às 21h00 | Dom às 17h30

CHANCE Eu não peço piedade, só peço compreensão – nem sequer isso – não. Apenas o reconhecimento de mim em ti, e do inimigo, o tempo, em todos nós.

Tennessee Williams, Doce Pássaro da Juventude

Uma actriz enfrenta o desastre de uma vida, longe dos doces anos da sua juventude. Um rapaz, Chance Wayne, de regresso à terra de onde partiu há anos à conquista do mundo. É Páscoa, mas não haverá ressurreição. Todos procuram voltar a um passado que imaginaram feliz. Enquanto decorre uma sórdida manobra política.
Jorge Silva Melo

Fotografias ©
Jorge Gonçalves

segunda-feira, 16 de março de 2015

E daqui a dias (27 de Março) os Possessos estreiam II - A MENTIRA - no Dia Mundial do Teatro. E o Pedro Chorão inaugura uma exposição de pintura recente. E nós ensaiamos DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE de Tennessee Williams com estreia a 10 de Abril no SLTM.


II – A MENTIRA

Um espectáculo d'OS POSSESSOS
a partir da trilogia romanesca de Agota Kristof

Com Ana Amaral, André Pardal, Catarina Rôlo Salgueiro, Francis Seleck, Guilherme Gomes, João Vicente, Marco Mendonça, Maria Jorge, Nuno Gonçalo Rodrigues e Teresa Coutinho Texto e Encenação João Pedro Mamede Cenografia Ângela Rocha Colaboração Gonçalo Quirino, Mia Tomé e Rafael Gomes Luz Francis Seleck Produção Executiva Nuno Gonçalo Rodrigues Fotografia Alípio Padilha Co-Produção Artistas Unidos M16

No Teatro da Politécnica de 27 de Março a 18 de Abril
3ªf e 4ªf às 19h00 | 5ªf a Sáb. às 21h00
Reservas | 961960281

- Quantos são?
- Dois. Dois rapazes. Dois gémeos.
- Onde é que estão os outros?
- Somos só nós.
em II – A Mentira

Acabamos de chegar à cidade e rapidamente percebemos que é absolutamente necessário sintetizar a nossa experiência da forma mais rigorosa. A nossa experiência consiste em perceber que liberdade temos e que liberdade podemos inventar. E é absolutamente necessário sobreviver a esta contradição para sobreviver à guerra.

Fotografias ©Alípio Padilha


PEDRO CHORÃO | PINTURA

No Teatro da Politécnica de 27 de Março a 18 de Abril
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

...como se nada de opaco alguma vez pudesse afastar-nos do sol, tudo é translúcido, transparente, o instante é supremo, luminoso, mesmo quando é cinzento o quadro, mesmo quando se obscurece o horizonte, não há nunca noite em Pedro Chorão, nunca a luz se vai...

Jorge Silva Melo



Tradução José Agostinho Baptista Com Maria João Luís, Rúben Gomes, Américo SilvaCatarina Wallenstein, Isabel Muñoz CardosoNuno PardalPedro Carraca, Pedro Gabriel Marques, Rui Rebelo, Simon Frankel, Tiago Matias, Vânia Rodrigues, Eugeniu Ilco, Alexandra Pato, André Loubet, Francisco Lobo Faria, João Estima, Mia Tomé, Tiago Filipe e a participação de João Vaz Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos  Som André Pires Assistência de encenação Leonor Carpinteiro e Nuno Gonçalo Rodrigues Produção Executiva João Meireles Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos/S. Luiz Teatro Municipal/Teatro Nacional S. João M12

No S. Luiz Teatro Municipal de 10 a 26 de Abril
De 4ª a Sáb. às 21h00 | Dom às 17h30

CHANCE Eu não peço piedade, só peço compreensão – nem sequer isso – não. Apenas o reconhecimento de mim em ti, e do inimigo, o tempo, em todos nós.
Tennessee Williams, Doce Pássaro da Juventude

Uma actriz enfrenta o desastre de uma vida, longe dos doces anos da sua juventude. Um rapaz, Chance Wayne, de regresso à terra de onde partiu há anos à conquista do mundo. É Páscoa, mas não haverá ressurreição. Todos procuram voltar a um passado que imaginaram feliz. Enquanto decorre uma sórdida manobra política.
Jorge Silva Melo

Fotografias ©
Jorge Gonçalves

segunda-feira, 9 de março de 2015

E é a última semana de OS ACONTECIMENTOS e FRÁGIL de David Greig no Teatro da Politécnica. Terminam no sábado, 14. Assim como a exposição JOAQUIM BRAVO DE NOVO. Entretanto, os Possessos ensaiam II - A MENTIRA que vai estrear a 27 de Março. E nós ensaiamos DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE de Tennessee Williams com estreia a 10 de Abril no SLTM.



Tradução Pedro Marques Com Andreia Bento, João Pedro Mamede, Maria Jorge e no coro: Alexandra Pato, Carolina Dominguez, David Cipriano, Diana Narciso, Francisco Sousa, Gonçalo Ventura, Lara Matos, Marco Mendonça, Maria Manuel Pinheiro, Mia Tomé, Nuno Filipe Fonseca, Pedro Paz, Rita Liberal, Rodrigo Ribeiro, Sofia Fialho, Tomás Varela e ainda do coro da Universidade de Lisboa Mariana Camacho, Margarida Soares e Nuno Baptista Música John Browne Luz Pedro Domingos Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Apoio ao movimento Afonso Costa Direcção Musical Rui Rebelo Assistência de encenação Maria Jorge Produção Executiva Andreia Bento e Pedro Carraca Encenação António Simão Uma produção Artistas Unidos Apoio Creative Scotland Agradecimentos S. Luiz Teatro Municipal M14

No Teatro da Politécnica de 11 Fevereiro a 14 de Março
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

O RAPAZ A fé não é fácil, bem sabes.Os acontecimentos põem-nos à prova.
CLAIRE Posso dizer-te uma coisa em segredo?

A 22 de Julho de 2011, Anders Breivik matou 68 pessoas, a maioria adolescentes. David Greig escreveu Os Acontecimentos inspirado nestes acontecimentos. Até onde pode chegar o perdão?

Fotografias ©Jorge Gonçalves


FRÁGIL de David Greig

Tradução Pedro Marques Com Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M14

No Teatro da Politécnica de 20 de Fevereiro a 14 de Março

5ª, 6ª e Sáb. às 19h00
Reservas | 961960281

Adoro ir ao centro. – Se alguma coisa me aborrece no sábado, no domingo ou na segunda – penso – não te preocupes – na terça vais ao centro.
David Greig, Frágil

Frágil alista os espectadores numa comunidade de participantes, colocando-os cara a cara e responsabilizando-os por uma inflexível exigência ética perante o Outro. Através de Jack, a precariedade é colocada em primeiro plano. Através do seu comprometimento coral e colectivo no espectáculo, os espectadores podem vir a assumir a necessidade de responder ao “outro vulnerável”, e tomar responsabilidade pelas suas acções e compromissos políticos, como um passo para o alcance da mudança social.

Fotografias ©Jorge Gonçalves


JOAQUIM BRAVO DE NOVO

Voltar a ver, voltar a ver o que é sempre novo, voltar aos desenhos de Joaquim Bravo (1935/1990), "um viajante que viaja até ao fim." (Helena de Freitas).

"...a pintura é uma arte solitária, pessoal. Todos concordam com isso mas, ao mesmo tempo, querem que, quando ela sai de casa, dance o vira com toda a gente. As minhas obras não são amistosas, não piscam o olho, não são bem temperadas, (...) , não quero levar o pequeno-almoço com uma pintura." (numa entrevista a Helena de Freitas)

No Teatro da Politécnica de 11 de Fevereiro a 14 de Março
3ªf a 6ªf das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

Fotografias ©Jorge Gonçalves

 

Um espectáculo d'OS POSSESSOS
a partir da trilogia romanesca de Agota Kristof

Com Ana Amaral, André Pardal, Catarina Rôlo Salgueiro, Francis Seleck, Guilherme Gomes, João Vicente, Marco Mendonça, Maria Jorge, Nuno Gonçalo Rodrigues e Teresa Coutinho Texto e Encenação João Pedro Mamede Cenografia Ângela Rocha Colaboração Gonçalo Quirino, Mia Tomé e Rafael Gomes Luz Francis Seleck Produção Executiva Nuno Gonçalo Rodrigues Fotografia Alípio Padilha Co-ProduçãoArtistas Unidos M16

No Teatro da Politécnica de 27 de Março a 18 de Abril 
3ªf e 4ªf às 19h00 | 5ªf a Sáb. às 21h00
Reservas | 961960281

- Quantos são?
 - Dois. Dois rapazes. Dois gémeos. 
- Onde é que estão os outros?
- Somos só nós.
em II – A Mentira 
Acabamos de chegar à cidade e rapidamente percebemos que é absolutamente necessário sintetizar a nossa experiência da forma mais rigorosa. A nossa experiência consiste em perceber que liberdade temos e que liberdade podemos inventar. E é absolutamente necessário sobreviver a esta contradição para sobreviver à guerra.

Fotografias ©Alípio Padilha


Tradução José Agostinho Baptista Com Maria João Luís, Rúben Gomes, Américo Silva, Catarina Wallenstein, Isabel Muñoz Cardoso, Nuno Pardal, Pedro Carraca, Pedro Gabriel Marques, Rui Rebelo, Simon Frankel, Tiago Matias, Vânia Rodrigues, Eugeniu Ilco, Alexandra Pato, André Loubet, Francisco Lobo Faria, João Estima, Mia Tomé, Tiago Filipe e a participação de João Vaz Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos  Som André Pires Assistência de encenação Leonor Carpinteiro e Nuno Gonçalo Rodrigues Produção Executiva João Meireles Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos/S. Luiz Teatro Municipal/Teatro Nacional S. João M12

No S. Luiz Teatro Municipal de 10 a 26 de Abril 
De 4ª a Sáb. às 21h00 | Dom às 17h30

CHANCE Eu não peço piedade, só peço compreensão – nem sequer isso – não. Apenas o reconhecimento de mim em ti, e do inimigo, o tempo, em todos nós.
Tennessee Williams, Doce Pássaro da Juventude

Uma actriz enfrenta o desastre de uma vida, longe dos doces anos da sua juventude. Um rapaz, Chance Wayne, de regresso à terra de onde partiu há anos à conquista do mundo. É Páscoa, mas não haverá ressurreição. Todos procuram voltar a um passado que imaginaram feliz. Enquanto decorre uma sórdida manobra política.
Jorge Silva Melo
 

Fotografias ©Jorge Gonçalves

quinta-feira, 5 de março de 2015

E na 6ªf, 6, a RTP2 passa A ÁFRICA DE JOSÉ DE GUIMARÃES um filme que fizemos há uns anos. Pelas 23h.


A ÁFRICA DE JOSÉ DE GUIMARÃES de Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar
Imagem José Luís Carvalhosa Assistente de Imagem César Casaca /Paulo Menezes Som Armanda Carvalho Música João Madeira Montagem Vítor Alves e Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Uma Produção Artistas Unidos / Com o apoio Guimarães 2012 -Capital Europeia da Cultura

Exibição na RTP2 a 6 de Março às 23h00

No meio de Lisboa, em 2010, como em Roma, a exposição de arte tribal de José de Guimarães. "O artista olha com orgulho para as manchas que alguns objectos conservam, vestígios de sangue de animais. Nos relicários há ossos, pedrinhas, objectos de feitiçaria." (Ana Henriques) A Guimarães, interessam os dispositivos do primitivismo e, na sua arte, recria a gestualidade sagrada. Mas nesta Lisboa a que a África regressa por inesperada volta do colonialismo, nesta Europa cansada, o que trazem estas artes integradas na comunidade, participando nela, garantindo a fecundidade, a saúde, o esconjuro da morte, a evocação perturbada dos deuses, a fraternidade cúmplice com os animais"?
Desde os anos 90, que Guimarães constrói os seus próprios relicários, caixas com objectos do quotidiano dentro - espinhas de peixe, escovas, néons. Mas como é que as rudes peças tribais podem ter inspirado uma arte tão urbana? O que fomos, europeus, procurar nesta arte há mais de um século, que fomos encontrar nestas comunidades que para sempre mudaram a nossa percepção do mundo? E se, desde Picasso, a arte tribal passou a nossa contemporânea, que foi que nela calámos?
Nas ruas de Lisboa ou de Roma, que feitiços se fazem, que esconjuros, que madeira se talha? Para que sacrifícios correm estes homens nos subúrbios africanos?

"O Minho deu-me as cores, África o sentido do mito"
José de Guimarães