segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

E continua A FARSA DA RUA W de Enda Walsh, e estamos a ensaiar HERODÍADES de Giovanni Testori e DIAS DE VINHO E ROSAS de Owen McCafferty.

Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, João Meireles, António Simão, Laurinda Chiungue Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Construções João Prazeres Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Coordenação da Produção Pedro Carraca Assistência Joana Barros M16

No Teatro da Politécnica até 14 de Janeiro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281

DINNY A Irlanda é um buraco terrível e não vou ser eu a discutir isso… mas digo-te uma coisa… dá aos tontos a hipótese de mostrarem o que valem.

Enda Walsh, A Farsa da Rua W

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (nº37)
Duração 1h40`: 1ª acto 40 minutos | Intervalo 10 minutos | 2ª acto 50 minutos

Não há espectáculos nos sábados 24 e 31 de Dezembro
.

HERODÍADES de Giovanni Testori


Tradução Miguel Serras Pereira Com Elmano Sancho Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos (Vídeo com Leandro Fernandes Imagem José Luís Carvalhosa Montagem Miguel Aguiar) Produção Vânia Rodrigues e Andreia Bento Encenação Jorge Silva Melo M16


No Teatro da Politécnica de 11 a 21 de Janeiro
4ª às 21h00 | 5ª às 19h00 | 6ª às 19h00 | Sáb às 19h00

Então as orelhas
lhe havia de esfregar,
de esfregar e lamber,
e de tudo fazer
com o músculo da língua,
delas extraindo
a cera que - argamassa
de num ninho de andorinhas
e de andorinhaças -
lá se depusera
desde a última limpeza.


Giovanni Testori, Herodíades


DIAS DE VINHO E ROSAS de J.P. Miller, versão de Owen McCafferty

Tradução Joana Frazão Com Maria João Falcão e Rúben Gomes Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência Vânia Rodrigues Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00

Donal aviões

Mona desculpa

Donal aviões – a gente não foi feita para estar lá em cima – os pássaros não são daquele tamanho – isso já nos devia dar uma pista não

Owen McCafferty, Dias de Vinho e Rosas

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

E amanhã lá temos matinée e noite com A FARSA DA RUA W (quer saber uma coisa? é uma peça g-e-n-i-a-l) de Enda Walsh...

...e é o último dia da exposição de esculturas de ÂNGELO DE SOUSA (que segue para a Guarda, onde estará, a partir de Janeiro, no TMG).

Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, João Meireles, António Simão, Laurinda Chiungue Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Construções João Prazeres Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Coordenação da Produção Pedro Carraca Assistência Joana Barros M16

No Teatro da Politécnica até 14 de Janeiro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281

DINNY A Irlanda é um buraco terrível e não vou ser eu a discutir isso… mas digo-te uma coisa… dá aos tontos a hipótese de mostrarem o que valem.

Enda Walsh, A Farsa da Rua W

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (nº37)
Duração 1h40`: 1ª acto 40 minutos | Intervalo 10 minutos | 2ª acto 50 minutos

No Teatro da Politécnica até 17 de Dezembro
4ª a Sáb das 15h00 às 21h00 (e depois dos espectáculos)

O sentido de um desenho de Ângelo só se completa quando compreendemos a morte do plano e o entendemos como um objecto no espaço através da sua escultura, se é que ainda podemos empregar esta palavra. Daí a relação tão íntima dela com as séries de desenhos. Formas geométricas articuladas no sentido da pura visualidade que nos levam a pensar nos jogos perceptivos e na imagem.

Filomena Serra

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

No sábado 10, haverá uma nova visita orientada por Filomena Serra à exposição ÂNGELO DE SOUSA Ainda as esculturas (aberta ao público até sábado 17).

No Teatro da Politécnica até 17 de Dezembro
4ª a Sáb das 15h00 às 21h00 (e depois dos espectáculos)

Visita orientada por Filomena Serra
Sábado, 10 de Dezembro, 18h00

O sentido de um desenho de Ângelo só se completa quando compreendemos a morte do plano e o entendemos como um objecto no espaço através da sua escultura, se é que ainda podemos empregar esta palavra. Daí a relação tão íntima dela com as séries de desenhos. Formas geométricas articuladas no sentido da pura visualidade que nos levam a pensar nos jogos perceptivos e na imagem.

Filomena Serra

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

E quarta-feira estreamos finalmente A FARSA DA RUA W de Enda Walsh (já reservou? olhe que a sala é mesmo minúscula e o Musset teve 100% de ocupação).

Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, João Meireles, António Simão, Laurinda Chiungue Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Construções João Prazeres Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Coordenação da Produção Pedro Carraca Assistência Joana Barros M16

No Teatro da Politécnica de 7 de Dezembro a 14 de Janeiro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281

DINNY A Irlanda é um buraco terrível e não vou ser eu a discutir isso… mas digo-te uma coisa… dá aos tontos a hipótese de mostrarem o que valem.

Enda Walsh, A Farsa da Rua W

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (nº37)
Duração 1h40`: 1ª acto 40 minutos | Intervalo 10 minutos | 2ª acto 50 minutos

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Por motivos técnicos a estreia de A FARSA DA RUA W de Enda Walsh foi adiada para 4ªf 7 de Dezembro e na 3ªf 6 o ensaio geral aberto ao público.

A FARSA DA RUA W de Enda Walsh

Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, João Meireles, António Simão, Laurinda Chiungue Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Construções João Prazeres Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Coordenação da Produção Pedro Carraca Assistência Joana Barros M16

No Teatro da Politécnica de 7 de Dezembro a 14 de Janeiro
4ª às 19h00 5ª e 6ª às 21h00 sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas 961960281

Dinny A Irlanda é um buraco terrível e não vou ser eu a discutir isso… mas digo-te uma coisa… dá aos tontos a hipótese de mostrarem o que valem.

Enda Walsh, A Farsa da Rua W

Todas as minhas peças tendem a ser sobre personagens que estão presas em padrões de comportamento, ou de linguagem, e chega a um momento em que dizem: “Pronto. Não posso continuar a viver assim, preciso de viver de outra maneira.”

Enda Walsh, Conversa com Enda Walsh in Revista Artistas Unidos nº20

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (nº37)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Entramos em ensaios finais de A FARSA DA RUA W de Enda Walsh (estreia a 30 de Novembro no Teatro da Politécnica)...

...mas entretanto, vamos ali a Caldas da Rainha com NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset (6ª 25 e Sáb 26).

A FARSA DA RUA W de Enda Walsh

Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, João Meireles, António Simão, Laurinda Chiungue Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Construções João Prazeres Luz Pedro Domingos Coordenação da Produção Pedro Carraca Assistência Joana Barros M16

No Teatro da Politécnica de 30 de Novembro a 14 de Janeiro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281

DINNY A Irlanda é um buraco terrível e não vou ser eu a discutir isso… mas digo-te uma coisa… dá aos tontos a hipótese de mostrarem o que valem.Link

Enda Walsh, A Farsa da Rua W

Todas as minhas peças tendem a ser sobre personagens que estão presas em padrões de comportamento, ou de linguagem, e chega a um momento em que dizem: “Pronto. Não posso continuar a viver assim, preciso de viver de outra maneira.”

Enda Walsh, Conversa com Enda Walsh in Revista Artistas Unidos nº20

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (nº37).

NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset

Tradução de Ana Campos Com Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira Cenário e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Assistência Andreia Bento e Joana Barros Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Co-Produção com o Teatro Viriato

No Centro Cultural e de Congressos das Caldas Rainha, 6ª25 e sáb 26 Novembro

PERDICAN Somos muitas vezes traídos no amor, muitas vezes magoados e muitas vezes infelizes; mas amamos, e quando chegamos à beira da cova, voltamo-nos para olhar para trás, e pensamos: Sofri muitas vezes, enganei-me algumas vezes, mas amei.

Alfred de Musset, Não se Brinca com o Amor

O texto está editado nos Livros Cotovia.