quarta-feira, 6 de junho de 2012

ACAMARRADOS de Enda Walsh só até sábado. E PENÉLOPE termina no fim do mês. Foi o nosso ano com Enda Walsh. Para o ano haverá mais coisas.

ACAMARRADOS de Enda Walsh

Tradução Joana Frazão Com Carla Galvão e António Simão Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia João Tuna Luz Pedro Domingos Coordenação da Produção Pedro Carraca e António Simão M16

No Teatro da Politécnica até 9 de Junho
4ªf às 21h00 | 5ªf a Sáb às 19h00
Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)

Em Acamarrados o pai construiu paredes e mais paredes dentro de casa, até a filha estar numa caminha; pôs paredes à volta, e entrou, também ele, para a cama. E a história é: por que raio é que ele fez isso? E em termos da linguagem ou da estrutura da peça, isso precisa de ser filtrado pela cabeça dele, pela loucura dele. As frases… Se estivermos numa sala grande, eu posso continuar a falar sem parar, mas num espaço mais pequeno, se houver uma parede, tenho uma imagem visual das falas que voltam para trás. Por isso as frases têm de ser mais curtas, tem de haver mais staccato. Este tipo de coisas. Eu penso muito nos efeitos que o ambiente vai ter na linguagem, na psicologia das personagens, na estrutura da peça.

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (37).
PENÉLOPE de Enda Walsh
 

Tradução Joana Frazão Com Joana Barros, João Vaz, José Neves(*), Pedro Carraca, Pedro Luzindro Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M16
(*) Gentilmente cedido pelo TNDM II

No Teatro da Politécnica até 30 de Junho 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00 
Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)

Quinn Estivéssemos nós sentados na Mongólia a tiritar no meio de um rebanho de iaques e eu a agarrar esta salsicha… Havia de olhar cada um de vocês nos olhos e sorrir… “Meus senhores, é uma salsicha quente! A derradeira salsicha, aquecida! E agora o que acham disto, rapazes?”
Fitz Temos inveja. E frio.

Enda Walsh, Penélope

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (62).

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