segunda-feira, 21 de março de 2016

E começam as novidades: JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams estreia na quarta 27 de Abril no Teatro da Politécnica. Na quinta 31 de Março recebemos HOLOCAUSTO de Charles Reznikoff, pela Cena Múltipla e na quinta 14 de Abril PRIMEIRA GERAÇÃO de Nuno Gonçalo Rodrigues, pelo Colégio José Álvaro Vidal. E na sexta 8 de Abril no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, apresentamos JOGADORES de Pau Miró.


JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Munoz CardosoJoão Pedro Mamede, José Mata e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Produção João Meireles Assistência de Encenação António Simão Encenação Jorge Silva Melo M14
No Teatro da Politécnica de 27 de Abril a 4 de Junho
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis das 10h às 18h)
 
TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonas, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo

Fotografias © Jorge Gonçalves


S.O.S. ciclo organizado pel'Os Possessos
 
HOLOCAUSTO de Charles Reznikoff (fragmentos) Tradução João Pedro Mamede e Francis Seleck Com Alexandra Cabrita, Ana Micael, Daniel António, Hugo Pedro, Inês Francisco Jacob, Jefferson Oliveira, João Barroso, João Pedro Mamede, João Pedro Martins, Jonas Leão, Pedro Pais, Rita Freire e Soraia dos Santos Encenação Francis Seleck Produção Cena Múltipla - Associação Cultural Mundo do Espectáculo Apoio Câmara Municipal de Almada, Artistas Unidos e OS POSSESSOS M14
No Teatro da Politécnica de 31 de Março a 2 de Abril5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Preço único: 6€
Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)

Creio que é preciso nomear, nomear e sempre nomear, e nomear de tal forma que nasça o ritmo já que a música faz parte do sentido.
Charles Reznikoff

Para escrever este poema, Charles Reznikoff utiliza os testemunhos recolhidos durante o processo dos criminosos nazis perante o Tribunal Militar de Nuremberga e as gravações do julgamento de Eichmann em Jerusalém. Reznikoff escolhe o essencial dos factos na sua brutalidade, realiza uma montagem, ritma os versos e vai directo ao coração das palavras claras e precisas. Gramática e pontuação. O poeta constrói o recitativo de um real horrível sem estetismo documentário. Nenhuma obscenidade gratuita nem reivindicação espectacular de justiça mas a clara visão do insuportável, da humanidade na sua própria desumanidade. Ver a essência do mal, a raiz, o lugar onde nasce e este lugar está no ser humano.


Fotografia © Francis Seleck



S.O.S. ciclo organizado pel'Os Possessos
 
PRIMEIRA GERAÇÃO de Nuno Gonçalo Rodrigues Com Diogo Janeiro, Inês Coelho, Inês Santos, Inês Sousa, Joana Bogarim, Márcia Silva, Samuel Belchior Encenação, Cenografia e Figurinos Gonçalo Quirino Uma produção Colégio José Álvaro Vidal - Fundação CEBI Apoio Artistas Unidos, OS POSSESSOS M16
No Teatro da Politécnica, 14 a 16 de Abril
5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Reservas
 | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)
Preço único: 6€ 

Acabaste de sair de um estado de suspensão temporária das funções vitais. Está tudo bem, mas estiveste a dormir durante muito, muito tempo. Os sinais vitais estão bem, a confusão que sentes faz parte do processo. Lentamente tudo voltará. Estamos muito satisfeitos. Tudo correu bem, dentro da absoluta normalidade.

Primeira Geração, Nuno Gonçalo Rodrigues
Achamos que isto é um sonho, mas pode ser outra coisa. Acordamos e temos uma nova vida, ou o sonho continua, porque só somos nós aqui, os novos, e são só nossas as escolhas - só nós sabemos o sentido, a direcção, o programa. Somos o controlo remoto da televisão. E não desligamos. Não podemos destruir um mundo que acaba de nascer.

Fotografia © Alípio Padilha



JOGADORES de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Américo SilvaAntónio SimãoJoão Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Assistente João Pedro Mamede Encenação Jorge Silva Melo M12


Em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor, 8 de Abril, às 22h00
Reservas | 253 424 700 
PROFESSOR É fácil prever o futuro. Basta olhar para o céu. Ou para o espelho. Se te vires ao espelho, podes saber o futuro.
Pau Miró, Jogadores

É como se estas personagens se tivessem esquecido do texto e estivessem à espera que voltasse. Perderam o pulsar do mundo, e só têm uma maneira de o recuperar, talvez demasiado arriscada, seguramente demasiado perigosa. E louca. E também desesperada. Ao fim e ao cabo, no entanto, a única maneira.
Pau Miró

Personagens sem esperança, à deriva, sem trabalho, perdidos num mundo que já não é o seu, aparentemente "normais" mas com um fundo de mistério e turbulência que vão mostrando pouco a pouco. Jogadores trata dos páramos da meia-idade e do vício do risco, do colocar-se em perigo: a vertigem como forma de escape de uma realidade opaca.
Marcos Ordóñez

Fotografias © Jorge Gonçalves

terça-feira, 15 de março de 2016

Última semana de A NOITE DA DONA LUCIANA de Copi no Teatro da Politécnica. Só até sábado, 19 de Março. Hoje no S. Luiz podemos ver ÂNGELO DE SOUSA: TUDO O QUE SOU CAPAZ de Jorge Silva Melo, pelas 18.30. E José Gil estará connosco para falar. E daqui a dias, no sábado, 26 de Março, OS ACONTECIMENTOS de David Greig no Cine-Teatro Louletano.



A NOITE DA DONA LUCIANA de Copi Tradução Isabel Alves Com Custódia GallegoJosé Leite, Patrícia Andrade, Rafael Gomes, Rita Cruz e Vítor Oliveira Figurinos José António Tenente Luz Elduplo Música Sérgio Delgado Fotografias Alípio Padilha Designer Pedro Frois Meneses Vídeo Promocional Eduardo Breda Comunicação Mafalda Simões Assistência de encenação Catarina Rôlo Salgueiro Encenação Ricardo Neves-Neves Produção Teatro do Eléctrico M16
No Teatro da Politécnica de 24 de Fevereiro a 19 de Março
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
 
MAQUINISTA Até que horas vamos ficar?
AUTOR Que horas são?
MAQUINISTA Três e vinte cinco da manhã.
ACTRIZ Via láctea: reboliço entre as vacas.

A Noite da Dona Luciana, Copi
 
A Noite da Dona Luciana (1985) é uma comédia irreverente e florida, ao estilo de Copi. Num teatro acontece um ensaio tardio, onde estão presentes o autor, a actriz e o maquinista. O ensaio é interrompido por uma velha stripper transexual, que se envolve num confronto com a Companhia, lançando o espectador numa espiral entre a verdade e o delírio, a paixão e o humor negro.

Fotografia © Alípio Padilha


Por ocasião da exposição Narrativa de uma Colecção – Arte Portuguesa na Colecção da Secretaria de Estado da Cultura (1960-1990), (actualmente no novo espaço do MNAC-MC na Rua Capelo), o São Luiz Teatro Municipal e o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado promovem uma mostra dos filmes realizados pelos Artistas Unidos sobre artistas cujas obras integram a colecção.
Continuamos o ciclo A PALAVRA AOS ARTISTAS com a projecção de Ângelo de Sousa: Tudo O Que Sou Capaz de Jorge Silva Melo, no dia 14 de Março, pelas 18h30, no São Luiz Teatro Municipal.
Ângelo de Sousa: Tudo O Que Sou Capaz Realização Jorge Silva Melo Com Nuno Faria e João Perry Assistência de realização Joana Frazão Imagem José Luís Carvalhosa SomArmanda Carvalho, Quintino Bastos Montagem Vítor Alves e Miguel AguiarProdução João MatosManuel João Aguas Uma Produção Artistas Unidos/ RTP
Um documentário sobre Ângelo de Sousa, pintor.
Ou antes um filme com Ângelo de Sousa, de tal forma estamos perto da sua colaboração? Um filme ao sabor de encontros espaçados no tempo (realizámos um primeiro encontro em Maio de 2007, a que se seguiram duas entrevistas em Setembro desse ano, duas em 10 de Maio de 2008, duas em Maio de 2009, filmámos a inauguração da exposição na Quadrado Azul em Novembro de 2009 - aproveitando apresentações públicas de obras., em que pretendemos captar a permanente fixação de um artista que insistiu na elementaridade dos meios, no abandono dos materiais nobres e dos processos complexos de criação.

Jorge Silva Melo 

Próxima sessão:
4 ABR
Segunda às 18h30
JOAQUIM BRAVO
Conversa com José Miranda Justo
Joaquim Bravo, Évora, 1935, Etc Etc Felicidades
 de Jorge Silva Melo
(2000, 60 min, a classificar pela CCE)
Pode consultar toda a programação aqui.


OS ACONTECIMENTOS de David Greig Tradução Pedro Marques Com Andreia BentoJoão Pedro MamedeMaria JorgeDiana Narciso, Maria Manuel, Nuno Lima Fonseca e o Coro Ossónoba de Faro Música John Browne Luz Pedro Domingos Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Apoio ao movimento Afonso Costa Direcção Musical Rui Rebelo Assistência de encenação Maria Jorge Produção Executiva Andreia Bento e Pedro Carraca Encenação António Simão Uma produção Artistas Unidos ApoioCreative Scotland M14
 
No Cine-Teatro Louletano, 26 de Março às 21h30
Reservas | 289 414 604



O RAPAZ 
A fé não é fácil, bem sabes. Os acontecimentos põem-nos à prova.

CLAIRE Posso dizer-te uma coisa em segredo?
 
A 22 de Julho de 2011, Anders Breivik matou 68 pessoas, a maioria adolescentes. David Greig escreveu Os Acontecimentos inspirado nestes acontecimentos. Até onde pode chegar o perdão?
Fotografias © Jorge Gonçalves


segunda-feira, 7 de março de 2016

É já esta semana que levamos DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE de Tennessee Williams ao Teatro Municipal de Bragança (sábado, 12 de Março). E OS ACONTECIMENTOS de David Greig, estarão no sábado 26 de Março no Cine-Teatro Louletano. No Teatro da Politécnica continua A NOITE DA DONA LUCIANA de Copi. No S. Luiz retomamos A PALAVRA AOS ARTISTAS com a projecção de ÂNGELO DE SOUSA: TUDO O QUE SOU CAPAZ de Jorge Silva Melo, na segunda, 14 às 18.30. E será José Gil quem vai falar connosco.



DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE de Tennessee Williams Tradução José Agostinho Baptista Com Maria João LuísRúben GomesAmérico SilvaCatarina Wallenstein, Eugeniu Ilco, Isabel Muñoz CardosoNuno PardalPedro CarracaPedro Gabriel MarquesRui Rebelo, Simon Frankel, Tiago MatiasVânia Rodrigues, Alexandra Pato, Francisco Lobo Faria, João Delgado, João Estima, Mauro Hermínio, Mia Tomé, Nuno Gonçalo Rodrigues e a participação de João Vaz Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Assistência de encenação Leonor Carpinteiro e Nuno Gonçalo Rodrigues Produção Executiva João Meireles Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos/S. Luiz Teatro Municipal/Teatro Nacional S. João M14

No Teatro Municipal de Bragança, 12 de Março, 21h30
 
CHANCE - Eu não peço piedade, só peço compreensão – nem sequer isso – não. Apenas o reconhecimento de mim em ti, e do inimigo, o tempo, em todos nós.


Tennessee Williams, Doce Pássaro da Juventude
 
Uma actriz enfrenta o desastre de uma vida, longe dos doces anos da sua juventude. Um rapaz, Chance Wayne, de regresso à terra de onde partiu há anos à conquista do mundo. É Páscoa, mas não haverá ressurreição. Todos procuram voltar a um passado que imaginaram feliz. Enquanto decorre uma sórdida manobra política.


Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


OS ACONTECIMENTOS de David Greig Tradução Pedro Marques Com Andreia BentoJoão Pedro MamedeMaria JorgeDiana Narciso, Maria Manuel, Nuno Lima Fonseca e o Coro Ossónoba de Faro Música John Browne Luz Pedro Domingos Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Apoio ao movimento Afonso Costa Direcção Musical Rui Rebelo Assistência de encenação Maria Jorge Produção Executiva Andreia Bento e Pedro Carraca Encenação António Simão Uma produção Artistas Unidos Apoio Creative Scotland M14
 
No Cine-Teatro Louletano, 26 de Março às 21h30
Reservas | 289 414 604



O RAPAZ 
A fé não é fácil, bem sabes. Os acontecimentos põem-nos à prova.

CLAIRE Posso dizer-te uma coisa em segredo?
 
A 22 de Julho de 2011, Anders Breivik matou 68 pessoas, a maioria adolescentes. David Greig escreveuOs Acontecimentos inspirado nestes acontecimentos. Até onde pode chegar o perdão?

Fotografias © Jorge Gonçalves



A NOITE DA DONA LUCIANA de Copi Tradução Isabel Alves Com Custódia GallegoJosé Leite, Patrícia Andrade, Rafael Gomes, Rita Cruz e Vítor Oliveira Figurinos José António Tenente Luz Elduplo MúsicaSérgio Delgado Fotografias Alípio Padilha Designer Pedro Frois Meneses Vídeo Promocional Eduardo Breda Comunicação Mafalda Simões Assistência de encenação Catarina Rôlo SalgueiroEncenação Ricardo Neves-Neves Produção Teatro do Eléctrico M16
No Teatro da Politécnica de 24 de Fevereiro a 19 de Março
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
 
MAQUINISTA Até que horas vamos ficar?
AUTOR Que horas são?
MAQUINISTA Três e vinte cinco da manhã.
ACTRIZ Via láctea: reboliço entre as vacas.

A Noite da Dona Luciana, Copi
 
A Noite da Dona Luciana (1985) é uma comédia irreverente e florida, ao estilo de Copi. Num teatro acontece um ensaio tardio, onde estão presentes o autor, a actriz e o maquinista. O ensaio é interrompido por uma velha stripper transexual, que se envolve num confronto com a Companhia, lançando o espectador numa espiral entre a verdade e o delírio, a paixão e o humor negro.

Fotografia © Alípio Padilha



Por ocasião da exposição Narrativa de uma Colecção – Arte Portuguesa na Colecção da Secretaria de Estado da Cultura (1960-1990), (actualmente no novo espaço do MNAC-MC na Rua Capelo), o São Luiz Teatro Municipal e o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado promovem uma mostra dos filmes realizados pelos Artistas Unidos sobre artistas cujas obras integram a colecção.
Continuamos o ciclo A PALAVRA AOS ARTISTAS com a projecção de Ângelo de Sousa: Tudo O Que Sou Capaz de Jorge Silva Melo, no dia 14 de Março, pelas 18h30, no São Luiz Teatro Municipal.
Ângelo de Sousa: Tudo O Que Sou Capaz Realização Jorge Silva Melo Com Nuno Faria e João Perry Assistência de realização Joana Frazão Imagem José Luís Carvalhosa SomArmanda Carvalho, Quintino Bastos Montagem Vítor Alves e Miguel AguiarProdução João MatosManuel João Aguas Uma Produção Artistas Unidos/ RTP
Um documentário sobre Ângelo de Sousa, pintor.
Ou antes um filme com Ângelo de Sousa, de tal forma estamos perto da sua colaboração? Um filme ao sabor de encontros espaçados no tempo (realizámos um primeiro encontro em Maio de 2007, a que se seguiram duas entrevistas em Setembro desse ano, duas em 10 de Maio de 2008, duas em Maio de 2009, filmámos a inauguração da exposição na Quadrado Azul em Novembro de 2009 - aproveitando apresentações públicas de obras., em que pretendemos captar a permanente fixação de um artista que insistiu na elementaridade dos meios, no abandono dos materiais nobres e dos processos complexos de criação.

Jorge Silva Melo 

Próxima sessão:
4 ABR
Segunda às 18h30
JOAQUIM BRAVO
Conversa com José Miranda Justo
Joaquim Bravo, Évora, 1935, Etc Etc Felicidades
 de Jorge Silva Melo
(2000, 60 min, a classificar pela CCE)

Pode consultar toda a programação aqui.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

No Teatro da Politécnica continua A NOITE DA DONA LUCIANA de Copi até 19 de Março. Dentro de dias, no sábado, 5 de Março, levamos DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE de Tennessee Williams ao Fórum Municipal Luísa Todi, em Setúbal e seguimos depois para o Teatro Municipal de Bragança, onde estaremos no sábado 12 de Março.



A NOITE DA DONA LUCIANA de Copi Tradução Isabel Alves Com Custódia GallegoJosé Leite, Patrícia Andrade, Rafael Gomes, Rita Cruz e Vítor Oliveira Figurinos José António Tenente Luz Elduplo MúsicaSérgio Delgado Fotografias Alípio Padilha Designer Pedro Frois Meneses Vídeo Promocional Eduardo Breda Comunicação Mafalda Simões Assistência de encenação Catarina Rôlo SalgueiroEncenação Ricardo Neves-Neves Produção Teatro do Eléctrico M16
No Teatro da Politécnica de 24 de Fevereiro a 19 de Março
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
 
MAQUINISTA Até que horas vamos ficar?
AUTOR Que horas são?
MAQUINISTA Três e vinte cinco da manhã.
ACTRIZ Via láctea: reboliço entre as vacas.
A Noite da Dona Luciana, Copi
 
A Noite da Dona Luciana (1985) é uma comédia irreverente e florida, ao estilo de Copi. Num teatro acontece um ensaio tardio, onde estão presentes o autor, a actriz e o maquinista. O ensaio é interrompido por uma velha stripper transexual, que se envolve num confronto com a Companhia, lançando o espectador numa espiral entre a verdade e o delírio, a paixão e o humor negro.

Fotografia © Alípio Padilha


DOCE PÁSSARO DA JUVENTUDE de Tennessee Williams Tradução José Agostinho Baptista Com Maria João LuísRúben GomesAmérico SilvaCatarina Wallenstein, Eugeniu Ilco, Isabel Muñoz CardosoNuno PardalPedro CarracaPedro Gabriel MarquesRui Rebelo, Simon Frankel, Tiago MatiasVânia Rodrigues, Alexandra Pato, Francisco Lobo Faria, João Delgado, João Estima, Mauro Hermínio, Mia Tomé, Nuno Gonçalo Rodrigues e a participação de João Vaz Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Assistência de encenação Leonor Carpinteiro e Nuno Gonçalo Rodrigues Produção Executiva João Meireles Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos/S. Luiz Teatro Municipal/Teatro Nacional S. João M14Em Setúbal, no Fórum Municipal Luísa Todi, 5 de Março, 21h30

No Teatro Municipal de Bragança, 12 de Março, 21h30
 
CHANCE - Eu não peço piedade, só peço compreensão – nem sequer isso – não. Apenas o reconhecimento de mim em ti, e do inimigo, o tempo, em todos nós.


Tennessee Williams, Doce Pássaro da Juventude
 
Uma actriz enfrenta o desastre de uma vida, longe dos doces anos da sua juventude. Um rapaz, Chance Wayne, de regresso à terra de onde partiu há anos à conquista do mundo. É Páscoa, mas não haverá ressurreição. Todos procuram voltar a um passado que imaginaram feliz. Enquanto decorre uma sórdida manobra política.


Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

E até 28 de Fevereiro, no São Luiz, GATA EM TELHADO DE ZINCO QUENTE de Tennessee Williams. E hoje, pelas 18.30, o filme é BARTOLOMEU CID DOS SANTOS: POR TERRAS DEVASTADAS. Enquanto no Teatro da Politécnica, Ricardo Neves-Neves estreia A NOITE DA DONA LUCIANA, um Copi!



GATA EM TELHADO DE ZINCO QUENTE de Tennessee Williams Tradução Helena Briga Nogueira Com Catarina WallensteinRúben GomesAmérico SilvaIsabel Muñoz CardosoJoão MeirelesJoão VazTiago MatiasVânia RodriguesRafael Barreto e as estagiárias da ESTC Inês Laranjeira e Margarida Correia Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Construção Thomas Kahrel Luz Pedro Domingos Som André Pires Operação de Som Flávio Martins Fotografia Jorge Gonçalves Assistência Leonor Carpinteiro Produção Executiva João Meireles e João Chicó Encenação Jorge Silva Melo Uma Produção Artistas Unidos/ Teatro Viriato / Fundação Centro Cultural de Belém / Teatro Nacional S. João, com o apoio do Centro Cultural do Cartaxo M16
 

No S. Luiz Teatro Municipal de 18 a 28 de Fevereiro de 2016

 
PAPÁ POLLITT (devagar e num tom violento): MALDITOS SEJAM TODOS OS MENTIROSOS E MENTIROSAS! FILHOS DA PUTA (...) Sim, todos mentirosos, todos mentirosos, todos mentirosos, moribundos mentirosos. (...) Mentirosos, moribundos, mentirosos!

Tennessee Williams, Gata em Telhado de Zinco Quente

 
Um casamento destruído pelo álcool, a ausência de filhos, mistérios e mentiras. Heranças, valores, filhos, sexo. E a doença, a morte. O que é a propriedade privada?


Gata em Telhado de Zinco Quente é uma tragédia: a passagem do mundo velho a um novo que não há meio de nascer. No trágico Sul de Tennessee Williams tudo se agita em volta do dinheiro. Estreada em Nova Iorque em 1955 com direcção de Elia Kazan, esta peça ficou célebre graças ao belíssimo filme com Elizabeth Taylor, Paul Newman e Burl Ives nos papéis principais. No entanto, que a versão de Kazan, quer filme realizado por Richard Brooks em 1958 evitaram muitos dos problemas da peça original.
Será possível devolver ao teatro aquilo que aparentemente o cinema fixou para sempre? Será possível voltar a fazer estas peças sem as cores esplendorosas de Hollywood? Será possível ver outra vez Maggie, a Gata como uma aventureira que a falta de dinheiro cega? Será possível voltar a pôr no palco estes dilemas, esta ansiedade, esta sofreguidão? Eu aposto que sim. Mas é uma peça de teatro.

Jorge Silva Melo 

Fotografia © Jorge Gonçalves




Por ocasião da exposição Narrativa de uma Colecção – Arte Portuguesa na Colecção da Secretaria de Estado da Cultura (1960-1990), (actualmente no novo espaço do MNAC-MC na Rua Capelo), o São Luiz Teatro Municipal e o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado promovem uma mostra dos filmes realizados pelos Artistas Unidos sobre artistas cujas obras integram a colecção.
Continuamos o ciclo A PALAVRA AOS ARTISTAS com a projecção de Bartolomeu Cid dos Santos: Por Terras Devastadas de Jorge Silva Melo, no dia 22 de Fevereiro, pelas 18h30, no São Luiz Teatro Municipal.



Bartolomeu Cid dos Santos: Por Terras Devastadas Argumento e Realização Jorge Silva Melo Depoimentos Alan Sillitoe, Hélder Macedo, João Cutileiro, John Aiken, Manuel Augusto Araújo, Paula Rego, Valter Vinagre Imagem José Luís Carvalhosa Som Armanda Carvalho Montagem Vítor AlvesAssistente de montagem Miguel Aguiar Mistura de som Tiago Matos Assistência de realização Maria do Mar Fazenda, Andreia Bento Produção João Matos, Joana Cunha Ferreira, Alexandra Caiano ProdutorPedro Borges Apoio Câmara Municipal de Tavira, Instituto Camões Produtor associado Artistas UnidosUma produção Midas Filmes © 2009 RTP 2

 
Um mundo crepuscular, o do fim dos muitos impérios, será o mundo de Bartolomeu. Que, em 65, criou uma das primeiras metáforas contra o Poder Colonial Português, a gravura "Portuguese Men of War". E que no fim da vida, com fúria visível e renovada vitalidade, se insurge contra a Nova Ordem Mundial. Mas um mundo também no anoitecer dos sentimentos amorosos, à procura de mais alguma coisa, de algum além para além do mar. Entre conversas com Bartolomeu e alguns dos seus mais próximos (como Paula Rego, Helder Macedo, John Aiken, Manuel Augusto Araújo, Valter Vinagre), procuro fazer um breve restrato deste homem das sete partidas do mundo, artista multifacetado, irónico, romântico, terno, grande conhecedor do mundo, das viagens e das técnicas, grande conhecedor das letras, e fazer ver como ele, em cada obra que faz, gravura, pintura, escultura ou... convoca todo o tempo passado, todas as terras distantes, sabendo, com Eliot, que "tempo passado e tempo futuro estão ambos presentes no tempo presente".
Um retrato de um homem que, aos 14 anos, no Chrysler do seu avô, foi de Lisboa a Paris em 1946, e viu desfilar a terra devastada depois da II Guerra Mundial.
E é por terras devastadas, ruínas, labirintos, mares que ele, sempre menino e sempre marinheiro, procura... e procura o quê? 

Próxima sessão:
14 MAR 

Segunda às 18h30 
ÂNGELO DE SOUSA
Conversa com José Gil

(2010, 60 min, a classificar pela CCE)

Pode consultar toda a programação aqui.





A NOITE DA DONA LUCIANA de Copi Tradução Isabel Alves Com Custódia GallegoJosé Leite, Patrícia Andrade, Rafael Gomes, Rita Cruz e Vítor Oliveira Figurinos José António Tenente Luz Elduplo MúsicaSérgio Delgado Fotografias Alípio Padilha Designer Pedro Frois Meneses Vídeo Promocional Eduardo Breda Comunicação Mafalda Simões Assistência de encenação Catarina Rôlo Salgueiro Encenação Ricardo Neves-Neves Produção Teatro do Eléctrico M16

No Teatro da Politécnica de 24 de Fevereiro a 19 de Março
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00


MAQUINISTA Até que horas vamos ficar?
AUTOR Que horas são?
MAQUINISTA Três e vinte cinco da manhã.
ACTRIZ Via láctea: reboliço entre as vacas.

Copi, A Noite da Dona Luciana

A Noite da Dona Luciana (1985) é uma comédia irreverente e florida, ao estilo de Copi. Num teatro acontece um ensaio tardio, onde estão presentes o autor, a actriz e o maquinista. O ensaio é interrompido por uma velha stripper transexual, que se envolve num confronto com a Companhia, lançando o espectador numa espiral entre a verdade e o delírio, a paixão e o humor negro.

Fotografia © Alípio Padilha