segunda-feira, 31 de outubro de 2022

E estreamos PROXIMIDADE de Arne Lygre, esta 5ª, 3 de Novembro às 19h00 no Teatro da Politécnica! Já reservou? Também na 5ª estaremos em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva, com VIDA DE ARTISTAS de Noël Coward às 21h30. No Sáb 5 vamos até à Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett às 21h30.

PROXIMIDADE de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Isabel Muñoz Cardoso, Rita Durão, Pedro Carraca e Simon Frankel Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Som André Pires Desenhos Daniel Fernandes Operação técnica Bruno Almeida e Lucas Domingos Comunicação Joana Pajuelo Produção Tiago da Câmara Pereira Ponto Duarte Romão e Silva Assistente de encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação António Simão M14

 

No Teatro da Politécnica de 3 Novembro a 3 Dezembro
3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00


RESERVAS | 961960281 ou bilheteira@artistasunidos.pt
BILHETES | https://artistasunidos.bol.pt 

UMA ESTRANHA (…) mas, quando deixa de se estar na proximidade do outro, afinal não se criou uma relação suficientemente forte, dilui-se em nada.

Arne Lygre, Proximidade

Proximidade é o falhanço. A crise de Ela. Ela coloca em causa relações, questiona o tempo e relembra o espaço. Os locais onde foi feliz, onde virá a ser… Os momentos que passaram ou que ainda virão. E os outros, serão passado, serão futuro, acabaram ou ainda chegarão? Estaremos sempre juntos ou estaremos sempre sozinhos?

António Simão

Fotografia © Jorge Gonçalves


VIDA DE ARTISTAS de Noël Coward Tradução José Maria Vieira Mendes Com Nuno Pardal, Rita Brütt, Pedro Caeiro, Américo Silva, Antónia Terrinha, Tiago Matias, Raquel Montenegro, Ana Amaral, Pedro Cruzeiro, Jefferson Oliveira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Coordenação Técnica João Chicó Assistente Nuno Gonçalo Rodrigues e António Simão Encenação Jorge Silva Melo Coprodução Artistas Unidos / SLTM / TNSJ M12

 

Em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva 3 de Novembro de 2022

5ª às 21h30

Informações | 244 823 600 (18h00-22h00) 

Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett a 5 de Novembro de 2022 
Sáb às 21h30
Informações | 252 090 210 ou cine-teatrogarrett@cm-pvarzim.pt 

LEO Eu amo-te. Tu amas-me. Tu amas o Otto. Eu amo o Otto. O Otto ama-te. O Otto ama-me.
Noël Coward, Vida de Artistas

 

Noël Coward escreve Vida de Artistas para cumprir um pacto celebrado 11 anos antes entre o próprio e os seus dois amigos, Alfred Lunt e Lynn Fontanne. “Os Lunt”, como eram conhecidos, tornaram-se o mais celebrado casal do teatro na América mas, em 1921, quando Coward os visitou em Nova Iorque, estavam a começar a viver num alojamento barato para actores em dificuldades. Coward também ainda era relativamente desconhecido, mas partilhava com Lunt e Fontanne uma fome por fama e sucesso. A produção estreou na Broadway em 1933 e, depois, em Inglaterra, com imediato sucesso crítico e comercial, apesar das suas personagens amorais e da proclamada bissexualidade. Dela disse Coward: “Gostaram e detestaram, odiaram e admiraram, não sei se realmente a amaram. São criaturas superficiais, sobre-articuladas e amorais movidas pelo impacto das suas personalidades uns sobre os outros, são traças à volta da luz, incapazes de tolerar a escuridão solitária e igualmente incapazes de partilhar a luz sem colidirem constantemente, ferindo as asas uns dos outros.”

 

Ah, como eu gosto de Noël Coward. Como quem ‘não quer a coisa’, com um brilho único, anda connosco há quase um século, despistando, contrariando ideias feitas, na curva da História. Frívolo? Ou realmente profundo? Fantasista ou realmente realista? Olha: teatral, aposto.


Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


 
Assinaturas Livrinhos de Teatro 2023

Vamos publicar mais 10 volumes em 2023. Não quer assinar? São 55 euros.

 

Enviamos quatro remessas durante o ano. Mas, se preferir, pode levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica  desse ano.

 

Para mais informações:   asimao@artistasunidos.pt 

 

Peças de Alex Cassal, Noël Coward, Enis Maci, Roland Dubbillard, Pau Miró, Jardiel Poncela, Eugene O´Neill, Kieran Hurley,  Ruby Thomas e Enda Walsh.



TACO A TACO de Kieran Hurley e Gary McNair


Em Alverca, no Teatro-Estúdio Ildefonso Valério a 25 e 26 de Novembro

6ª a Sáb às 21h00

MAX  Daqui por uma hora este duelo de luta livre, tornar-se-á, tipo, uma cena real. 

Kieran Hurley e Gary McNair, Taco a Taco

O recreio é o ringue onde vítimas e bullies se degladiam diariamente. Agora o combate final! Ouve-se o sino, e começa o espectáculo! Uma peça hilariante, sob a forma de um combate de wrestling, sobre violência e masculinidade e a forma como estes conceitos se inscrevem no desenvolvimento humano. 


Fotografia © Jorge Gonçalves

terça-feira, 25 de outubro de 2022

E estamos quase a estrear PROXIMIDADE de Arne Lygre, de 3 de Novembro a 3 de Dezembro no Teatro da Politécnica. Também a 3 apresentamos VIDA DE ARTISTAS de Noël Coward no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, às 21h30, e no Sáb 5 no Cine-Teatro Garrett na Póvoa de Varzim, às 21h30. Amanhã pode ouvir POE OU O CORVO de Fiama Hasse Pais Brandão na Antena 2 - Teatro Sem Fios às 19h00. E já assinou os Livrinhos de Teatro 2023?

 


PROXIMIDADE de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Isabel Muñoz Cardoso, Rita Durão, Pedro Carraca e Simon Frankel Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Desenhos Daniel Fernandes Operação técnica Bruno Almeida Comunicação Joana Pajuelo Produção Tiago da Câmara Pereira Ponto Duarte Romão e Silva Assistente de encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação António Simão M14

 

No Teatro da Politécnica de 3 Novembro a 3 Dezembro
3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

RESERVAS | 961960281 ou bilheteira@artistasunidos.pt


UMA ESTRANHA (…) mas, quando deixa de se estar na proximidade do outro, afinal não se criou uma relação suficientemente forte, dilui-se em nada.
Arne Lygre, Proximidade

 

Proximidade é o falhanço. A crise de ELA. ELA coloca em causa relações, questiona o tempo e relembra o espaço. Os locais onde foi feliz, onde virá a ser… Os momentos que passaram ou que ainda virão. E os outros, serão passado, serão futuro, acabaram ou ainda chegarão? Estaremos sempre juntos ou estaremos sempre sozinhos?


António Simão


Fotografia © Jorge Gonçalves 



VIDA DE ARTISTAS de Noël Coward 

Tradução José Maria Vieira Mendes Com Nuno Pardal, Rita Brütt, Pedro Caeiro, Américo Silva, Antónia Terrinha, Tiago Matias, Raquel Montenegro, Ana Amaral, Pedro Cruzeiro, Jefferson Oliveira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Coordenação Técnica João Chicó Assistente Nuno Gonçalo Rodrigues e António Simão Encenação Jorge Silva Melo Coprodução Artistas Unidos / SLTM / TNSJ M12

 

Em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva 3 de Novembro de 2022

5ª às 21h30

Informações | 244 823 600 (18h00-22h00)


Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett a 5 de Novembro de 2022

Sáb às 21h30

Informações | 252 090 210 ou cine-teatrogarrett@cm-pvarzim.pt 


LEO Eu amo-te. Tu amas-me. Tu amas o Otto. Eu amo o Otto. O Otto ama-te. O Otto ama-me.
Noël Coward, Vida de Artistas

 

Noël Coward escreve Vida de Artistas para cumprir um pacto celebrado 11 anos antes entre o próprio e os seus dois amigos, Alfred Lunt e Lynn Fontanne. "Os Lunt", como eram conhecidos, tornaram-se o mais celebrado casal do teatro na América mas, em 1921, quando Coward os visitou em Nova Iorque, estavam a começar a viver num alojamento barato para actores em dificuldades. Coward também ainda era relativamente desconhecido, mas partilhava com Lunt e Fontanne uma fome por fama e sucesso. A produção estreou na Broadway em 1933 e, depois, em Inglaterra, com imediato sucesso crítico e comercial, apesar das suas personagens amorais e da proclamada bissexualidade. Dela disse Coward: "Gostaram e detestaram, odiaram e admiraram, não sei se realmente a amaram. São criaturas superficiais, sobre-articuladas e amorais movidas pelo impacto das suas personalidades uns sobre os outros, são traças à volta da luz, incapazes de tolerar a escuridão solitária e igualmente incapazes de partilhar a luz sem colidirem constantemente, ferindo as asas uns dos outros."

 

Ah, como eu gosto de Noël Coward. Como quem ‘não quer a coisa’, com um brilho único, anda connosco há quase um século, despistando, contrariando ideias feitas, na curva da História. Frívolo? Ou realmente profundo? Fantasista ou realmente realista? Olha: teatral, aposto.

Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves 



POE OU O CORVO  de Fiama Hasse Pais Brandão

Com Inês Pereira, Teresa Sobral, Carla Bolito e João Meireles 
Direcção João Meireles 

 

Na Antena 2, a 25 de Outubro às 19h00 

Não, a literatura também se vive. Sou filho de leitor, eu. Foi com essa literatura que eu vi a morte. A da mãe dele, que eu vi num dicionário, que morreu, e que está descrita nos poemas dele.  

Fiama Hasse Pais Brandão, Poe ou o Corvo

 

Fotografia © Jorge Gonçalves 



Assinaturas Livrinhos de Teatro 2023 

Vamos publicar mais 10 volumes em 2023. Não quer assinar? São 55 euros.

 

Enviamos quatro remessas durante o ano. Mas, se preferir, pode levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica  desse ano.

 

Para mais informações:   asimao@artistasunidos.pt 

 

Peças de Alex Cassal, Noël Coward, Enis Maci, Roland Dubbillard, Pau Miró, Jardiel Poncela, Eugene O´Neill, Kieran Hurley,  Ruby Thomas e Enda Walsh

 

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Na 6ª 21 apresentamos VIDA DE ARTISTAS de Noël Coward em Castelo Branco, no Cine-Teatro Avenida, às 21h30. Estaremos em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva na 5ª 3 de Novembro, às 21h30, e na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garret no Sáb 5 às 21h30. Poderá ouvir POE OU O CORVO de Fiama Hasse Pais Brandão na Antena 2 - Teatro Sem Fios, na 3ª 25 de Outubro. Também a 3 de Novembro estreamos PROXIMIDADE de Arne Lygre. É só reservar!

 


VIDA DE ARTISTAS de Noël Coward 

Tradução José Maria Vieira Mendes Com Nuno Pardal, Rita Brütt, Pedro Caeiro, Américo Silva, Antónia Terrinha, Tiago Matias, Raquel Montenegro, Ana Amaral, Pedro Cruzeiro, Jefferson Oliveira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Coordenação Técnica João Chicó Assistente Nuno Gonçalo Rodrigues e Noeli Kikuchi Encenação Jorge Silva Melo Coprodução Artistas Unidos / SLTM / TNSJ M12

 

Em Castelo Branco, no Cine-Teatro Avenida a 21 de Outubro

6ª às 21h30

Informações | 272 349 560 ou bilheteira.ctavenida@gmail.com
Bilhetes | https://ticketline.sapo.pt/.../vida-de-artistas-artistas...

Em Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva 3 de Novembro de 2022
5ª às 21h30
Informações | 244 823 600 (18h00-22h00)
Bilhetes |
https://www.teatrojlsilva.pt/evento/vida-de-artistas/

Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett a 5 de Novembro de 2022
Sáb às 21h30
Informações | 252 090 210 ou cine-teatrogarrett@cm-pvarzim.pt
Bilhetes |
https://bit.ly/VidadeArtistasBOL

LEO Eu amo-te. Tu amas-me. Tu amas o Otto. Eu amo o Otto. O Otto ama-te. O Otto ama-me.
Noël Coward, Vida de Artistas

 

Noël Coward escreve Vida de Artistas para cumprir um pacto celebrado 11 anos antes entre o próprio e os seus dois amigos, Alfred Lunt e Lynn Fontanne. "Os Lunt", como eram conhecidos, tornaram-se o mais celebrado casal do teatro na América mas, em 1921, quando Coward os visitou em Nova Iorque, estavam a começar a viver num alojamento barato para actores em dificuldades. Coward também ainda era relativamente desconhecido, mas partilhava com Lunt e Fontanne uma fome por fama e sucesso. A produção estreou na Broadway em 1933 e, depois, em Inglaterra, com imediato sucesso crítico e comercial, apesar das suas personagens amorais e da proclamada bissexualidade. Dela disse Coward: "Gostaram e detestaram, odiaram e admiraram, não sei se realmente a amaram. São criaturas superficiais, sobre-articuladas e amorais movidas pelo impacto das suas personalidades uns sobre os outros, são traças à volta da luz, incapazes de tolerar a escuridão solitária e igualmente incapazes de partilhar a luz sem colidirem constantemente, ferindo as asas uns dos outros."


Ah, como eu gosto de Noël Coward. Como quem ‘não quer a coisa’, com um brilho único, anda connosco há quase um século, despistando, contrariando ideias feitas, na curva da História. Frívolo? Ou realmente profundo? Fantasista ou realmente realista? Olha: teatral, aposto.


Jorge Silva Melo 


Fotografia © Jorge Gonçalves


 


POE OU O CORVO de Fiama Hasse Pais Brandão
Com Inês Pereira, Teresa Sobral, Carla Bolito e João Meireles 
Direcção João Meireles 

Na Antena 2, a 25 de Outubro de 2022 às 19h00 

Não, a literatura também se vive. Sou filho de leitor, eu. Foi com essa literatura que eu vi a morte. A da mãe dele, que eu vi num dicionário, que morreu, e que está descrita nos poemas dele.  

Fiama Hasse Pais Brandão, Poe ou o Corvo

Fotografia © Jorge Gonçalves 


PROXIMIDADE de Arne Lygre 

Tradução Pedro Porto Fernandes Com Isabel Muñoz Cardoso, Rita Durão, Pedro Carraca e Simon Frankel Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Desenhos Operação técnica Bruno Almeida Comunicação Joana Pajuelo Produção Tiago da Câmara Pereira Assistente de encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação António Simão M14


No Teatro da Politécnica de 3 Novembro a 3 Dezembro
3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

RESERVAS | 961960281 ou bilheteira@artistasunidos.pt


UMA ESTRANHA (…) mas, quando deixa de se estar na proximidade do outro, afinal não se criou uma relação suficientemente forte, dilui-se em nada.

Arne Lygre, Proximidade

 

Proximidade é o falhanço. A crise de ELA. ELA coloca em causa relações, questiona o tempo e relembra o espaço. Os locais onde foi feliz, onde virá a ser… Os momentos que passaram ou que ainda virão. E os outros, serão passado, serão futuro, acabaram ou ainda chegarão? Estaremos sempre juntos ou estaremos sempre sozinhos?
 

António Simão



Fotografia © Jorge Gonçalves 

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Em cena, no Teatro da Politécnica, TERRA DE NINGUÉM de Harold Pinter. De 3ª a sábado, até 15 de Outubro. A 24 de Setembro voltamos a ler EM VOZ ALTA. Luís Lucas e Manuel Wiborg lêem Antero de Quental. E em Novembro estreamos PROXIMIDADE de Arne Lygre.

 


TERRA DE NINGUÉM de Harold Pinter Tradução Francisco Luís Parreira Com Américo Silva, João Meireles, António Simão e João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistente de cenografia Joana Sousa Luz Pedro Domingos Montagem Diana Santos Operação técnica Bruno Almeida Comunicação Joana Pajuelo Produção Executiva Tiago da Câmara Pereira Assistente de encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Pedro Carraca M12

 

No Teatro da Politécnica de 15 Setembro a 15 de Outubro
3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

RESERVAS | 961960281 ou bilheteira@artistasunidos.pt


HIRST Esta noite… meu amigo… encontra-me na última volta de uma corrida… que há muito me esqueci de correr.

Harold Pinter, Terra de Ninguém

 

Voltamos a Harold Pinter com Terra de Ninguém. E é nesse misterioso limbo à beira do vazio que está Hirst, um intelectual alcoólico que, certa noite, traz para casa Spooner, um poeta falhado. A falibilidade da memória, a co-existência da força bruta e da sensibilidade, a incompreensão do feminino, as relações como forma de invasão territorial e de busca pelo controlo, a ilusão que pode ser, na verdade, a realidade.

É um prazer encontrarmo-nos com Pinter, com a particularidade da sua linguagem em que o mais primoroso detalhe está repleto de sentidos e absurdos possíveis, de humor, de crueza e ambivalência.


Fotografia © Jorge Gonçalves 



EM VOZ ALTA
os nossos poetas leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos


Gostamos de ler em voz alta, de ouvir poesia lida pelos actores trabalham connosco, de poesia lida para várias pessoas, de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.


Em Cascais, na Casa Sommer, às 18h00:

24 de Setembro – Antero de Quental por Luís Lucas e Manuel Wiborg



PROXIMIDADE de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Isabel Muñoz Cardoso, Rita Durão, Pedro Carraca e Simon Frankel Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistência de cenografia Joana Sousa Luz Pedro Domingos Operação técnica Bruno Almeida Comunicação Joana Pajuelo Produção Executiva Tiago da Câmara Pereira Assistente de encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação António Simão A Classificar pela CCE


No Teatro da Politécnica de 3 Novembro a 3 Dezembro

3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00


UMA ESTRANHA (…) mas, quando deixa de se estar na proximidade do outro, afinal não se criou uma relação suficientemente forte, dilui-se em nada.

Arne Lygre, Proximidade


Proximidade é o falhanço. A crise de ELA. ELA coloca em causa relações, questiona o tempo e relembra o espaço. Os locais onde foi feliz, onde virá a ser… Os momentos que passaram ou que ainda virão. E os outros, serão passado, serão futuro, acabaram ou ainda chegarão? Estaremos sempre juntos ou estaremos sempre sozinhos?

António Simão

Fotografia © Jorge Gonçalves  



COMO SOBREVIVER A UM ACONTECIMENTO de Miguel Graça, Urso Pardo Com David Esteves, Madalena Almeida, Miguel Graça e Pedro Caeiro Cenário e figurinos Urso Pardo e Rui Casares Som Urso Pardo Desenho de Luz Daniel Worm d’Assumpção Operação técnica e montagem Henrique Pires Registo Audiovisual Bruno Bernardo Encenação Miguel Graça Uma produção Urso Pardo Apoio Fundação GDA, Fundação Calouste Gulbenkian A Classificar pela CCE


No Teatro da Politécnica de 8 a 17 de Dezembro

3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00


Um homem está em casa a dormir quando lhe batem à porta de madrugada. É um estafeta com uma encomenda de pizza que ele não pediu. A situação repete-se no dia seguinte, e depois continua durante meses. Há dias em que os estafetas vêm várias vezes na mesma noite, há semanas que se passam em que não vem ninguém.


Como Sobreviver a um Acontecimento é uma reflexão metafórica sobre a nossa posição no mundo de hoje, onde somos constantemente bombardeados por informações e acontecimentos que nos levam a aceitar a banalidade do quotidiano como aceitável.

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Estamos de volta aos ensaios de TERRA DE NINGUÉM de Harold Pinter com que reabrimos o Teatro da Politécnica. A 5ª 15 é dia de entrada livre. Já reservou?

 


TERRA DE NINGUÉM de Harold Pinter Tradução Francisco Luís Parreira Com Américo Silva, João Meireles, António Simão e João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistente de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Operação técnica Bruno Almeida Comunicação Joana Pajuelo Produção Executiva Tiago da Câmara Pereira Assistente de encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Pedro Carraca A Classificar pela CCE

 

No Teatro da Politécnica de 15 Setembro a 15 de Outubro
3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

RESERVAS | 961960281 ou bilheteira@artistasunidos.pt


HIRST Esta noite… meu amigo… encontra-me na última volta de uma corrida… que há muito me esqueci de correr.

Harold Pinter, Terra de Ninguém

 

Voltamos a Harold Pinter com Terra de Ninguém. E é nesse misterioso limbo à beira do vazio que está Hirst, um intelectual alcoólico que, certa noite, traz para casa Spooner, um poeta falhado. A falibilidade da memória, a co-existência da força bruta e da sensibilidade, a incompreensão do feminino, as relações como forma de invasão territorial e de busca pelo controlo, a ilusão que pode ser, na verdade, a realidade.

É um prazer encontrarmo-nos com Pinter, com a particularidade da sua linguagem em que o mais primoroso detalhe está repleto de sentidos e absurdos possíveis, de humor, de crueza e ambivalência.

Fotografia © Jorge Gonçalves