segunda-feira, 17 de outubro de 2011

TEMOS CASA (TEATRO DA POLITÉCNICA).

NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset

Tradução de Ana Campos Com Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira Cenário e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Assistência Andreia Bento e Joana Barros Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Co-Produção com o Teatro Viriato

No Teatro da Politécnica de 19 de Outubro a 19 de Novembro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281

PERDICAN Somos muitas vezes traídos no amor, muitas vezes magoados e muitas vezes infelizes; mas amamos, e quando chegamos à beira da cova, voltamo-nos para olhar para trás, e pensamos: Sofri muitas vezes, enganei-me algumas vezes, mas amei.

Alfred de Musset, Não se Brinca com o Amor

O texto está editado nos Livros Cotovia.

Inauguração na 4ªf19 às 21h00

No Teatro da Politécnica de 19 de Outubro a 17 de Dezembro
4ª a Sáb das 15h00 às 21h00 (e depois dos espectáculos)

Mal entrámos no Teatro da Politécnica, com as janelas abrindo-se para o jardim, pensámos em como era bom aqui mostrar as esculturas de Ângelo de Sousa e alguns desenhos. Com a ajuda do Miguel Sousa, da ensaísta e amiga Filomena Serra, do amigo e galerista Manuel Ulisses e a colaboração da Fundação Gulbenkian, aqui estarão, à luz do dia, algumas peças que têm a liberdade aérea de quem sobre si dizia, citando Jan van Eyck: "alls ich kann / foi como se pôde fazer."

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

ESTAMOS CHEIOS DE TRABALHO, PARA A SEMANA ABRIMOS O TEATRO DA POLITÉCNICA com NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset ...

...e uma exposição de escultura e desenho de ÂNGELO DE SOUSA e daqui a dias estreamos BRILHARETES de Antonio Tarantino nos Primeiros Sintomas: Não há fome que...

NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset

Tradução de Ana Campos Com Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira Cenário e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Assistência Andreia Bento e Joana Barros Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Co-Produção com o Teatro Viriato

No Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) a 14 de Outubro às 22h00

No Teatro da Politécnica de 19 Outubro a 19 de Novembro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00

Reservas | 961960281

O texto está editado nos Livros Cotovia.

ÂNGELO DE SOUSA Ainda as esculturas

No Teatro da Politécnica de 19 de Outubro a 17 de Dezembro
4ª a Sáb das 15h00 às 21h00 (e depois dos espectáculos)

Mal entrámos no Teatro da Politécnica, com as janelas abrindo-se para o jardim, pensámos em como era bom aqui mostrar as esculturas de Ângelo de Sousa e alguns desenhos. Com a ajuda do Miguel Sousa, da ensaísta e amiga Filomena Serra, do amigo e galerista Manuel Ulisses e a colaboração da Fundação Gulbenkian, aqui estarão, à luz do dia, algumas peças que têm a liberdade aérea de quem sobre si dizia, citando Jan van Eyck: "alls ich kann / foi como se pôde fazer."

BRILHARETES de Antonio Tarantino

Tradução Tereza Bento Com João de Brito e Tiago Nogueira Cenário e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência Joana Barros Fotografia Ricardo Quaresma Apoio à produção João Meireles Um espectáculo de João de Brito e Tiago Nogueira com a colaboração de Jorge Silva Melo Co-produção Artistas Unidos/ LAMA/ Molloy Associação Cultural M16

Nos Primeiros Sintomas (Rua da Ribeira Nova, n.º 44) de Dom 23 a 2ª 31 de Outubro às 23h00

Reservas | 961960281 / 915341974

O texto está editado nos Livrinhos de Teatro (nº22)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

E vamos para Coimbra com NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset.

NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset

Tradução de Ana Campos Com Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira Cenário e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Assistência Andreia Bento e Joana Barros Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Co-Produção com o Teatro Viriato

Na Oficina Municipal de Teatro (Coimbra) na 5ª 6 e 6ª 7 às 21h30

PERDICAN Somos muitas vezes traídos no amor, muitas vezes magoados e muitas vezes infelizes; mas amamos, e quando chegamos à beira da cova, voltamo-nos para olhar para trás, e pensamos: Sofri muitas vezes, enganei-me algumas vezes, mas amei.

Alfred de Musset, Não se Brinca com o Amor

1834. Musset tem vinte e quatro anos. E é quando se lança numa busca inquieta de si-mesmo e dos outros: o que se passa com as nossas paixões, com os nossos sentimentos, com o amor, com a liberdade, com a verdade e com a mentira? Como é que chegámos a este ponto? Paradoxalmente, é quando Musset se volta mais para si mesmo, e no meio da desordem dolorosa dos seus pensamentos que descobre uma realidade mais vasta, como se a paisagem mental se alargasse. E aqui temos o tema do adeus, como um leitmotiv, e sobre o qual fará mil variações: adeus à vida passada, à adolescência, à mulher amada, adeus ao amor, a si-mesmo, adeus.

Jean Jourdheuil

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

E no TEATRO DA POLITÉCNICA vamos mostrar ÂNGELO DE SOUSA Ainda as esculturas (inauguração: 19 de Outubro pelas 21h00).

ÂNGELO DE SOUSA Ainda as esculturas

No Teatro da Politécnica de 19 de Outubro a 17 de Dezembro
4ª a Sáb das 15h00 às 21h00 (e depois dos espectáculos)

Mal entrámos no Teatro da Politécnica, com as janelas abrindo-se para o jardim, pensámos em como era bom aqui mostrar as esculturas de Ângelo de Sousa e alguns desenhos. Com a ajuda do Miguel Sousa, da ensaísta e amiga Filomena Serra, do amigo e galerista Manuel Ulisses e a colaboração da Fundação Gulbenkian, aqui estarão, à luz do dia, algumas peças que têm a liberdade aérea de quem sobre si dizia, citando Jan van Eyck: "alls ich kann / foi como se pôde fazer."

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Que bom, chegamos a Almada com NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset, na quinta-feira 22.

NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset

Tradução de Ana Campos Com Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira Cenário e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Assistência Andreia Bento e Joana Barros Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Co-Produção com o Teatro Viriato

No Teatro Municipal de Almada, de 22 de Setembro a 2 de Outubro
5ª a Sáb às 21h30 | Dom às 16h00

PERDICAN Somos muitas vezes traídos no amor, muitas vezes magoados e muitas vezes infelizes; mas amamos, e quando chegamos à beira da cova, voltamo-nos para olhar para trás, e pensamos: Sofri muitas vezes, enganei-me algumas vezes, mas amei.

Alfred de Musset, Não se Brinca com o Amor

1834. Musset tem vinte e quatro anos. E é quando se lança numa busca inquieta de si-mesmo e dos outros: o que se passa com as nossas paixões, com os nossos sentimentos, com o amor, com a liberdade, com a verdade e com a mentira? Como é que chegámos a este ponto? Paradoxalmente, é quando Musset se volta mais para si mesmo, e no meio da desordem dolorosa dos seus pensamentos que descobre uma realidade mais vasta, como se a paisagem mental se alargasse. E aqui temos o tema do adeus, como um leitmotiv, e sobre o qual fará mil variações: adeus à vida passada, à adolescência, à mulher amada, adeus ao amor, a si-mesmo, adeus.

Jean Jourdheuil

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

E pronto, estreamos NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset no Teatro Viriato, Viseu, já na sexta-feira 16.

NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset

Tradução de Ana Campos Com Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandra Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira Cenário e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Assistência Andreia Bento e Joana Barros Encenação Jorge Silva Melo M12
Em Co-Produção com o Teatro Viriato

Estreia no Teatro Viriato (Viseu) a 16 e 17 de Setembro

PERDICAN Somos muitas vezes traídos no amor, muitas vezes magoados e muitas vezes infelizes; mas amamos, e quando chegamos à beira da cova, voltamo-nos para olhar para trás, e pensamos: Sofri muitas vezes, enganei-me algumas vezes, mas amei.

Alfred de Musset, Não se Brinca com o Amor

1834. Musset tem vinte e quatro anos. E é quando se lança numa busca inquieta de si-mesmo e dos outros: o que se passa com as nossas paixões, com os nossos sentimentos, com o amor, com a liberdade, com a verdade e com a mentira? Como é que chegámos a este ponto? Paradoxalmente, é quando Musset se volta mais para si mesmo, e no meio da desordem dolorosa dos seus pensamentos que descobre uma realidade mais vasta, como se a paisagem mental se alargasse. E aqui temos o tema do adeus, como um leitmotiv, u e sobre o qual fará mil variações: adeus à vida passada, à adolescência, à mulher amada, adeus ao amor, a si-mesmo, adeus.

Jean Jourdheuil