sexta-feira, 13 de maio de 2011

Jorge Silva Melo lê NUM PAÍS ONDE NÃO QUEREM DEFENDER OS MEUS DIREITOS, EU NÃO QUERO VIVER. E últimos dias de UM HOMEM FALIDO de David Lescot.

NUM PAÍS ONDE NÃO QUEREM DEFENDER OS MEUS DIREITOS, EU NÃO QUERO VIVER de Jorge Silva Melo (a partir de "Michael Kolhaas" de Heinrich von Kleist)


Jorge Silva Melo
lê a versão de MICHAEL KOLHAAS de Heinrich von Kleist, que escreveu para o actor Paulo Claro.


Na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, Sáb 14 de Maio (Noite dos Museus) pelas 18h00


É uma das novelas mais extraordinárias do século XIX, onde, com o pano de fundo das revoltas camponeses, Heinrich von Kleist levanta as questões do poder político, da revolta, do poder popular, da justiça, da lei, da desobediência, dos limites da legitimidade. Durante uma hora, cavalgamos pelas planícies da Baixa Saxónia, questionando-nos.

UM HOMEM FALIDO de David Lescot


Tradução Marie-Amélie Robilliard e Joana Frazão Com Rúben Gomes, Sylvie Rocha, Américo Silva Cenário e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Encenação António Simão (com apoio de Jorge Silva Melo) M12


No Teatro Meridional até 15 de Maio

4ª a Sáb às 22h00 Dom às 17h00

Reservas 21 868 92 45

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Última semana de UM HOMEM FALIDO de David Lescot no Teatro Meridional. Até domingo 15.

Tradução Marie-Amélie Robilliard e Joana Frazão Com Rúben Gomes, Sylvie Rocha, Américo Silva Cenário e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Encenação António Simão (com apoio de Jorge Silva Melo) M12

No Teatro Meridional até 15 de Maio
4ª a Sáb às 22h00 | Dom às 17h00
Reservas | 21 868 92 45

O homem Mas eu tenho a sensação de dar tudo eu dou tudo todas as vezes eu dei sempre tudo.
A mulher É pouco.
O homem Nunca disseste isso nunca me disseste isso.
A mulher Amava-te.

David Lescot, Um Homem Falido

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Visitas orientadas em SIM SOFIA AREAL PINTURA E DESENHO (2000/2011).

SIM SOFIA AREAL PINTURA E DESENHO (2000/2011)


Na Cordoaria Nacional (Torreão Nascente) de 28 de Abril a 26 de Junho

3ª a 6ª das 10h00 às 19h00 Sáb e Dom das 14h00 às 19h00


Visitas orientadas por Emília Ferreira com Sofia Areal

Domingo, 8 de Maio, 15h00

Domingo, 22 de Maio, 15h00

Domingo, 5 de Junho, 15h00

Domingo, 26 de Junho, 16h30


Visitas realizadas todas as sextas-feiras às 15h00 pela Câmara Municipal de Lisboa.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

UM HOMEM FALIDO de David Lescot no Teatro Meridional.

UM HOMEM FALIDO de David Lescot


Tradução Marie-Amélie Robilliard e Joana Frazão Com Rúben Gomes, Sylvie Rocha, Américo Silva Cenário e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Encenação António Simão (com apoio de Jorge Silva Melo) M12


No Teatro Meridional de 28 de Abril a 15 de Maio

4ª a Sáb às 22h00 Dom às 17h00

Reservas 21 868 92 45


O homem
Mas eu tenho a sensação de dar tudo eu dou tudo todas as vezes eu dei sempre tudo.

A mulher É pouco.

O homem Nunca disseste isso nunca me disseste isso.

A mulher Amava-te.

David Lescot, Um Homem Falido

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Na 5ªf28, estamos no Teatro Meridional com UM HOMEM FALIDO e inauguramos na Cordoaria Nacional às 22h00 a exposição SIM SOFIA AREAL PINTURA E DESENHO.

UM HOMEM FALIDO de David Lescot


Tradução Marie-Amélie Robilliard e Joana Frazão Com Rúben Gomes, Sylvie Rocha, Américo Silva Cenário e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Fotografias Jorge Gonçalves Encenação António Simão (com apoio de Jorge Silva Melo) M12


No Teatro Meridional de 28 de Abril a 15 de Maio

4ª a Sáb às 22h00 Dom às 17h00

Reservas 21 868 92 45


O homem
Mas eu tenho a sensação de dar tudo eu dou tudo todas as vezes eu dei sempre tudo.

A mulher É pouco.

O homem Nunca disseste isso nunca me disseste isso.

A mulher Amava-te.

David Lescot, Um Homem Falido


SIM SOFIA AREAL PINTURA E DESENHO (2000/2011)


Na Cordoaria Nacional (Torreão Nascente) de 28 de Abril a 26 de Junho

3ª a 6ª das 10h00 às 19h00 Sáb e Dom das 14h00 às 19h00

Uma Produção Artistas Unidos / Câmara Municipal de Lisboa


Aprendi mais sobre pintura a olhar para os trabalhos de Sofia Areal do que a ler muitos livros de pintura. Porque nela percebo que ela retira do mundo as impressões que este um dia, muitos dias, muitas noites, muitas experiências, lhe deixou. (...) Vi melhor a pintura de Sofia quando soube que ela mantém, desde sempre, os olhos bem abertos. Observando tudo. Agarrando tudo. Refazendo tudo. Sem desculpas. Recusando o fatalismo. Porque sim.


Regresso a Bocage:


“A frouxidão no amor é uma ofensa,

Ofensa que se eleva a grau supremo;

Paixão requer paixão, fervor e extremo;

Com extremo e fervor se recompensa”.

Emília Ferreira