sexta-feira, 17 de maio de 2013

E amanhã, pelas 16h, no Museu Vieira da Silva, Jorge Silva Melo lê MEMÓRIA DE UM PINTOR DESCONHECIDO de Mário Dionísio (entrada livre).


No Museu Vieira da Silva, Sáb. 18 de Maio, pelas 16h00 (entrada livre)

“É um dos livros mais curiosos que jamais li. Aparentemente seria um livro de poesia, mas poderia ser também um ensaio, um diário, o esboço de um romance, a memória de uma vida, o avesso do grande livro de ensaio que Mário Dionísio concluiu pouco tempo antes, A Paleta e O Mundo. É por isso que é tudo: poesia. E é tão bonita a sua relação com a demorada arte de pintar. É um dos grandes livros de poesia do século XX, li-o desde a primeira hora, aluno que eu era de Mário Dionísio (1916-1993), quando o livro saiu, em 1965.”

segunda-feira, 13 de maio de 2013

É esta semana que estreamos O CAMPEÃO DO MUNDO OCIDENTAL de J. M. Synge no D. Maria.

O CAMPEÃO DO MUNDO OCIDENTAL de J. M. Synge 

Tradução 
Joana Frazão Com Elmano Sancho, Maria João Pinho, Américo Silva, Maria João Falcão,Rúben Gomes, João Vaz, António Simão, Nuno Pardal, João Delgado, e os estudantes da ESTC Catarina Campos Costa, Nídia Roque, Daniela Silva, Rita Cabaço, Isac Graça, João Reixa, Bernardo Souto, Nuno Geraldo, Joana Manaças, Vânia Ribeiro Coreógrafo de lutas Sérgio Grilo Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves assistida por Ângela Rocha construções Thomas Kahrel FotografiasJorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Assistente de encenação Mirró Pereira e Américo Silva Encenação Jorge Silva Melo Co-produção TNDM II/ Artistas Unidos - apoio à tradução de Ireland Literature Exchange M12

No TNDM II de 16 de Maio a 9 de Junho de 2013
4ª a Sáb. às 21h00 | Dom às 16h00
Reservas | 800 213 250 (chamada gratuita)

Pegeen Quer que lhe parta a cabeça com o pau da vassoura?

Christy Não me bata. Foi assim que matei o meu pobre pai, fez terça-feira oito dias.
Pegeen Matou o seu pai, a sério?
Christy Deus me ajude, matei sim senhor, e que a Santa Mãe Imaculada interceda pela sua alma.

J.M Synge, O Campeão do Mundo Ocidental

segunda-feira, 6 de maio de 2013

E estreamos O CAMPEÃO DO MUNDO OCIDENTAL de J. M. Synge daqui por uns dias no D. Maria.

O CAMPEÃO DO MUNDO OCIDENTAL de J. M. Synge

Tradução
Joana Frazão Com Elmano Sancho, Maria João Pinho, Américo Silva, Maria João Falcão, Rúben Gomes, João Vaz, António Simão, Nuno Pardal, João Delgado, e os estudantes da ESTC Catarina Campos Costa, Nídia Roque, Daniela Silva, Rita Cabaço, Isac Graça, João Reixa, Bernardo Souto, Nuno Geraldo, Joana Manaças, Vânia Ribeiro Coreógrafo de lutas Sérgio Grilo Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves assistida por Ângela Rocha construções Thomas Kahrel Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Assistente de encenação Mirró Pereira e Américo Silva Encenação Jorge Silva Melo Co-produção TNDM II/ Artistas Unidos - apoio à tradução de Ireland Literature Exchange M12

No TNDM II de 16 de Maio a 9 de Junho de 2013 
4ª a Sáb. às 21h00 | Dom às 16h00
Reservas | 800 213 250 (chamada gratuita)

Pegeen Quer que lhe parta a cabeça com o pau da vassoura?Christy Não me bata. Foi assim que matei o meu pobre pai, fez terça-feira oito dias.Pegeen Matou o seu pai, a sério?Christy Deus me ajude, matei sim senhor, e que a Santa Mãe Imaculada interceda pela sua alma.

J.M Synge, O Campeão do Mundo Ocidental

segunda-feira, 29 de abril de 2013

E A ESTALAJADEIRA de GOLDONI está até Sábado no CCB. É o fim da sua carreira.

A ESTALAJADEIRA de Carlo Goldoni

Tradução
Jorge Silva Melo Com Américo Silva, António Simão, Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Rúben Gomes, Maria João Falcão, Maria João Pinho, João Delgado, Tiago Nogueira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Assistência Leonor Carpinteiro e João Delgado Encenação Jorge Silva Melo Co-produção AU/ TNSJ/ Centro Cultural de Belém com o apoio do Centro Cultural do Cartaxo M12

No Centro Cultural de Belém até 4 de Maio
Reservas |
213 612 627 | bilheteiraccb@ccb.pt

E vós, senhores, aproveitai de tudo o que vistes para vantagem e segurança dos vossos corações. E se alguma vez estiverdes numa ocasião de duvidar, quase a ceder, pensai nos artifícios que vistes. E lembrai-vos da Estalajadeira!

Carlo Goldoni, A Estajaladeira

O texto está publicado no Teatro Escolhido de Carlo Goldoni nos Livros Cotovia.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A partir de hoje no CCB, com A ESTALAJADEIRA, obra-prima de Goldoni. E, no Teatro da Politécnica, POR TUDO E POR NADA de Nathalie Sarraute termina amanhã, sábado, 27.

 A ESTALAJADEIRA de Carlo Goldoni

Tradução
Jorge Silva Melo Com Américo Silva, António Simão, Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Rúben Gomes, Maria João Falcão, Maria João Pinho, João Delgado, Tiago Nogueira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Assistência Leonor Carpinteiro e João Delgado Encenação Jorge Silva Melo Co-produção AU/ TNSJ/ Centro Cultural de Belém com o apoio do Centro Cultural do Cartaxo M12

No Centro Cultural de Belém de 26 de Abril a 4 de Maio
Reservas |
213 612 627 | bilheteiraccb@ccb.pt

E vós, senhores, aproveitai de tudo o que vistes para vantagem e segurança dos vossos corações. E se alguma vez estiverdes numa ocasião de duvidar, quase a ceder, pensai nos artifícios que vistes. E lembrai-vos da Estalajadeira!

Carlo Goldoni, A Estajaladeira

O texto está publicado no Teatro Escolhido de Carlo Goldoni nos Livros Cotovia.
POR TUDO E POR NADA de Nathalie Sarraute

Tradução
Jorge Silva Melo e Pedro Tamen Com João Meireles, Pedro Carraca, Andreia Bento e António Filipe Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves com uma gravura de Jorge Martins Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica até 27 de Abril 
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
 

Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)
As reservas devem ser levantadas até 1 hora antes do início do espectáculo

H1 Ouve lá... Queria fazer-te uma pergunta... Foi um bocado por isso que vim... Eu queria saber... Que é que aconteceu? Que é que tu tens contra mim? 
H2 Eu? Nada... Porquê?
H1 “A vida está ali... simples e tranquila”... “A vida está ali simples e tranquila”. É Verlaine, não é? 
H2 É. É Verlaine. Mas porquê? 
H1 Verlaine. Isso mesmo.

Nathalie Sarraute, Por Tudo e Por Nada
 

Sarraute é uma romancista única, impenetrável. O seu teatro, insinuante e irónico, prolonga o gesto romanesco e amplia-o. Uma das escritas mais pertinentes do século XX, vinda da Rússia que já sabemos ter sido de Tcheckhov. Mas a pequena música de Sarraute é uma música fúnebre: alguém está a morrer.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O CORPO E A LINHA, exposição de SÉRGIO POMBO no Teatro da Politécnica termina no Sábado, 27.


No Teatro da Politécnica até 27 de Abril
3ªf a 6ªf das 17h00 até ao final do espectáculo | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

a medida de todas as coisas
no lugar e no tempo em que nos encontramos, perdemos há muito a medida universal que nos permitia perceber o sentido e a direcção de todas as coisas.
por isso, cada um é obrigado a percorrer de novo, e sozinho, os caminhos que conduziram às sínteses formadoras da cultura ocidental; obrigado a enfrentar, sozinho, a desagregação de todos os discursos.
sérgio pombo procura no corpo, como os gregos (por vezes mesmo evocando o corpo de ulisses e a sua viagem iniciática), elementos que lhe permitam reerguer os templos da feliz coincidência entre a natureza e os homens, entre os homens e os deuses.
em quase toda a sua pintura há vertigem e angústia perante as forças de desarticulação que se impõem à sua maneira de fazer, ao seu projecto de trabalho.
nestas esculturas, pelo contrário, há serenidade e gratidão: são guardiãs de uma vida diversa, modelos de um mundo em formação, onde o sagrado encontra um novo corpo – novo kouros oferecido à nossa vontade de cor e de felicidade.

lisboa, 28 fev 2013
joão pinharanda

segunda-feira, 22 de abril de 2013

E chegamos ao CCB com A ESTALAJADEIRA (estreamos sexta, 26). E, no Teatro da Politécnica, entramos na última semana de POR TUDO E POR NADA de Nathalie Sarraute (termina sábado, 27).

A ESTALAJADEIRA de Carlo Goldoni

Tradução
Jorge Silva Melo Com Américo Silva, António Simão, Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Rúben Gomes, Maria João Falcão, Maria João Pinho, João Delgado, Tiago Nogueira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Assistência Leonor Carpinteiro e João Delgado Encenação Jorge Silva Melo Co-produção AU/ TNSJ/ Centro Cultural de Belém com o apoio do Centro Cultural do Cartaxo M12

No Centro Cultural de Belém de 26 de Abril a 4 de Maio
Reservas |
213 612 627 | bilheteiraccb@ccb.pt

E vós, senhores, aproveitai de tudo o que vistes para vantagem e segurança dos vossos corações. E se alguma vez estiverdes numa ocasião de duvidar, quase a ceder, pensai nos artifícios que vistes. E lembrai-vos da Estalajadeira!

Carlo Goldoni, A Estajaladeira

O texto está publicado no Teatro Escolhido de Carlo Goldoni nos Livros Cotovia.
POR TUDO E POR NADA de Nathalie Sarraute

Tradução
Jorge Silva Melo e Pedro Tamen Com João Meireles, Pedro Carraca, Andreia Bento e António Filipe Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves com uma gravura de Jorge Martins Fotografias Jorge Gonçalves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica até 27 de Abril 
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis 10h às 18h)
As reservas devem ser levantadas até 1 hora antes do início do espectáculo

H1 Ouve lá... Queria fazer-te uma pergunta... Foi um bocado por isso que vim... Eu queria saber... Que é que aconteceu? Que é que tu tens contra mim?
H2 Eu? Nada... Porquê?
H1 “A vida está ali... simples e tranquila”... “A vida está ali simples e tranquila”. É Verlaine, não é? 
H2 É. É Verlaine. Mas porquê?
H1 Verlaine. Isso mesmo.

Nathalie Sarraute, Por Tudo e Por Nada
 

Sarraute é uma romancista única, impenetrável. O seu teatro, insinuante e irónico, prolonga o gesto romanesco e amplia-o. Uma das escritas mais pertinentes do século XX, vinda da Rússia que já sabemos ter sido de Tcheckhov. Mas a pequena música de Sarraute é uma música fúnebre: alguém está a morrer.